OFERTA FORMATIVA
Formador
Rui Marcelino Maciel Oliveira
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
No âmbito da Educação Física, a pertinência desta acção assenta em várias razões: Superar uma abordagem do ensino dos jogos desportivos ainda dominada pela técnica isolada e descontextualizada, oferecendo aos professores um modelo alternativo com forte suporte empírico e crescente adopção internacional. Actualizar os conhecimentos dos professores relativamente ao modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), desenvolvido por Bunker e Thorpe na Universidade de Loughborough (1982), e cuja influência se reflecte em numerosas abordagens contemporâneas do ensino do jogo, como o Game Sense, o Play Practice e o modelo táctico. Desenvolver competências de planeamento e condução de situações de aprendizagem centradas no jogo condicionado, onde a compreensão tática precede e contextualiza a aprendizagem técnica, potenciando a transferência para o jogo formal. Promover práticas pedagógicas que valorizem o questionamento, a tomada de decisão e o pensamento táctico dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento da sua literacia desportiva e para uma participação desportiva mais autónoma e informada. Incentivar a reflexão crítica sobre a articulação entre jogo, tática e técnica no ensino dos jogos desportivos, e dotar os professores de ferramentas práticas e imediatamente aplicáveis às modalidades do programa nacional de Educação Física.
Objetivos
Compreender os fundamentos teóricos, a origem e a evolução do modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), situando-o no quadro mais amplo das abordagens centradas no jogo e nos modelos pedagógicos para a Educação Física. Capacitar os professores para conceberem, adaptarem e implementarem o TGfU no ensino dos jogos desportivos, em diferentes categorias de jogo (invasão, campo e taco, rede e parede, alvo) e em diferentes ciclos de ensino. Desenvolver competências de design de jogos condicionados, capazes de criar os problemas táticos adequados ao nível dos alunos e de promover a transferência para o jogo formal. Fomentar a utilização do questionamento estruturado como estratégia pedagógica central, habilitando os professores a orientar a reflexão dos alunos sobre o quê, quando e porquê agir em jogo. Estimular a autonomia tática, a tomada de decisão informada e a literacia desportiva dos alunos, promovendo aprendizagens significativas e duradouras que ultrapassem os limites da aula de Educação Física.
Conteúdos
1. Modelos Pedagógicos para o Ensino dos Jogos Desportivos (5 horas presenciais + 5 horas de trabalho autónomo) Definição e conceito de modelos pedagógicos aplicados ao ensino dos jogos. Limitações das abordagens técnicas tradicionais no ensino dos jogos desportivos. Características e princípios orientadores das abordagens centradas no jogo: TGfU, Game Sense, Play Practice e modelo táctico. Análise crítica e comparada dos diferentes modelos: fundamentos, estrutura, evidência e aplicabilidade em contexto escolar. Relação entre os modelos pedagógicos centrados no jogo e os objectivos educativos do programa de Educação Física. 2. Teaching Games for Understanding TGfU (10 horas presenciais + 10 horas de trabalho autónomo) Origem e evolução do TGfU: Bunker e Thorpe (1982) e os desenvolvimentos subsequentes à escala internacional. O modelo original de seis componentes: jogo → apreciação do jogo → consciência táctica → tomada de decisão → execução técnica → desempenho. Classificação dos jogos em categorias: jogos de invasão, de campo e taco, de rede e parede, e de alvo implicações pedagógicas de cada categoria. Design de jogos condicionados: princípios de modificação (representação e exagero), progressão táctica e ajuste às características e ao nível dos alunos. O questionamento como ferramenta pedagógica central: tipos de questões, timing, estrutura e exemplos práticos por categoria de jogo e por nível de ensino. Avaliação da compreensão táctica e do desempenho em jogo: GPAI (Game Performance Assessment Instrument), critérios de observação e instrumentos de registo. Exemplos práticos de aplicação do TGfU em modalidades do programa nacional de Educação Física, por categoria de jogo e por ciclo de ensino.
Metodologias
Presencial: Exposição dialogada: o formador apresenta os conceitos e princípios do TGfU, incentivando a participação activa dos professores e promovendo a reflexão sobre a sua aplicabilidade na prática docente. Dinâmicas em grupo: os professores são organizados em grupos para conceberem e experimentarem jogos condicionados, promovendo a troca de experiências e o aprofundamento do design de situações de aprendizagem. Estudo de casos: são analisadas situações de ensino reais, onde os professores identificam as opções pedagógicas do modelo TGfU e discutem alternativas de intervenção. Demonstração e vivência prática: o formador propõe situações de jogo condicionado que os formandos vivenciam na primeira pessoa, reflectindo sobre a experiência do aluno e sobre a eficácia da sequência pedagógica. Utilização de recursos multimédia: vídeos de aulas, apresentações e exemplos práticos são utilizados para ilustrar os conceitos apresentados e estimular a reflexão e a participação dos formandos. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo, os professores são incentivados a conceberem e a aplicarem sequências de ensino baseadas no TGfU nas suas turmas, documentando o processo e recolhendo evidências para discussão nas sessões seguintes.
Avaliação
A avaliação dos formandos resultará da média ponderada de três parâmetros: Planificação de Unidade Didáctica baseada no TGfU, incluindo a selecção e classificação dos jogos, a progressão táctica, o design dos jogos condicionados, o plano de questionamento e os instrumentos de avaliação da compreensão em jogo (60%) Reflexão individual acerca dos conteúdos abordados nos vários blocos temáticos, a entregar até ao prazo máximo de uma semana após o término da acção (25%) Participação e apresentação, avaliando a qualidade do envolvimento nas sessões presenciais, nas actividades práticas, nas discussões colectivas e na apresentação oral da planificação desenvolvida (15%) Na última sessão, será solicitado aos formandos o preenchimento de uma ficha de avaliação, com vista a avaliar a qualidade da ação de formação (em relação aos objetivos, metodologias, recursos utilizados, organização da ação, cumprimentos do cronograma, entre outros), e a atividade dos formadores (em relação às suas competências, capacidades comunicativas, disponibilidade, conhecimentos técnicos, entre outros).
Bibliografia
Bunker, D., & Thorpe, R. (1982). A model for the teaching of games in secondary schools. Bulletin of Physical Education, 18(1), 58.Griffin, L. L., & Butler, J. I. (Eds.). (2005). Teaching Games for Understanding: Theory, Research, and Practice. Human Kinetics.Kirk, D., & MacPhail, A. (2002). Teaching games for understanding and situated learning: Rethinking the Bunker- Thorpe model. Journal of Teaching in Physical Education, 21(2), 177192. https://doi.org/10.1123/jtpe.21.2.177Light, R. L. (2013). Game Sense: Pedagogy for Performance, Participation and Enjoyment. Routledge.Metzler, M., & Colquitt, G. (2021). Instructional Models for Physical Education (4th ed.). Routledge.;Mitchell, S. A., Oslin, J. L., & Griffin, L. L. (2013). Teaching Sport Concepts and Skills: A Tactical Games Approach (3rd ed.). Human Kinetics.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-09-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 19-12-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
Formador
Fernando Lima
Destinatários
Professores do Ensino Básico, Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A escola contemporânea enfrenta desafios complexos relacionados com a diversidade dos alunos, a motivação para aprender e a necessidade de promover aprendizagens significativas e duradouras. Esta ação de formação visa reforçar a reflexão pedagógica e dotar os docentes do ensino básico e secundário de métodos, estratégias e recursos que coloquem a aprendizagem no centro do processo educativo, promovendo práticas pedagógicas mais eficazes, inclusivas e ajustadas aos contextos reais de sala de aula. Partindo da análise de evidências de aprendizagem, serão exploradas estratégias de diferenciação pedagógica, metodologias ativas e práticas de avaliação formativa enquanto instrumentos reguladores do processo educativo. A crescente complexidade dos contextos educativos exige práticas pedagógicas que ultrapassem a mera transmissão de conteúdos, colocando a aprendizagem efetiva dos alunos no centro da ação docente, promovendo a reflexão crítica sobre o ensinar e o aprender e o papel do professor como mediador e facilitador da aprendizagem. Damos a matéria, cumprimos o programa, a aula corre bem…, mas será que os alunos estão, de facto, a aprender? Serão explorados métodos, estratégias e recursos pedagógicos que colocam o aprender no centro da aula. Uma formação reflexiva e diretamente ligada aos desafios reais. Se ensinar fosse suficiente, todos os alunos aprenderiam. Mas sabemos que não é assim. Esta ação de formação desafia os professores a olhar criticamente para a sua prática e a reencontrar o essencial: fazer aprender. Com base em fundamentos pedagógicos sólidos e estratégias concretas, a formação propõe caminhos para transformar aulas “que funcionam” em aulas que produzem aprendizagem. Porque ensinar não é o fim. Aprender é.
Objetivos
Objetivo geral: Promover a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas, desenvolvendo estratégias e metodologias que assegurem aprendizagens significativas, diferenciadas e sustentadas por avaliação formativa. Objetivos específicos: Analisar conceções de ensino centradas na transmissão de conteúdos e identificar limitações. Analisar criticamente práticas pedagógicas tradicionais e inovadoras. Distinguir ensino e aprendizagem, compreendendo as implicações pedagógicas dessa distinção. Analisar fatores que condicionam a aprendizagem dos alunos. Planificar situações de aprendizagem centradas no aluno e alinhadas com as Aprendizagens Essenciais. Aplicar metodologias ativas promotoras da aprendizagem significativa. Aplicar estratégias de diferenciação pedagógica. Aplicar estratégias pedagógicas que promovam envolvimento cognitivo e aprendizagem significativa. Utilizar avaliação formativa e feedback como instrumentos reguladores da aprendizagem.
Conteúdos
Este processo, assente no ato reflexivo e crítico das posturas assumidas no exercício profissional contextualizado, contribuirá para a construção de uma nova ordem escolar e social. Portanto e no sentido de fazer uma pedagogia e didática que resulte em maior motivação para os alunos e, sobretudo, aprendizagem que seja significativa para o discente, procura-se dar a conhecer e aprofundar um conjunto de percursos, meios, atividades do ensino e da aprendizagem, que sejam utilizadas como um campo em que o aluno é ator, pesquisador, construtor, aprendiz do seu saber, motivando-o para a descoberta e conhecimento, cativando-o para aprendizagens mais interessantes para ele. Os conteúdos propostos da ação, situam-se na utilização de um conjunto de métodos ativos e dinâmicos que ajudem o professor a realizar aulas ativas e eficazes. Os conteúdos da ação: Dinâmica da ação e interação entre formador e formandos. Reflexão sobre o estado da escola e da educação em Portugal – 2h Ensinar não é aprender – conceções de ensino e aprendizagem e evidência pedagógica sobre a aprendizagem significativa. – 2h Características e competências de um bom professor. O professor mediador e o aluno ativo. Fatores cognitivos e motivacionais. – 2h Metodologias ativas, aprendizagem com base em projetos e problemas, e aprendizagem colaborativa/cooperativa – 2h Diferenciação pedagógica e estratégias que fazem aprender num clima de envolvimento e motivador para a aprendizagem. Trabalho-projeto e o Jigsaw. – 2 h Dimensões da gestão da sala de aula: atitudes docentes e relações interpessoais. Ritmos, estilos e tipos de inteligência. – 2h A Avaliação formativa vs. Sumativa. Feedback eficaz e autorregulação da aprendizagem – 3h Apresentação, defesa e partilha dos trabalhos de grupo e respetivos materiais – 3h Trabalho assíncrono – Elaboração do produto final em grupo. – 7h Assim, teremos 18 horas síncronas distribuídas por 6 sessões (6x3h) com desenvolvimento dos conteúdos e discussões em grupo e 7 horas assíncronas com trabalhos colaborativos e cooperativos (pares ou grupos de 3, 4 elementos) conforme as disponibilidades dos formandos e orientados pelo formador.
Metodologias
Ação expositivo-dialógica, prevê e exige uma análise de práticas pedagógicas, uma reflexão crítica à gestão da aula e uma partilha de experiências entre formandos. As sessões síncronas destinam-se à sustentação teórica, recorrendo a exercícios práticos e debates. Privilegiará a interação entre a teoria e a prática, a conferência e o debate, a construção de produtos, com metodologia de investigação-reflexão, visando a (re)construção das práticas. Incidirá sobre cada um dos conteúdos previstos e serão abertos espaços para análise dos contextos, enquadramento teórico e/ou normativo-legal e de dinâmicas colaborativas. Nas assíncronas, em grupos e numa perspetiva de investigação sobre a prática e com o objetivo de apresentar, interpretar e analisar o processo das aprendizagens, vão elaborar planos de aula, sequência didática ou projeto interdisciplinar, com aplicação de estratégias ativas e avaliação formativa. Assim: enquadramento teórico e sínteses de conteúdos científicos atividades de pesquisa e recolha de informação em pequeno e médio grupo trabalho de campo acompanhamento dos trabalhos apresentação de trabalhos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação, trabalho de grupo e o trabalho individual, com as seguintes ponderações: Participação, interesse e motivação nas atividades – 30% Qualidade do trabalho produzido – 70%: -Relatório crítico final individual do trabalho desenvolvido – 40% -Trabalho de grupo – 60% Os formandos serão avaliados quantitativamente numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com os critérios definidos pela Comissão Pedagógica do Centro de Formação e pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores.
Bibliografia
Black, P., & Wiliam, D. (2009). Assessment for learning: Why, what and how? Institute of Education, University of London Hattie, J. (2013). Visible Learning for Teachers: Maximizing Impact on Learning. London & New York: Routledge Tomlinson, Carol Ann (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade. Porto: Porto Editora Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard. University Press
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 9 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 10 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 11 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 12 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 13 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |
Formador
Marisa Pedrosa Tavares da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Na saída da Escolaridade Obrigatória os alunos apresentam dificuldades: - em expressar ideias, projetos e emoções numa apresentação oral - na organização e compreensão do que potencia a eficácia na apresentação oral - na utilização e criação de conteúdos digitais que permitam contar histórias; Consideramos, por isso, importante dotar os docentes de técnicas e materiais que lhes permitam dinamizar momentos de Storytelling organizados que potenciem a capacidade de contar e narrar histórias, projetos e intenções de comunicação, quer em suporte de papel, quer no universo digital.
Objetivos
- Compreender a importância da oralidade enquanto elemento de comunicação e intervenção social. - Compreender a importância da oralidade e narração de histórias no sucesso dos alunos em todas as áreas académicas. - Motivar para a confiança na capacidade de exposição oral com eficácia, de forma assertiva e digital - Motivar para a estruturação prévia de uma narração em Storytelling nas diversas apps de Storitelling (scribe, artsetps, google spotligh stories, metaverse) - Contribuir para a expressão da criatividade dos alunos - Explorar as aplicações de Storytelling que permitam exportar para outros contextos fora da sala de aula e da biblioteca escolar, a oralidade, a criatividade e a afirmação social.
Conteúdos
- O início do princípio das histórias. - A estrutura macro e micro da história. - A importância dos elementos de comunicação (postura, vestuário ) na maior eficácia a passar a mensagem em Storytelling. - A construção de uma história útil usando a estrutura macro, a jornada do herói de Joseph Campbell usando apps digitais. - A construção de uma micronarrativa usando as apps digitais. - Utilização dos filtros básicos das histórias, emoções: medo, ansiedade, mistério e suspense. - Utilização de técnicas de Storytelling que tornem os textos mais poderosos e de forma a que possam causar impacto no ouvinte. Exercícios de aplicação dos conceitos de Storytelling.
Metodologias
A metodologia consistirá, na apresentação de vídeos, tutoriais, ficheiros podcast, PowerPoint, sobre o Storytelling e a importância de contar histórias, de forma eficaz e presente. Fornecimento de materiais que permitam que os formandos construam histórias em suporte de papel e digitalmente de forma a poderem replicá-los presencialmente e on-line. Nas sessões assíncronas pretende-se que os formandos, partindo da experimentação de diversos materiais, contem várias histórias utilizando as técnicas de Storytelling que possam ser utilizados nas suas aulas e na biblioteca escolar.
Avaliação
Os instrumentos de avaliação a utilizar, relativamente à Participação, esta será avaliada tendo em conta a qualidade dos materiais criados para leitura e exploração de uma obra adequada ao nível de ensino em que os docentes exercem a sua atividade. Estes materiais serão divulgados num ebook que ficará acessível ao público em geral. O Trabalho Individual incorporará as produções feitas, bem como as reflexões sobre o percurso formativo, o impacto da ação na atividade profissional. Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente de 9 a 10 valores; * Muito Bom de 8 a 8,9 valores; * Bom de 6,5 a 7,9 valores; * Regular de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.
Bibliografia
- Garcia de Oro, Gabriel, Storytelling, a Magia da Palavra, .- McSill, James, 50 Lições de Storytelling factos, ficção e fantasia, Topbooks- Ramos, Pedro, Livro Conta-me (Mais) Estórias Storytelling na Gestão de Pessoas na Lusofonia, Editora RH
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Marisa Pedrosa Tavares da Silva
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
De acordo com as orientações emanadas no documento Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, em que se pretende que o jovem, seja um cidadão munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões fundamentadas no seu dia a dia, capaz de pensar crítica e autonomamente, criativo, com competência de trabalho colaborativo e com capacidade de comunicação, apto a continuar a aprendizagem ao longo da vida, como fator decisivo do seu desenvolvimento pessoal e da sua intervenção social, considera-se fundamental que a escola seja capaz de criar e estimular a emergência de bons leitores, críticos e sensíveis a uma sociedade inclusiva. Considera-se, neste contexto, importante dotar os docentes de um conjunto de ferramentas, permitindo-lhes dinamizar projetos de leitura interdisciplinares; conhecer o género de obras que podem ser trabalhadas nas diversas faixas etárias. conhecer plataformas de recursos para projetos de animação de leitura.
Objetivos
- Compreender a importância da escola na formação de leitores. - Compreender a importância da leitura no sucesso dos alunos em todas as áreas académicas e na compreensão do mundo. - Motivar para a leitura de diversos géneros literários. - Motivar para a leitura em diversos suportes. - Contribuir para a expressão da criatividade dos alunos. - Dotar os formandos de estratégias que possam motivar os alunos para a leitura digital.
Conteúdos
- A leitura na sociedade de informação. - O papel da escola na formação de leitores. - Como formar leitores utilizando apps. - Que tipo de obras utilizar em cada faixa etária. - Técnicas e materiais que podem ser utilizados na leitura de uma obra literária digital. - Exploração de aplicativos de leitura digital: Site do PNL, Histórias infantis para ler, Bamboleio, Storymax, Playkids Stories, Pequenos Grandes Contos - Leitura e exploração de algumas obras literárias digitais. - Criação de um projeto de dinamização de uma obra literária digital (em grupo). - Apresentação dos projetos.
Metodologias
- A metodologia consistirá na apresentação teórica de alguns conceitos sobre a leitura na sociedade atual, o papel da escola na formação dos leitores e na apresentação e exploração de técnicas e materiais que podem ser utilizados em sala de aula em suporte digital. Na componente prática serão apresentados e explorados alguns aplicativos para leitura digital, analisadas propostas de leitura de obras específicas e os formandos desenvolverão um projeto para dinamizar a leitura digital de uma obra selecionada pelos mesmos.
Avaliação
A participação dos formandos será avaliada pela qualidade e pertinência das interações quer nas sessões presenciais, quer em fóruns nas sessões a distância. Os formandos terão de desenvolver um projeto para dinamizar a leitura digital de uma obra selecionada pelos mesmos, que será integrado no Trabalho Individual. Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente de 9 a 10 valores; * Muito Bom de 8 a 8,9 valores; * Bom de 6,5 a 7,9 valores; * Regular de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.
Bibliografia
AGUILAR-AMAT, A. & PARCERISAS, F. (2004) El plácer de la lectura. Madrid: Síntesis. AZEVEDO, F. (2007). Formar leitores: das teorias às práticas. Lisboa: Lidel BASTOS, G. (1999). Literatura infantil e juvenil. Lisboa: Aberta BETTELHEIM, B. (2008). Psicanálise dos contos de fadas. Lisboa: Bertrand. CADÓRIO, L. (2001). O gosto pela leitura. Lisboa: Livros Horizonte.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 6 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 8 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A pertinência desta formação é transversal à docência de qualquer área, na medida em que promove a consciência, a problematização e a eficácia da comunicação. O teatro é uma desculpa estratégia poderosa para confrontar saberes interdisciplinares num ambiente lúdico e sem julgamento, onde o trabalho de equipa beneficia inequivocamente a capacitação de cada um. A desmistificação de algumas ferramentas e conceitos associados à expressão dramática, nomeadamente de talento, expansividade ou timidez, por exemplo, e o encontro com algumas metodologias de trabalho prático, abrem espaço à criatividade, empatia e confiança no contexto de trabalho de qualquer formador educador.
Objetivos
Desmistificar e organizar conceitos teatrais e confrontá-los com outras áreas de trabalho que envolvem comunicação; Desenvolver competências de comunicação consciente; Promover a cooperação, a empatia e a criatividade; Integrar conhecimentos adquiridos para enriquecer práticas pedagógicas.
Conteúdos
1. Introdução ferramentas e léxico do universo teatral 2h síncronas + 1h assíncrona a) Glossário de Teatro familiarização com o processo e verbetes, desmistificação de mitos e dúvidas. b) Exemplos 2. Comunicar com o corpo todo: 2h síncronas + 1h assíncrona a) Consciência do corpo, e da oralidade como parte do corpo; b) Ferramentas vocais, de leitura e oralidade. 3. Dramaturgia e comunicação contextualização e práticas: 2h síncronas + 1h assíncrona a) Exercícios práticos para trabalhar um texto ou cena: intenções (exemplos de abordagens diferentes), partindo de material textual e não textual; b) Caracterização e contextualização do conceito de dramaturgia; c) Ferramentas para preparar o trabalho proposto: criatividade, ponto de vista, memorização, encenação. 4. Da ideia à cena concretização de uma proposta hipotética: 4h síncronas a) preparação e criação de uma proposta trabalho individual; b) partilha das ideias propostas, confronto com diferentes estilos, abordagens, universos; c) Balanço final: confrontação da 1 a com a última sessão: como tirar partido destas sessões nas diferentes práticas pedagógicas.
Metodologias
Apresentações expositivas de imagens e textos nas horas síncronas, com recurso a Power Point e sempre intercaladas com o diálogo e análise. Atividades práticas e de experimentação e jogo, recorrendo às ferramentas físicas de cada formando vocais, de expressão e leitura, em que a visualização, escuta e partilha devem estar devidamente garantidas.
Avaliação
Os formandos são avaliados de acordo com as regras previstas no regulamento interno do cfae maiatrofa bem como a legislação vigente aplicável. Os formandos são informados no início da ação, que para a sua avaliação são tidos em conta os seguintes parâmetros/critérios: - participação nas sessões (disponibilidade e participação; execução e contributo individual): 60% - relatório/trabalho de reflexão individual.40%
Bibliografia
Artaud, A. (s.d.). O Teatro e o seu Duplo. Lisboa: Minotauro.Bloom, K. (2018). The Laban Workbook for Actors: A Practical Training Guide, London: Bloomsbury Methuen Drama.Brook, P. (2008). O Espaço Vazio. Lisboa: Orfeu Negro.Danan, J. (2010). O que é a Dramaturgia? Évora: Editora LicorneLehmann, H.T. (2017) Teatro Pós-Dramático. Lisboa: Orfeu Negro.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online síncrona |
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto
Enquadramento
A crescente relevância da Inteligência Artificial (IA) em todos os domínios estende-se também ao da educação. Neste contexto, é inevitável a transformação dos processos de aprendizagem e a redefinição das práticas de avaliação. Atentos aos grandes desafios e implicações que este fenómeno representa, organismos como a UNESCO ou a União Europeia, assim como escolas e universidades, nacionais e estrangeiras, têm refletido e estabelecido orientações para a integração das ferramentas de IA nos processos de educação e formação. As escolas podem posicionar-se na vanguarda das transformações em curso, incorporando práticas de inovação e capacitando a sua comunidade para os desafios do presente e do futuro.
Objetivos
Objetivos 1. Proporcionar formação prática em ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial, com vista à sua integração nos processos de aprendizagem e investigação; 2. Estimular a troca de conhecimentos e experiências, criando uma comunidade de docentes interessados em conhecer e aplicar ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial; 3. Promover a criação de projetos colaborativos para desenvolver propostas inovadoras de aprendizagem utilizando a Inteligência Artificial; 4. Desenvolver projetos de investigação que avaliem o impacto da Inteligência Artificial na aprendizagem.
Conteúdos
Os conteúdos de aprendizagem da formação no âmbito da Inteligência artificial serão ajustados aos conhecimentos prévios, às necessidades dos participantes, experiências que forem sendo desenvolvidas ao longo do ano, às motivações que grupo for revelando e às evoluções tecnológicas que forem surgindo. Ainda assim, há um conjunto de temas que estão previstos como aprendizagens essenciais, que incluem os seguintes: 1. Conceitos fundamentais - inteligência artificial, inteligência artificial generativa, grandes modelos de linguagem, linguagem natural, prompt, alucinações, entre outros 2. A inteligência artificial ao serviço da aprendizagem para a elaboração de planificações, recursos educativos, instrumentos de avaliação, entre outros 3. Riscos e oportunidade na utilização da inteligência artificial na educação. 4. Exemplos de utilização da inteligência artificial nas escolas (na sala de aula e nas tarefas administrativas). 5. Exploração de um conjunto extenso e diversificado de ferramentas de inteligência artificial para: a produção de textos, apresentações, imagens, vídeos, música, investigação científica 6. Dinâmicas de uma comunidade de prática de inovação pedagógica e inteligência artificial na educação; 7. Preparação de uma proposta de documento de referencia para a integração da inteligência artificial na escola.
Metodologias
Presencial: A oficina terá a duração de 25h presenciais. Nestas serão explorados, de forma participada, os diversos conceitos e conteúdos relacionados com a inovação pedagógica e a inteligência artificial sendo co-construídas estratégias de integração pedagógica. Entre a segunda e a décima sessões a oficina contará com a apresentação e discussão, sobre experiências práticas de implementação e utilização de ferramentas de inteligência artificial. Nas sessões serão explorados conteúdos teórico-práticos sendo fornecidas orientações de implementação de sequências de aprendizagem e projetos em torno da inovação pedagógica e da integração da inteligência artificial na aprendizagem. (20 horas presenciais) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo. 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta, do proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola. (5 horas presenciais) Trabalho Autónomo: Implementação de sequências de aprendizagem / projetos / utilização de ferramentas de inteligência artificial / métodos / estratégias / na sala de aula e construção de materiais pedagógicos; Preparação da proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola; Elaboração de um portfólio reflexivo: auto-avaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Cada formando elaborará um portfólio reflexivo sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na melhoria do trabalho docente, motivação dos alunos, no reforço das aprendizagens e no desenvolvimento global. Avaliação final do formando: - Participação em pelos menos 2/3 das sessões - Ponderações: 50% participação nas sessões e 50% para os trabalhos desenvolvidos e portfólio reflexivo do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Bibliografia
João Costa e João Couvaneiro, Conhecimentos vs Competências. Uma dicotomia disparatada na educação, prefácio de António Sampaio da Nóvoa, Lisbon, Guerra & Paz, 2019.Cukurova, M., Kralj, L., Hertz, B. & Saltidou, E. (2024). Professional Development for Teachers in the Age of AI. European Schoolnet. Brussels, Belgium.Junjiraporn Thongprasit & Panita Wannapiroon, Framework of Artificial Intelligence Learning Platform for Education, International Education Studies; Vol. 15, No. 1; 2022.Fauzi, Laros Tuhuteru, Ferdinandus Sampe, Abu Muna Almaududi Ausat, Heliza Rahmania Hatta, Analysing the Role of ChatGPT in Improving Student Productivity in Higher Education, Journal on Education Volume 05, No. 04, Mei-Agustus 2023, pp. 14886-14891.OECD (2021), AI and the Future of Skills, Volume 1: Capabilities and Assessments, Educational Research and Innovation, OECD Publishing.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 14-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 21-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 28-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
Área de Formação nos termos do art.5º do Decreto -Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
Objetivos
Identificar as componentes do trânsito; Reconhecer que os acidentes rodoviários são resultantes de várias causas; Reconhecer a importância dos principais indicadores de segurança rodoviária; Identificar os fatores de risco, características e consequências e comportamentos seguros a adotar; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;
Conteúdos
Trânsito rodoviário: componentes e objetivos; O acidente rodoviário como fenómeno multifatorial; Principais desafios da sinistralidade rodoviária; Fatores de risco de acidentes rodoviários: distração, álcool, velocidade, fadiga; Recursos educativos de apoio às atividades;
Formador
Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
Área de formação nos termos do art.5º do Decreto-Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
Objetivos
Identificar os pilares da mobilidade sustentável; Reconhecer a importância de proteger o ambiente, e o impacto a nível social e económico; Identificar fatores de risco e comportamentos dos utentes vulneráveis; Reconhecer a importância das várias formas de ecomobilidade; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;
Conteúdos
Sinistralidade rodoviária juvenil e características de risco associadas aos jovens; Princípios-chave da educação para a Segurança Rodoviária e Mobilidade; Pilares da mobilidade sustentável - proteção ambiental, dimensão social e económica; Qualidade de vida e da segurança rodoviária; Micromobilidade: mobilidade ativa, mobilidade integrada, mobilidade partilhada; Recursos educativos de apoio às atividades;
Formador
Mónica Oliveira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
É urgente agir na educação atual para mitigar os problemas relativos à ação climática (ODS 13), despertando uma consciência crítica nos educadores, professores e, consequentemente, nas crianças visando a construção de um mundo mais equilibrado. As narrativas e criações artísticas, profundamente enraizadas nesta problemática, têm vindo, ao longo dos anos, a transmitir mensagens sobre a forma como os seres humanos encaram esta realidade e possíveis soluções para superá-la. Esta formação, tanto pela apreciação de obras de arte como pela mensagem transmitida pelos artistas, procura despertar uma consciência para os desafios que enfrentamos hoje em relação à ação climática e promover medidas direcionadas à mudança do nosso estilo de vida. O objetivo é que esta ação de formação contribua para o desenvolvimento consciente de estratégias de intervenção e transformação social por meio da educação artística, fomentando uma cultura de corresponsabilidade em termos de sustentabilidade ambiental.
Objetivos
Compreender a complexidade associada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13. Analisar a responsabilidade e o papel dos educadores/professores diante do impacto da atividade humana sobre a ação climática. Apresentar obras e artistas contemporâneos relacionadas com Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13 Ação Climática. Dar a conhecer projetos educativos que pressupõem metodologias artísticas ativas no combate à ação climática. Explorar documentos fundamentais sobre a educação e o desenvolvimento sustentável para uma cidadania global.
Conteúdos
1.A Arte Contemporânea e a ação climática (7 horas) Exploração da arte contemporânea como uma expressão significativa das questões relacionadas com a ação climática: Fruição; Interpretação e compreensão. Métodos de exploração das obras de arte com crianças/jovens: o conhecimento cognitivo e o produtivo. O processo criativo dos artistas e as suas preocupações ambientais. 2- Arte e Educação: metodologias ativas para uma nova cidadania (5 horas) Apresentação de documentos fundamentais na área da Educação e Desenvolvimento Sustentável. Dar a conhecer o ODS 13 - a ação climática por meio da educação artística: Diferentes projetos artísticos. Explorar metodologias de criação artística como meios transversais de aprendizagem, descoberta e indagação. Desenvolvimento de projetos educativos e artísticos para promover a cidadania global. 3. Expressão e comunicação (13 horas) Conceção e produção de uma atividade pedagógico-artística para sensibilização sobre o ODS13. Técnicas e materiais. Análise e reflexão da ação de formação.
Metodologias
A ação de formação irá concretizar-se numa metodologia de e-learning. As sessões online (12h) estão estruturadas em formato cumpridor dos standards internacionais do regime e-learning. Este curso possui tutoria assíncrona e síncrona. Na tutoria online assíncrona (13h) o formando tem o apoio do formador, que responderá às suas questões ou esclarecerá as suas dúvidas em momentos fora das sessões. Na tutoria online síncrona, o professor e os formandos no início da sessão terão que marcar a sua presença. As sessões serão disponibilizadas via plataforma ZOOM. As sessões assíncronas, poderão ser via email ou através da plataforma eletrónica Moodle do Centro de Formação do Alto Cavado que tem protocolo de colaboração com a Academia do PNA. O formador, fará chegar aos formandos os documentos necessários para as tarefas a desempenhar e coloca-se à disposição para os esclarecimentos necessários. As tarefas levadas a cabo pelos formandos nas sessões assíncronas serão apresentadas e debatidas com os restantes formandos na última sessão e partilhados os comentários construtivos fundamentais para uma prática pedagógica emancipatória.
Avaliação
A avaliação dos formandos terá em conta os seguintes parâmetros: O regime de avaliação deste curso rege-se por duas modalidades: a avaliação contínua com um peso de 50% e a avaliação final com um peso de 50%. A avaliação contínua contempla a discussão e interação dos formandos no decurso das sessões de formação. Participação: nas tarefas; pela intervenção; pela assiduidade e pontualidade. A avaliação final corresponde à elaboração de uma proposta didática-artística, que envolva a conceção de uma atividade onde se apliquem os conhecimentos obtidos ao longo da ação de formação bem como uma reflexão critica. A classificação final, conforme previsto na Carta Circular CCPFC-3/2007 de setembro, será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10, conforme abaixo se discrimina: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores
Bibliografia
Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA), (2017). Estratégia Nacional de Educação Ambiental, 2020. Agência Portuguesa do Ambiente.Kurt, H. (2006). Arte e sustentabilidade: uma relação desafiadora, mas promissora. In H. Hara. Caderno Sesc¬¬_Videobrasil 2: Arte Mobilidade e Sustentabilidade (pp.135-143). Edições Sesc.Ministério da Educação (2006). Educação para a cidadania - Guião de Educação para a Sustentabilidade Carta da Terra. ME.Oliveira, M. (2021), In: M. Oliveira; T. Torres de Eça, Â.; Saldanha, C.; Ferreira (Eds) Antologia de Educação Artística e Sustentabilidade: orientações para estratégias de educação ambiental através das artes. DOI:10.24981/2021-AEAS.Oliveira, M. (2016). Arte e Educação: um diálogo em tempo de mudança. Tear: Revista de Educação Ciência e tecnologia, 5(2),1-19.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-01-2027 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 05-01-2027 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 08-01-2027 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 09-01-2027 (Sábado) | 16:30 - 21:30 | 5:00 | Online assíncrona |
| 5 | 11-01-2027 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 12-01-2027 (Terça-feira) | 16:30 - 21:30 | 5:00 | Online assíncrona |
| 7 | 25-01-2027 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Francisco Xavier de Almeida Costa Henriques
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 240, 530, 600
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240, 530, 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240, 530, 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Num mundo cada vez mais digitalizado onde a comunicação se baseia profusamente em imagens - estáticas (diagramas, cartazes, fotografias) e em movimento (animações e vídeos) - há a necessidade crescente de capacitar os docentes que na sua prática letiva necessitam de criar conteúdos digitais de elevada qualidade e por isso devem ser capacitados na aquisição, digitalização, preparação, modificação, manuseamento e composição de imagens para fins pedagógicos e educacionais de utilização em sala de aula ou em mais generalizado contexto escolar. Percorrer-se-á um conjunto de atividades que permitirá aos formandos o conhecimento efetivo do ficheiro de imagem digital, modos de o adquirir, a capacidade de alterar formatos (consoante os requisitos), as dimensões, a resolução, a melhoria visual dos conteúdos, de os incluir e empregar em recursos pedagógicos por utilização de ferramentas digitais de utilização gratuita. Com um foco eminentemente prático na produção destes suportes de informação visual, far-se-ão pequenas abordagens exemplificativas e orientadoras de carácter estético, gráfico e artístico.
Objetivos
1 Aquisição de conhecimentos de obtenção, utilização, transformação e aplicação de imagens em conteúdos pedagógicos, incluindo os diretos de autor e licenças. 2 Aquisição de competências de composição de imagem com ferramentas digitais. 3 Aquisição de competências necessárias à adequada utilização, criação e aplicação das imagens em contexto pedagógico.
Conteúdos
1 Formatos, dimensão e resolução de imagens digitais. 2 O leque de aplicações digitais de criação e manipulação de imagem disponíveis no mercado de utilização gratuita. 3 Processos de digitalização, aquisição de imagens e direitos de autor e licenças. 4 Métodos e sistemas de transferência e armazenamento de ficheiros entre dispositivos. 5 Técnicas de conversão de formatos, redimensionamento e alteração de resolução de imagens digitais. 6 Metodologias de criação e composição de imagem. 7 A tipografia na composição gráfica/imagética. 8 Técnicas de manipulação (transformação, melhoramento, correção) de imagem em suporte digital. 9 Princípios de adequação e uso da imagem em diferentes recursos pedagógicos (impressos e em ecrã). 10 Prática aplicada à execução de diferentes recursos e suportes gráficos digitais ou para posterior impressão, tais como: cartazes; capas; sinalética; fichas de estudo; fichas de trabalho; ilustrações; apresentações de slides.
Metodologias
A metodologia de ensino assenta no método expositivo, demonstrativo, interrogativo e activo. Durante os momentos expositivos são visionados, analisados e discutidos os conteúdos programáticos recorrendo a materiais digitais e audiovisuais. Na componente teórico-prática explora-se a pesquisa, a aquisição, concepção, manuseio, tratamento, estruturação e ordenação dos respetivos conteúdos para concretização de projetos finais para avaliação. Apresentação e discussão de conceitos; Exercícios práticos contextualizados com as práticas quotidianas; Simulações; Trabalhos de grupo/práticas colaborativas; Dinâmicas criativas de trabalho com recurso a referentes artísticos e culturais.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e os trabalhos elaborados e apresentados pelos formandos.
Bibliografia
1- Rudolf Arnheim, 1980. Arte e Percepção Visual Uma Psicologia da Visão Criadora. Ed. Pioneira, S. Paulo2- Denis A. Dondis, 1976. La sintaxis de la Imagen Introduccion al alfabeto visual. Editorial Gustavo Gili SA, Barcelona3- Richard Hollis, 2010. Design Gráfico - Uma história concisa. Ed. WFM Martins Fontes.4- Christiane Paul, 2003. Digital Art. Thames & Hudson, wold of art. Londres5- Ron Brinkman, 2008. The art and Science of Digital Compositing. Ed. Morgan Kaufman, Berlington.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-01-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 12-01-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 19-01-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 26-01-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 02-02-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 16-02-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 23-02-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 02-03-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 09-03-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.
Objetivos
1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em rapel", com bloqueador Grigri ou Druid 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração
Conteúdos
1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade
Metodologias
A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)
Bibliografia
Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto
Anexo(s)
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-01-2027 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 12-01-2027 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 16-01-2027 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 16-01-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 20-01-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 23-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 27-01-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.
Objetivos
1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em rapel", com bloqueador Grigri ou Druid 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração
Conteúdos
1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade
Metodologias
A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)
Bibliografia
Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto
Anexo(s)
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-01-2027 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-01-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-01-2027 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 21-01-2027 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-01-2027 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 28-01-2027 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 30-01-2027 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 30-01-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto
Enquadramento
A crescente relevância da Inteligência Artificial (IA) em todos os domínios estende-se também ao da educação. Neste contexto, é inevitável a transformação dos processos de aprendizagem e a redefinição das práticas de avaliação. Atentos aos grandes desafios e implicações que este fenómeno representa, organismos como a UNESCO ou a União Europeia, assim como escolas e universidades, nacionais e estrangeiras, têm refletido e estabelecido orientações para a integração das ferramentas de IA nos processos de educação e formação. As escolas podem posicionar-se na vanguarda das transformações em curso, incorporando práticas de inovação e capacitando a sua comunidade para os desafios do presente e do futuro.
Objetivos
Objetivos 1. Proporcionar formação prática em ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial, com vista à sua integração nos processos de aprendizagem e investigação; 2. Estimular a troca de conhecimentos e experiências, criando uma comunidade de docentes interessados em conhecer e aplicar ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial; 3. Promover a criação de projetos colaborativos para desenvolver propostas inovadoras de aprendizagem utilizando a Inteligência Artificial; 4. Desenvolver projetos de investigação que avaliem o impacto da Inteligência Artificial na aprendizagem.
Conteúdos
Os conteúdos de aprendizagem da formação no âmbito da Inteligência artificial serão ajustados aos conhecimentos prévios, às necessidades dos participantes, experiências que forem sendo desenvolvidas ao longo do ano, às motivações que grupo for revelando e às evoluções tecnológicas que forem surgindo. Ainda assim, há um conjunto de temas que estão previstos como aprendizagens essenciais, que incluem os seguintes: 1. Conceitos fundamentais - inteligência artificial, inteligência artificial generativa, grandes modelos de linguagem, linguagem natural, prompt, alucinações, entre outros 2. A inteligência artificial ao serviço da aprendizagem para a elaboração de planificações, recursos educativos, instrumentos de avaliação, entre outros 3. Riscos e oportunidade na utilização da inteligência artificial na educação. 4. Exemplos de utilização da inteligência artificial nas escolas (na sala de aula e nas tarefas administrativas). 5. Exploração de um conjunto extenso e diversificado de ferramentas de inteligência artificial para: a produção de textos, apresentações, imagens, vídeos, música, investigação científica 6. Dinâmicas de uma comunidade de prática de inovação pedagógica e inteligência artificial na educação; 7. Preparação de uma proposta de documento de referencia para a integração da inteligência artificial na escola.
Metodologias
Presencial: A oficina terá a duração de 25h presenciais. Nestas serão explorados, de forma participada, os diversos conceitos e conteúdos relacionados com a inovação pedagógica e a inteligência artificial sendo co-construídas estratégias de integração pedagógica. Entre a segunda e a décima sessões a oficina contará com a apresentação e discussão, sobre experiências práticas de implementação e utilização de ferramentas de inteligência artificial. Nas sessões serão explorados conteúdos teórico-práticos sendo fornecidas orientações de implementação de sequências de aprendizagem e projetos em torno da inovação pedagógica e da integração da inteligência artificial na aprendizagem. (20 horas presenciais) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo. 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta, do proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola. (5 horas presenciais) Trabalho Autónomo: Implementação de sequências de aprendizagem / projetos / utilização de ferramentas de inteligência artificial / métodos / estratégias / na sala de aula e construção de materiais pedagógicos; Preparação da proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola; Elaboração de um portfólio reflexivo: auto-avaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Cada formando elaborará um portfólio reflexivo sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na melhoria do trabalho docente, motivação dos alunos, no reforço das aprendizagens e no desenvolvimento global. Avaliação final do formando: - Participação em pelos menos 2/3 das sessões - Ponderações: 50% participação nas sessões e 50% para os trabalhos desenvolvidos e portfólio reflexivo do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Bibliografia
João Costa e João Couvaneiro, Conhecimentos vs Competências. Uma dicotomia disparatada na educação, prefácio de António Sampaio da Nóvoa, Lisbon, Guerra & Paz, 2019.Cukurova, M., Kralj, L., Hertz, B. & Saltidou, E. (2024). Professional Development for Teachers in the Age of AI. European Schoolnet. Brussels, Belgium.Junjiraporn Thongprasit & Panita Wannapiroon, Framework of Artificial Intelligence Learning Platform for Education, International Education Studies; Vol. 15, No. 1; 2022.Fauzi, Laros Tuhuteru, Ferdinandus Sampe, Abu Muna Almaududi Ausat, Heliza Rahmania Hatta, Analysing the Role of ChatGPT in Improving Student Productivity in Higher Education, Journal on Education Volume 05, No. 04, Mei-Agustus 2023, pp. 14886-14891.OECD (2021), AI and the Future of Skills, Volume 1: Capabilities and Assessments, Educational Research and Innovation, OECD Publishing.
Formador
Nuno Filipe Ferreira Queiroz
Destinatários
Pessoal não docente;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A escola contemporânea constitui-se como um espaço privilegiado de desenvolvimento integral das crianças e dos jovens, onde o sucesso educativo depende da ação articulada de todos os profissionais. Os Assistentes Operacionais são frequentemente os primeiros adultos a contactar diariamente com os alunos, acompanhando-os em múltiplos contextos formais e informais: entradas e saídas, recreios, refeições, corredores, transportes escolares e atividades complementares. Esta ação pretende reforçar a dimensão educativa das funções desempenhadas pelos Assistentes Operacionais, promovendo competências relacionais, comunicacionais e socioemocionais que potenciem uma intervenção mais consciente, preventiva e colaborativa.
Objetivos
- Reconhecer o Assistente Operacional como agente educativo da comunidade escolar. - Compreender a influência da relação adulto-aluno no desenvolvimento socioemocional. - Desenvolver estratégias de comunicação positiva com crianças e jovens. - Promover ambientes escolares seguros, inclusivos e respeitadores. - Identificar precocemente sinais de mal-estar, isolamento ou sofrimento emocional. - Aplicar estratégias de prevenção e gestão de pequenos conflitos. - Reforçar comportamentos pró-sociais e competências de cidadania. - Cooperar eficazmente com professores, técnicos especializados e famílias. - Refletir criticamente sobre a própria prática profissional.
Conteúdos
Módulo 1: Evolução do papel do Assistente Operacional. A escola como comunidade educativa. A função educativa para além da vigilância. Direitos e deveres profissionais. A importância da exemplaridade. Módulo 2: Comunicação verbal e não verbal. Escuta ativa. Empatia. Comunicação assertiva. Linguagem positiva. Construção da confiança. Módulo 3: Bem-estar emocional na escola. Sentimento de pertença. Inclusão e diversidade. Relações interpessoais positivas. Valorização das diferenças. Promoção da autoestima. Módulo 4: Alterações comportamentais. Isolamento. Ansiedade. Bullying. Violência. Negligência. Quando e como comunicar. Limites da intervenção. Módulo 5: Colaboração com docentes. Relação com técnicos especializados. Comunicação com encarregados de educação. Participação no Projeto Educativo. O Assistente Operacional como elemento promotor de cidadania.
Avaliação
Participação: 40% Assiduidade: 10% Trabalho/Teste Escrito: 50%
Bibliografia
Bibliografia Fundamental: Delors, J. (1996). Educação: Um Tesouro a Descobrir. UNESCO. Estanqueiro, A. (2010). Boas Práticas na Educação. Editorial Presença. Seligman, M. (2012). Florescer. Objetiva. UNESCO (2021). Reimaginar os Nossos Futuros Juntos: Um Novo Contrato Social para a Educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 15-01-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 18-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 20-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 22-01-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 25-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 25-01-2027 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
Formador
Raquel da Nazaré Feliciano
Destinatários
Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.
Objetivos
Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.
Conteúdos
EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.
Metodologias
As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-01-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 2 | 21-01-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 28-01-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 04-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 10-02-2027 (Quarta-feira) | 19:00 - 20:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 11-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 18-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 25-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 11 | 04-03-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Nuno Filipe Ferreira Queiroz
Destinatários
Pessoal não docente;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A ação de formação "Atendimento ao Público em Contexto Escolar" reveste-se de especial relevância para a concretização dos objetivos estratégicos do Plano de Atividades das Escolas, na medida em que contribui para a melhoria da qualidade do serviço prestado à comunidade educativa e para o fortalecimento de uma cultura organizacional assente no respeito, na colaboração e na excelência. Capacitar o pessoal não docente para prestar um atendimento ao público de excelência, promovendo uma comunicação eficaz, uma postura profissional e o cumprimento das normas de protocolo e etiqueta no contexto escolar.
Objetivos
- Desenvolver estratégias de prevenção e gestão positiva de conflitos; - Aplicar técnicas de comunicação assertiva e mediação pedagógica; - Implementar atividades cooperativas e metodologias participativas; - Promover competências socioemocionais nos alunos; - Utilizar dinâmicas de grupo como instrumento de inclusão e participação; - Construir ambientes de aprendizagem mais positivos, colaborativos e motivadores;
Conteúdos
Módulo 1: - O conceito de atendimento de excelência. - O papel do atendimento na comunidade educativa. - Direitos e expectativas dos utentes. - A primeira impressão. Módulo 2: - Apresentação pessoal e imagem profissional. - Regras de cortesia e etiqueta. - Cumprimentos e formas de tratamento. - Atendimento presencial, telefónico e digital. - Confidencialidade e proteção de dados. Módulo 3: - Elementos da comunicação. - Comunicação verbal e linguagem adequada. - Comunicação não verbal. - Escuta ativa. - Assertividade. - Empatia no atendimento. - Barreiras à comunicação. Módulo 4: - Tipologias de utentes. - Gestão emocional. - Técnicas de desescalada do conflito. - Reclamações: como responder eficazmente. - Transformar conflitos em oportunidades de melhoria. Módulo 5: - Role-play de situações reais. - Simulações de atendimento presencial e telefónico. - Discussão em grupo. - Feedback entre participantes.
Avaliação
Participação: 40% Assiduidade: 10% Trabalho/Teste Escrito: 50%
Bibliografia
Araújo, J. F. (2018). Introdução à Administração Pública. Coimbra: Almedina. Moreira, J. M. (2017). Comunicação Organizacional: Teoria e Prática. Lisboa: Edições Sílabo. Moura, P. (2016). Atendimento ao Público: Técnicas de Comunicação e Qualidade do Serviço. Lisboa: Lidel.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-02-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 04-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 11-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 4 | 18-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-02-2027 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 6 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 25-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Marisa Pedrosa Tavares da Silva
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
O Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) iniciou a implementação de um repositório digital de Roteiros de Leitura realizados em torno de obras constantes das listas do PNL2027 e obras constantes das Aprendizagens Essenciais e Programas em vigor em Portugal (ver exemplo em https://youtu.be/k3BwgxFpU2s). Entre outras áreas de intervenção, o PNL 2027, pretende [realizar o] incentivo à leitura extensiva, reflexiva e em profundidade de livros impressos e/ou digitais, através de estratégias e contextos diversificados ( ); [promover] o fomento do uso de ferramentas digitais como estratégia pedagógica para motivação e melhoria da leitura e da escrita. Nesse sentido esta ação de formação, inspirada no projeto "Google Lit Trips" da Associação Não Lucrativa GLT Global Ed (http://www.gltglobaled.org/aboutGLTGE/gltGlobalED.php) e, na continuidade de uma edição anterior que privilegiou ferramentas disponíveis nas escolas, pretende tirar partido das mais recentes possibilidades tecnológicas e necessidades de continuar a providenciar cenários de aprendizagem em ambiente presencial, a distância ou misto, nos diversos ciclos de ensino, permitindo de envolver os alunos, ajudando-os a ver as conexões e aplicações do que estão a aprender no seu ambiente de aprendizagem, ao mundo real.
Objetivos
- Compreender a importância de recursos educativos digitais de qualidade na organização dos processos de ensino e aprendizagem no século XXI; - Reforçar o entendimento do potencial da literacia digital na promoção da competência leitora, dotando professores e alunos de novos recursos e estratégias. - Conhecer as finalidades e estrutura de diversas ferramentas para a realização de recursos educativos digitais georreferenciados, nomeadamente o Google Earth Web e suas potencialidades pedagógicas; - Conceber Guiões Pedagógicos que contextualizam ferramentas digitais que beneficiem da georreferenciação para a realização de atividades de natureza interdisciplinar e que promovam a leitura, o pensamento crítico e a criatividade; - Compreender a importância do desenho de percursos de aprendizagem autónoma numa perspetiva de trabalho de projeto interdisciplinar; - Planificar e construir recursos educativos com o Google Earth Web e aplicá-los em contextos de ensino/aprendizagem, em projetos de aprendizagem ativa, promovendo aprendizagens significativas e o trabalho colaborativo e cooperativo entre docentes e entre alunos.
Conteúdos
A. O Conceito de aprendizagem ativa e exemplos de boas práticas explorando as potencialidades pedagógicas do Google Earth Web. Apresentação do projecto Google Lit Trips " (G LT Global Ed ). B. Aprendizagens Essenciais, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e o desenho de Domínios de Articulação Curricular. C. Literacia disciplinar, interdisciplinaridade e trabalho colaborativo (metodologia de trabalho de projeto). D. O conceito Roteiro Digital de Leitura: exploração de vários recursos construídos como projetos de aprendizagem interdisciplinar desenvolvidos por docentes e alunos de forma colaborativa / cooperativa com recurso a versões anteriores do Google Earth e integrando outras ferramentas da Google como a Google Drive. E. Ferramentas e tutoriais para a produção de RDL - georreferenciação: Google Earth, Google Os Meus Mapas, Google Tour Builder e Google Earth Web . - produção e partilha: Google Drive, Youtube. - o desenho de um Guião pedagógico F. Ferramentas para avaliação formativa da leitura: Formulários Google e Quizizz. G. Exploração do Google Earth Web tendo em vista o seu potencial educativo: 1. O Ecossistema Google (aplicação Conta, Navegador e Perfil) 2. Estrutura do Google Earth Web (para computador e dispositivos móveis) 3. Pesquisa 4. Voyager 4. Estilo do Mapa e Fotos 5. Definições 6. Marcadores e Separadores 7. Edição de conteúdo (texto, imagens e hiperligações); H. Criação de guiões pedagógicos que contextualizem e orientem o desenho de recursos educativos digitais, com base nos contextos específicos de cada grupo de formandos orientados para constituírem projetos de aprendizagem dos alunos nas várias disciplinas (Português, História, Geografia, História e Geografia de Portugal) e o desenvolvimento do perfil do aluno do séc. XXI.
Metodologias
Presencial: - Exemplificação da aplicabilidade prática do Google Earth e de outras ferramentas da Google - Construir recursos utilizando a metodologia de trabalho de projeto de forma a promover aprendizagens disciplinares e interdisciplinares, evidenciando as conexões e aplicações do que os alunos estão a aprender na sala de aula, no mundo real; - Desenho do Projeto de Roteiro Digital de Leitura individual, por cada formando integrando a contribuição de várias disciplinas de forma interdisciplinar; - Reflexão partilhada sobre as experiências dos formandos relativamente aplicação das atividades e recursos criados, sobre o desenho de Roteiro Digital de Leitura desenvolvido e explorado em contexto de ensino e aprendizagem junto dos alunos, e sobre a aplicação prática e interesse educativo das possibilidades da utilização de novas metodologias de ensino e de aprendizagem ativa e significativa com seus alunos utilizando, de forma colaborativa e integrada, o Google Earth Web e outras ferramentas Google. Trabalho Autónomo: - Planificar atividades e elaborar documentos, recursos e materiais utilizando as ferramentas exploradas nas sessões conjuntas, e explorá-los em sala de aula. - Desenho do Projeto de Roteiro Digital de Leitura individual, por cada formando integrando a contribuição de várias disciplinas de forma interdisciplinar, aplica-lo em sala de aula e refletir criticamente sobre essa aplicação.
Avaliação
Os formandos serão classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC n.° 3/ 2007, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base na qualidade de: - Participação nas atividades de discussão/reflexão propostas ao longo da ação - Tarefas realizadas nas sessões. - Planificação das atividades de aprendizagem ativa e do projeto Viagens Literárias" para exploração com os alunos em contexto de ensino e aprendizagem (roteiro pedagógico). - Reflexão individual sobre a aplicação em contexto de ensino e aprendizagem das atividades de aprendizagem ativa e do projeto "Viagens Literárias" desenhado com ferramentas Google . - Apresentação e partilha final do trabalho desenvolvido.
Bibliografia
Annenberg Learner, What Is Disciplinary Literacy? , s.d. Disponível em https://www.learner.org/series/reading-writing-in-the-disciplines/what-is-disciplinary-lite racy/ Consultado a 19 de agosto de 2020.Coldwell, J., Craig, A. & Goold, A. ( 2011) Using e-Technologies for Active Learning . Interdisciplinary Journal of Information, Knowledge, and Management, 6, 95-106. Disponível em https://www.researchgate.net/publication/228986229_Using_eTechnologies_for_Active_ Learning Consultado a 10 de agosto de 2020.ILA (International Literacy Association) (2017). Content Area and Disciplinary Literacy: Strategies and Frameworks. Disponível em https://www.literacyworldwide.org/docs/default-source/where-we-stand/ila-content-are a-disciplinary-literacy-strategies-frameworks.pdf?sfvrsn=e180a58e_6 Consultado a 10 de agosto de 2020.Miragaia, E., & Balula, J. P. (2017). Estratégias para o desenvolvimento da compreensão de textos literários na sala de aula. In L. Menezes, A. P. Cardoso, B. Rego, J. P. Balula, M. Figueiredo, & S. Felizardo (Eds). Olhares sobre a Educação: em torno da formação de professores (pp. 131-139). Viseu: Escola Superior de Educação de Viseu (ESEV).Patterson, Todd C. (2007), Google Earth as a (Not Just) Geography Education Tool, Journal of Geography, Vol. 106 (4), 145 152. Disponível em http ://ww w.informaw orld.com/smpp /c ontent content=a788160864 Consultado a 10 de agosto de 2020.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 20:00 - 22:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 20:00 - 22:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 20:00 - 22:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 8 | 10-03-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 19:30 | 1:30 | Online síncrona |
| 10 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 20:00 - 21:30 | 1:30 | Online assíncrona |
| 11 | 24-03-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto
Enquadramento
A crescente relevância da Inteligência Artificial (IA) em todos os domínios estende-se também ao da educação. Neste contexto, é inevitável a transformação dos processos de aprendizagem e a redefinição das práticas de avaliação. Atentos aos grandes desafios e implicações que este fenómeno representa, organismos como a UNESCO ou a União Europeia, assim como escolas e universidades, nacionais e estrangeiras, têm refletido e estabelecido orientações para a integração das ferramentas de IA nos processos de educação e formação. As escolas podem posicionar-se na vanguarda das transformações em curso, incorporando práticas de inovação e capacitando a sua comunidade para os desafios do presente e do futuro.
Objetivos
Objetivos 1. Proporcionar formação prática em ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial, com vista à sua integração nos processos de aprendizagem e investigação; 2. Estimular a troca de conhecimentos e experiências, criando uma comunidade de docentes interessados em conhecer e aplicar ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial; 3. Promover a criação de projetos colaborativos para desenvolver propostas inovadoras de aprendizagem utilizando a Inteligência Artificial; 4. Desenvolver projetos de investigação que avaliem o impacto da Inteligência Artificial na aprendizagem.
Conteúdos
Os conteúdos de aprendizagem da formação no âmbito da Inteligência artificial serão ajustados aos conhecimentos prévios, às necessidades dos participantes, experiências que forem sendo desenvolvidas ao longo do ano, às motivações que grupo for revelando e às evoluções tecnológicas que forem surgindo. Ainda assim, há um conjunto de temas que estão previstos como aprendizagens essenciais, que incluem os seguintes: 1. Conceitos fundamentais - inteligência artificial, inteligência artificial generativa, grandes modelos de linguagem, linguagem natural, prompt, alucinações, entre outros 2. A inteligência artificial ao serviço da aprendizagem para a elaboração de planificações, recursos educativos, instrumentos de avaliação, entre outros 3. Riscos e oportunidade na utilização da inteligência artificial na educação. 4. Exemplos de utilização da inteligência artificial nas escolas (na sala de aula e nas tarefas administrativas). 5. Exploração de um conjunto extenso e diversificado de ferramentas de inteligência artificial para: a produção de textos, apresentações, imagens, vídeos, música, investigação científica 6. Dinâmicas de uma comunidade de prática de inovação pedagógica e inteligência artificial na educação; 7. Preparação de uma proposta de documento de referencia para a integração da inteligência artificial na escola.
Metodologias
Presencial: A oficina terá a duração de 25h presenciais. Nestas serão explorados, de forma participada, os diversos conceitos e conteúdos relacionados com a inovação pedagógica e a inteligência artificial sendo co-construídas estratégias de integração pedagógica. Entre a segunda e a décima sessões a oficina contará com a apresentação e discussão, sobre experiências práticas de implementação e utilização de ferramentas de inteligência artificial. Nas sessões serão explorados conteúdos teórico-práticos sendo fornecidas orientações de implementação de sequências de aprendizagem e projetos em torno da inovação pedagógica e da integração da inteligência artificial na aprendizagem. (20 horas presenciais) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo. 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta, do proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola. (5 horas presenciais) Trabalho Autónomo: Implementação de sequências de aprendizagem / projetos / utilização de ferramentas de inteligência artificial / métodos / estratégias / na sala de aula e construção de materiais pedagógicos; Preparação da proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola; Elaboração de um portfólio reflexivo: auto-avaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Cada formando elaborará um portfólio reflexivo sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na melhoria do trabalho docente, motivação dos alunos, no reforço das aprendizagens e no desenvolvimento global. Avaliação final do formando: - Participação em pelos menos 2/3 das sessões - Ponderações: 50% participação nas sessões e 50% para os trabalhos desenvolvidos e portfólio reflexivo do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Bibliografia
João Costa e João Couvaneiro, Conhecimentos vs Competências. Uma dicotomia disparatada na educação, prefácio de António Sampaio da Nóvoa, Lisbon, Guerra & Paz, 2019.Cukurova, M., Kralj, L., Hertz, B. & Saltidou, E. (2024). Professional Development for Teachers in the Age of AI. European Schoolnet. Brussels, Belgium.Junjiraporn Thongprasit & Panita Wannapiroon, Framework of Artificial Intelligence Learning Platform for Education, International Education Studies; Vol. 15, No. 1; 2022.Fauzi, Laros Tuhuteru, Ferdinandus Sampe, Abu Muna Almaududi Ausat, Heliza Rahmania Hatta, Analysing the Role of ChatGPT in Improving Student Productivity in Higher Education, Journal on Education Volume 05, No. 04, Mei-Agustus 2023, pp. 14886-14891.OECD (2021), AI and the Future of Skills, Volume 1: Capabilities and Assessments, Educational Research and Innovation, OECD Publishing.
Formador
Luis Correia Antunes
Destinatários
Professores de 200 e 420
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de 200 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de 200 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As tecnologias geoespaciais desempenham um papel fundamental na aplicação e no enriquecimento das aprendizagens essenciais para a aprendizagem de Geografia, sendo o motor para promover a integração dos alunos em matéria do nosso quotidiano. Essas tecnologias Geo, como são as ferramentas de acesso livre da Google, que englobam sistemas de mapeamento, GPS, navegação e imagens de satélite, proporcionam aos alunos uma nova perspetiva do mundo e abrem portas para a exploração de conceitos de forma interativa e envolvente com o mundo que os rodeia. Com o atual programa no ensino básico e secundário, estas ferramentas geoespaciais são um manancial de informação para os professores e um verdadeiro estimulo para os alunos para consolidar seu conhecimento, competências, valores e atitudes positivas em relação ao mundo que as rodeia. Ao trabalhar com informações geoespaciais, são desafiados a analisar e interpretar dados, fazer perguntas pertinentes e tomar decisões com base na exploração e no conhecimento. Os conteúdos desta formação vão de encontro às necessidades das aprendizagens essenciais para os vários anos de aprendizagem da Geografia como Orientação no espaço geográfico local e nacional, Relevo de Portugal, Clima e vegetação, Património e evolução do território, recursos naturais e economia, riscos naturais, globalização, entre outras explorações e conteúdos.
Objetivos
O objetivo estratégico é incutir no professor a visão de como aplicar a ferramenta Google Earth como fator inovador e promotor de uma componente mais prática em sala de aula dentro do seu grupo de recrutamento. Os objetivos específicos são: - Produzir materiais em forma de mapas personalizados de acordo com um tema que lecionam no grupo de recrutamento; - Promoção do trabalho geocolaborativo através da partilha das permissões de edição dos mapas; - Identificar, criar e editar os vários elementos gráficos e descritivos apresentados por pontos, linhas e áreas; - Aplicar ferramentas avançadas de medição de distância (2D e 3D), áreas (2D e 3D); - Consultar imagens históricas de satélite, importação automática de endereços (Geocodificação de endereços), - Recolher dados GPS no campo e importar para o Google Earth; - Produzir materiais que possibilitem a potencialização desta ferramenta como um fator inovador e promotor de uma componente mais prática em sala de aula.
Conteúdos
A formação a ministrar será maioritariamente prática, dividida pelas diversas plataformas Geo da Google, com maior foco no Google Earth Web, mas aceder a outras também de de acesso livre: Google Maps, Google Street View, Google Earth Desktop, Google Live View, Google Immersive maps, e outros. No decorrer da formação, os formandos tomarão conhecimento do uso e aplicação prática de cada uma das geoferramentas, priorizando a reutilização de dados geográficos abertos e criação de próprios mapas personalizados. No final da formação, cada formando irá ter oportunidade de apresentar o tema do mapa escolhido sobre um determinado conteúdo programatrico do respetivo grupo de recrutamento. As Horas/Blocos Temáticos/ObjetivosConteúdo programático 1H - Apresentação: - Dar a conhecer as expectativas dos formandos e apresentação do formador; - Projeto educativo, sem fins lucrativos, Google Earth na Sala de Aula e do sítio de internet Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG); 1h - Introdução às ferramentas Geo Google: - Google Earth Desktop Vs Google Earth Web; - Google Maps e as opções avançadas de imersão, Inteligência Artificial e de realidade aumentada; - Google Street View; 2h- Google Earth Desktop: - Instalação, configuração e identificar comandos na janela de trabalho; - Comandos de navegação sobre os mapas; 5h- Comandos do Google Earth Desktop: - Régua: Calcular distâncias e alturas entre 2 e mais pontos em 2D e 3D e áreas; - Alterne entre Céu, Terra e Outros Planetas: mapa as constelações, percorrer o sistema solar e explorar a lua e marte; - Mostrar Imagens Históricas: reconhecer as diferenças entre as diversas imagens de satélite históricas, recuando no tempo de modo a verificar as alterações de linha de costa, da ocupação de solos, vulcões; - Iluminar a paisagem com a luz do sol: evidenciar a relação da época do ano e da hora para calcular a inclinação do sol e nascer e por do sol e a sua consequência na sombra. 4h Google Earth Web: - Navegação: comandos de navegação e calcular e executar percursos; - Medição: calcular distâncias, perímetros e áreas; - Imagens históricas: navegação nas imagens de satélite históricas e de stree view em arquivo no Google Earth Web; 10h Construção de mapas geocolaborativos: - Programar uma aula com a aplicação do Google Earth Web; - Configurar um projeto de Google Earth Web colaborativo; - Adicionar e caracterizar com imagens, filmes e textos elementos do tipo marcador; - Adicionar e caracterizar com imagens, filmes e textos elementos do tipo caminho ou polígono; - Adicionar e caracterizar diapositivos; - Apresentação automática de diapositivos; 2h Apresentação dos trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
A formação será maioritarimente prática através do método demonstrativo. O formador demonstra a aplicação das ferramentas e, posteriormente, os formandos terão oportunidade de executar as mesmas tarefas. Assim, ficam não só a conhecer as potencialidades do Google Earth, mas ficam a saber como tirar partido das ferramentas como recurso didático na sala de aulas. Haverá espaço para discussões e partilha de experiências entre participantes ao longo da temática abordada. No decorrer da formação, serão criados grupos e escolha de temas geocolaborativos a mapear, aplicando a nova componente do Google Earth Web: a edição partilhada de conteúdos cartográficos. Desta maneira, os formandos treinam os comandos apresentados enquanto criaam o seu próprio mapa (Training on the job). No final, cada formando terá oportunidade de apresentar e partilhar o mapa criado. Foi criado um manual próprio pelo formador e será ainda apoiado no livro do autor, da Areal Editores, Google Earth na Sala de Aula.
Avaliação
Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente de 9 a 10 valores; - Muito Bom de 8 a 8,9 valores; - Bom de 6,5 a 7,9 valores; - Regular de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Realização de um trabalho individual com o modelo e os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO, sob forma escrita, baseado nas temáticas abordadas nas sessões de trabalho, acrescido de uma breve reflexão sobre o impacto da ação na atividade profissional do docente, com ponderação de 60%. Ao longo das sessões, os formandos terão de escolher um tema do mapa a apresentar que servirá de avaliação da participação nas sessões onde será valorizado a aplicação de todos os comandos, a qualidade e a originalidade do trabalho, registadas através de uma grelha de observação com a ponderação de 40%. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.
Bibliografia
- Manual criado pelo formandor, 2025, Google Earth Web na sala de Aula;- Antuns, Luis, 2013, Google Earth na Sala de Aula, Areal Editores
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-03-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 08-04-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 15-04-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 22-04-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 29-04-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 06-05-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 13-05-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 20-05-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |
Formador
Nuno Filipe Ferreira Queiroz
Destinatários
Pessoal não docente;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A ação de formação "Atendimento ao Público em Contexto Escolar" reveste-se de especial relevância para a concretização dos objetivos estratégicos do Plano de Atividades das Escolas, na medida em que contribui para a melhoria da qualidade do serviço prestado à comunidade educativa e para o fortalecimento de uma cultura organizacional assente no respeito, na colaboração e na excelência. Capacitar o pessoal não docente para prestar um atendimento ao público de excelência, promovendo uma comunicação eficaz, uma postura profissional e o cumprimento das normas de protocolo e etiqueta no contexto escolar.
Objetivos
- Desenvolver estratégias de prevenção e gestão positiva de conflitos; - Aplicar técnicas de comunicação assertiva e mediação pedagógica; - Implementar atividades cooperativas e metodologias participativas; - Promover competências socioemocionais nos alunos; - Utilizar dinâmicas de grupo como instrumento de inclusão e participação; - Construir ambientes de aprendizagem mais positivos, colaborativos e motivadores;
Conteúdos
Módulo 1: - O conceito de atendimento de excelência. - O papel do atendimento na comunidade educativa. - Direitos e expectativas dos utentes. - A primeira impressão. Módulo 2: - Apresentação pessoal e imagem profissional. - Regras de cortesia e etiqueta. - Cumprimentos e formas de tratamento. - Atendimento presencial, telefónico e digital. - Confidencialidade e proteção de dados. Módulo 3: - Elementos da comunicação. - Comunicação verbal e linguagem adequada. - Comunicação não verbal. - Escuta ativa. - Assertividade. - Empatia no atendimento. - Barreiras à comunicação. Módulo 4: - Tipologias de utentes. - Gestão emocional. - Técnicas de desescalada do conflito. - Reclamações: como responder eficazmente. - Transformar conflitos em oportunidades de melhoria. Módulo 5: - Role-play de situações reais. - Simulações de atendimento presencial e telefónico. - Discussão em grupo. - Feedback entre participantes.
Avaliação
Participação: 40% Assiduidade: 10% Trabalho/Teste Escrito: 50%
Bibliografia
Araújo, J. F. (2018). Introdução à Administração Pública. Coimbra: Almedina. Moreira, J. M. (2017). Comunicação Organizacional: Teoria e Prática. Lisboa: Edições Sílabo. Moura, P. (2016). Atendimento ao Público: Técnicas de Comunicação e Qualidade do Serviço. Lisboa: Lidel.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 08-04-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 14-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 15-04-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 19-04-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 20-04-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260, 620
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e passagem para a Serra; Proporcionar formação em modalidades alternativas que podem ser lecionadas nos cursos profissionais, no módulo de Atividades de Exploração da Natureza; Incentivar à prática da modalidade desportiva de Exploração da Natureza no Geoparque de Arouca, rentabilizando os recursos naturais da região; Desenvolver o sentido de responsabilidade e autonomia nos alunos. Desenvolver um reportório motor apelativo e indutor da prática de exercício físico.
Objetivos
Dotar os docentes de conhecimentos técnicos que lhes permitam contruir pistas de orientação na escola; Apresentar metodologias de ensino de Orientação direcionadas ao contexto escolar e com aplicação em Atividades de Exploração da Natureza; Fomentar, através da prática desportiva, o respeito pela natureza e pelo ambiente; Divulgar locais para a prática das modalidades e logística de organização; Contribuir para a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudáveis.
Conteúdos
1. Enquadramento da ação; 1 hora 2.Orientação; 3 horas 2.1. Objetivos da Orientação; 2.2. Equipamento, materiais e sua utilização; 2.3. Mapa Titulo, data, escala e equidistância, legenda, cores, símbolos e curvas de nível; 2.4. Bússola Descrição, informação e utilização. Regra 1, 2 e 3; 3.Corrida de Orientação; 2 horas 3.1. Objetivos da Corrida de Orientação; 3.2. Principais regras da modalidade. Quadros competitivos; 3.3. Postos de controlo. Balizas de orientação e alternativas. Alicate picotador e alternativas. Cartão de controlo e alternativa; 4.No terreno 4.1. Orientação na escola (pista de orientação) comparação do mapa com o terreno; 2h 4.2. Orientação urbana comparação do mapa com o terreno e introdução da bússola; 2h 4.3. Orientação na Serra utilização da bússola; 6h 4.4. Corrida de Orientação (Serra da Freita); 6h 5. Avaliação. 3h
Metodologias
A ação terá uma forte componente prática ( 22 horas), ancorada num conjunto, necessáriamente breve (3 horas) de sessões em sala.
Avaliação
Os formandos serão avaliados pelo formador, com base na recolha de elementos de avaliação contínua e por uma reflexão individual, sobre a aplicabilidade das aprendizagens, em contexto de trabalho com os alunos. No final, os formandos serão classificados, na escala de 1 a 10, de acordo com a legislação em vigor.
Bibliografia
CRUZ, Sebastião. BRÁS, José. MIRA, Jorge. Manual de Educação Física 1º ciclo do ensino básico. 4ª edição, Oeiras: Gabinete Coordenador do Desporto Escolar no âmbito do PRODEFDE. ISBN 972-97667-0-3Manual de Leitura de Cartas. 4ª edição, Lisboa: Instituto Geográfico do Exército, maio 2000. ISBN 972-765-785-0CARCELLER, Santiago, GARCÍA-YÉBENES, José, Créditos Variables de actividades en la Naturaleza (La orientación y la escalada). 1ª edição, Barcelona: Editorial Paidotribo. SBN 84-8019-343-3BOSWELL, John, Manual de sobrevivência. 2ª edição: Publicações europa-América, 1980. ISBN 972-1-02772-3MUGARRA, Ana, Sin Dejar Huella. 1ª edição, Madrid: Ediciones Desnivel, fevereiro 2000. ISBN 84-89969-54-X
Anexo(s)
Avaliação - Decisões da Comissão Pedagógica
Decisão do Conselho de Diretores
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 15-04-2027 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 17-04-2027 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 17-04-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 24-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 24-04-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 28-04-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Nuno Filipe Ferreira Queiroz
Destinatários
Pessoal não docente;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A escola contemporânea constitui-se como um espaço privilegiado de desenvolvimento integral das crianças e dos jovens, onde o sucesso educativo depende da ação articulada de todos os profissionais. Os Assistentes Operacionais são frequentemente os primeiros adultos a contactar diariamente com os alunos, acompanhando-os em múltiplos contextos formais e informais: entradas e saídas, recreios, refeições, corredores, transportes escolares e atividades complementares. Esta ação pretende reforçar a dimensão educativa das funções desempenhadas pelos Assistentes Operacionais, promovendo competências relacionais, comunicacionais e socioemocionais que potenciem uma intervenção mais consciente, preventiva e colaborativa.
Objetivos
- Reconhecer o Assistente Operacional como agente educativo da comunidade escolar. - Compreender a influência da relação adulto-aluno no desenvolvimento socioemocional. - Desenvolver estratégias de comunicação positiva com crianças e jovens. - Promover ambientes escolares seguros, inclusivos e respeitadores. - Identificar precocemente sinais de mal-estar, isolamento ou sofrimento emocional. - Aplicar estratégias de prevenção e gestão de pequenos conflitos. - Reforçar comportamentos pró-sociais e competências de cidadania. - Cooperar eficazmente com professores, técnicos especializados e famílias. - Refletir criticamente sobre a própria prática profissional.
Conteúdos
Módulo 1: Evolução do papel do Assistente Operacional. A escola como comunidade educativa. A função educativa para além da vigilância. Direitos e deveres profissionais. A importância da exemplaridade. Módulo 2: Comunicação verbal e não verbal. Escuta ativa. Empatia. Comunicação assertiva. Linguagem positiva. Construção da confiança. Módulo 3: Bem-estar emocional na escola. Sentimento de pertença. Inclusão e diversidade. Relações interpessoais positivas. Valorização das diferenças. Promoção da autoestima. Módulo 4: Alterações comportamentais. Isolamento. Ansiedade. Bullying. Violência. Negligência. Quando e como comunicar. Limites da intervenção. Módulo 5: Colaboração com docentes. Relação com técnicos especializados. Comunicação com encarregados de educação. Participação no Projeto Educativo. O Assistente Operacional como elemento promotor de cidadania.
Avaliação
Participação: 40% Assiduidade: 10% Trabalho/Teste Escrito: 50%
Bibliografia
Bibliografia Fundamental: Delors, J. (1996). Educação: Um Tesouro a Descobrir. UNESCO. Estanqueiro, A. (2010). Boas Práticas na Educação. Editorial Presença. Seligman, M. (2012). Florescer. Objetiva. UNESCO (2021). Reimaginar os Nossos Futuros Juntos: Um Novo Contrato Social para a Educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-05-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 12-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 14-05-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 17-05-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 19-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 21-05-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 31-05-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 31-05-2027 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Numa sociedade cada vez mais desafiadora e exigente o ambiente de Cada vez mais, o trabalho do corpo docente tem-se vindo a caracterizar por uma prática mais egocêntrica, imbuída no preenchimento de mapas e plataformas digitais. A ausência do trabalho presencial trás consequências na dimensão humanista, social e relacionar que se pretende para uma escola viva. Neste contexto a escola hipoteca o seu papel de agente construtor da sociedade, num tempo cada vez mais desafiador e exigente. Este empobrecimento do papel dos professores pode ser mitigado através do desenho, promoção e operacionalização de práticas de trabalho interdisciplinar e cooperativo, inspiradas na metodologia da aprendizagem cooperativa. Neste contexto, o Pedestrianismo, atividade físico/desportiva, a arte andar a pé, acessível a todos, na particularidade de percursos pedestres temáticos, apresenta-se como uma boa fórmula a aplicar, proporcionando momentos de escuta ativa, discussão construtiva, de partilha e prática, alicerçada numa matriz interdisciplinar. Concomitantemente, a experienciação das dinâmicas do planeamento, da concretização e da avaliação de um percurso pedestre temático é uma oportunidade impar, para promover, ensinar e treinar a cooperação entre docentes, levando-os, muitas vezes por modelagem, a abordarem da aprendizagem cooperativa com os seus alunos.
Objetivos
- Promover a comunicação interdisciplinar; - Promover o trabalho em grupo cooperativo. - Desenvolver e treinar técnicas de ensino cooperativo; - Proporcionar conhecimentos de pedestrianismo e orientação; - Proporcionar um bom ambiente social; - Fomentar os valores de cidadania; - Promover a saúde física, mental e social.
Conteúdos
1. Considerações de base. (4h) 1.1. Apresentação. 1.2. Fundamentação e objetivos da ação de formação. 1.3. Calendarização, questões de organização e avaliação. 1.4. Considerações sobre a aprendizagem cooperativa. 1.4.1. Conceptualização. 1.4.2. Fundamentos teóricos. 1.4.3. Tipos e caraterísticas dos grupos. 1.4.4. Algumas técnicas com destaque para a técnica Jigsaw. 1.5. Considerações sobre o pedestrianismo. 1.5.1. Caracterização. 1.5.2. Caraterísticas dos percursos pedestres. 1.5.3. Orientação com mapa, planta ou croqui. 1.5.4. Aspetos a considerar na planificação de um percurso. 1.6. Considerações sobre o trabalho interdisciplinar e cooperativo. 1.6.1. Importância e vantagens. 2. Formação de grupos de aprendizagem cooperativa e definição de funções. (1h) 3. Trabalho em grupo de aprendizagem cooperativa. (10h) 4. Realização de percursos pedestres (10h) 4.1. Percurso I 4.2. Percurso II 4.3. Percurso III 4.4. Percurso IV
Metodologias
A metodologia a adotar visa promover a participação de todos os docentes na organização e aplicação do trabalho em cooperação. Pretende-se criar um ambiente no qual cada formando participe ativamente no processo. O principal objetivo é o de promover oportunidades de práticas e experiências de trabalho cooperativo privilegiando a interdisciplinaridade. Numa fase inicial pretende-se que os formandos adquiram os conhecimentos teóricos que fundamentem a prática. Num segundo momento proceder-se-á à constituição de grupos de aprendizagem cooperativa, seguido do desenvolvimento do planeamento e operacionalização dos percursos pedestres. Os trabalhos culminarão com a partilha de experiências e avaliação reflexiva.
Avaliação
Avaliação será individual e contínua tendo em consideração os seguintes parâmetros: Pontualidade; Empenho e interesse demonstrados; Desempenho no trabalho em grupos cooperativos. Produção de uma síntese / reflexão sobre a ação de formação.
Bibliografia
OLIVEIRA, E. (2007). Caderno Técnico de Percursos Pedestres. Clube Celtas do Minho.Lopes, J.P. & Silva, H. S. (2022). A aprendizagem cooperativa. Um guia prática para o professor. (2ªed). Pactor.Muñiz, J. C. I., García, L. F. G. & Fernández-Río, J. (Coords.). (2017). Aprendizaje cooperativo. Teoría y práctica en las diferentes áres y matérias del currículim. Pirâmide.Weigert, C., Villani, A., & Freitas, D. (2005). A interdisciplinaridade e o trabalho coletivo: análise de um planejamento interdisciplinar. Ciência & Educação, V. 11 (n. 1), 145-164. www.fc.unesp.br/#!/ciedu
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-06-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 03-06-2027 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 04-06-2027 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 04-06-2027 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 05-06-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 05-06-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 07-06-2027 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 08-06-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Numa sociedade cada vez mais desafiadora e exigente o ambiente de Cada vez mais, o trabalho do corpo docente tem-se vindo a caracterizar por uma prática mais egocêntrica, imbuída no preenchimento de mapas e plataformas digitais. A ausência do trabalho presencial trás consequências na dimensão humanista, social e relacionar que se pretende para uma escola viva. Neste contexto a escola hipoteca o seu papel de agente construtor da sociedade, num tempo cada vez mais desafiador e exigente. Este empobrecimento do papel dos professores pode ser mitigado através do desenho, promoção e operacionalização de práticas de trabalho interdisciplinar e cooperativo, inspiradas na metodologia da aprendizagem cooperativa. Neste contexto, o Pedestrianismo, atividade físico/desportiva, a arte andar a pé, acessível a todos, na particularidade de percursos pedestres temáticos, apresenta-se como uma boa fórmula a aplicar, proporcionando momentos de escuta ativa, discussão construtiva, de partilha e prática, alicerçada numa matriz interdisciplinar. Concomitantemente, a experienciação das dinâmicas do planeamento, da concretização e da avaliação de um percurso pedestre temático é uma oportunidade impar, para promover, ensinar e treinar a cooperação entre docentes, levando-os, muitas vezes por modelagem, a abordarem da aprendizagem cooperativa com os seus alunos.
Objetivos
- Promover a comunicação interdisciplinar; - Promover o trabalho em grupo cooperativo. - Desenvolver e treinar técnicas de ensino cooperativo; - Proporcionar conhecimentos de pedestrianismo e orientação; - Proporcionar um bom ambiente social; - Fomentar os valores de cidadania; - Promover a saúde física, mental e social.
Conteúdos
1. Considerações de base. (4h) 1.1. Apresentação. 1.2. Fundamentação e objetivos da ação de formação. 1.3. Calendarização, questões de organização e avaliação. 1.4. Considerações sobre a aprendizagem cooperativa. 1.4.1. Conceptualização. 1.4.2. Fundamentos teóricos. 1.4.3. Tipos e caraterísticas dos grupos. 1.4.4. Algumas técnicas com destaque para a técnica Jigsaw. 1.5. Considerações sobre o pedestrianismo. 1.5.1. Caracterização. 1.5.2. Caraterísticas dos percursos pedestres. 1.5.3. Orientação com mapa, planta ou croqui. 1.5.4. Aspetos a considerar na planificação de um percurso. 1.6. Considerações sobre o trabalho interdisciplinar e cooperativo. 1.6.1. Importância e vantagens. 2. Formação de grupos de aprendizagem cooperativa e definição de funções. (1h) 3. Trabalho em grupo de aprendizagem cooperativa. (10h) 4. Realização de percursos pedestres (10h) 4.1. Percurso I 4.2. Percurso II 4.3. Percurso III 4.4. Percurso IV
Metodologias
A metodologia a adotar visa promover a participação de todos os docentes na organização e aplicação do trabalho em cooperação. Pretende-se criar um ambiente no qual cada formando participe ativamente no processo. O principal objetivo é o de promover oportunidades de práticas e experiências de trabalho cooperativo privilegiando a interdisciplinaridade. Numa fase inicial pretende-se que os formandos adquiram os conhecimentos teóricos que fundamentem a prática. Num segundo momento proceder-se-á à constituição de grupos de aprendizagem cooperativa, seguido do desenvolvimento do planeamento e operacionalização dos percursos pedestres. Os trabalhos culminarão com a partilha de experiências e avaliação reflexiva.
Avaliação
Avaliação será individual e contínua tendo em consideração os seguintes parâmetros: Pontualidade; Empenho e interesse demonstrados; Desempenho no trabalho em grupos cooperativos. Produção de uma síntese / reflexão sobre a ação de formação.
Bibliografia
OLIVEIRA, E. (2007). Caderno Técnico de Percursos Pedestres. Clube Celtas do Minho.Lopes, J.P. & Silva, H. S. (2022). A aprendizagem cooperativa. Um guia prática para o professor. (2ªed). Pactor.Muñiz, J. C. I., García, L. F. G. & Fernández-Río, J. (Coords.). (2017). Aprendizaje cooperativo. Teoría y práctica en las diferentes áres y matérias del currículim. Pirâmide.Weigert, C., Villani, A., & Freitas, D. (2005). A interdisciplinaridade e o trabalho coletivo: análise de um planejamento interdisciplinar. Ciência & Educação, V. 11 (n. 1), 145-164. www.fc.unesp.br/#!/ciedu
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-06-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 10-06-2027 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 10-06-2027 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 11-06-2027 (Sexta-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 11-06-2027 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 12-06-2027 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 12-06-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 16-06-2027 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Pessoal não docente;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
A Folha de Cálculo vem dar resposta às necessidades formativas dos profissionais que exercem atividade na área administrativa e operacional das escolas associadas ao CFAE. Esta ação permitirá que o pessoal administrativo e operacional, no âmbito da sua formação contínua, aperfeiçoe/atualize os conhecimentos necessários ao seu exercício profissional.
Objetivos
No final da ação de formação, os/as formandos/as devem ser capazes de construir, editar e imprimir folhas de cálculo, fórmulas, funções, gráficos e desenhos em folhas de cálculo.
Conteúdos
Automatização e aperfeiçoamento dos cálculos e o tratamento de dados;: Criação de tabelas de previsão; Importação e organização de dados; Realização de operações de pesquisa e de extrações.
Avaliação
Participação - 20% Assiduidade - 10% Teste Escrito/Trabalhos - 70%
Bibliografia
Yu, Harrisson. Folhas de Cálculo - Manual Estilo. Cetop, 2020
Formador
Luis Correia Antunes
Destinatários
Professores do Grupo 420
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As tecnologias geoespaciais, como o GPS e os SIG, desempenham um papel fundamental no ensino da Geografia e permitem o desenvolvimento de competências, no contexto da análise geoespacial e criação recursos cartográficos digitais, sendo o motor para promover a integração dos alunos em temas e assuntos do nosso quotidiano. Estas ferramentas permitem a recolha de dados de campo, visualização, sobreposição, caracterização e análise num ambiente geoespacial e permite a criação de mapas personalizados. Hoje em dia, com a quantidade de dados geográficos gratuitos existentes na Internet, estas tecnologias podem ser um manancial de informação para os professores, desde que sejam capacitados para tal. São ainda um verdadeiro estimulo para os alunos para o consolidar seu conhecimento, competências, valores e atitudes positivas em relação ao mundo que as rodeia. Ao trabalhar com informações geoespaciais, são desafiados a analisar e interpretar dados, fazer perguntas pertinentes e tomar decisões com base no conhecimento. No decorrer da formação serão utilizados dados abertos ou gratuitos de sítios de internet como o Dados.gov.pt e GeoData das Nações Unidas, entre outros, promovendo a reutilização responsável de dados públicos. Será usado um programa SIG de código aberto QGis, não hipotecando, assim, o uso e disseminação desta tecnologia nas escolas. Os conteúdos da formação pretendem capacitar os professores na implementação das Aprendizagens Essências para o ensino da Geografia.
Objetivos
- Familiarizar os formandos em conceitos básicos teóricos de cartografia e SIG e de ferramentas de tecnologia geoespacial; - Capacitar os professores no manuseamento e aplicação dos SIG em contexto educativo, permitindo a aplicação das aprendizagens essenciais do 3º ciclo e secundário; - Promover trabalho geocolaborativo, com a partilha de conteúdos cartográficos; - Criar conteúdos cartográficos próprios e adaptar e reutilizar conteúdos cartográficos de colegas ou existentes na Internet, permitindo a utilização destas ferramentas em contexto de sala de aula de uma forma autónoma; - Analisar os dados geográficos de uma forma crítica, estimulando os alunos para uma reflexão em relação ao mundo que os rodeia.
Conteúdos
- Introdução aos SIG e Cartografia: - Conceitos teóricos de SIG e Cartografia; - Repositório de dados geográficos de acesso livre nacionais (Sistema Nacional de Informação Cartográfico SNIC - e Dados Abertos - dados.gov.pt) e internacionais (United Nations Geospatial Hub - geoservices.un.org); - Iniciação ao QGis - Instalação e configuração do programa QGis; - Criação de um projeto SIG - Importação de informação geoespacial - Criação de camada de dados geográficos - Vetorização - Análise e processamento de informação geográfica - Geocodificação de endereços - Importação de dados GPS - Análise espacial - Geoprocessamento - Simbologia e visualização - Cartografia - Fundamentos de Cartografia - Criação de um layout
Metodologias
A formação a ministrar será maioritariamente prática, dividida por diversas plataformas e recursos digitais de geografia, todas gratuitas e de acesso livre e, algumas, de código aberto: Google Maps, Google Street View, QGis, GPS entre outros, priorizando a reutilização de dados geográficos aberto e criação de próprios dados. No final da formação, cada formando terá oportunidade de apresentar o tema de um recurso cartográfico escolhido e criado no decorrer da formação, com uma reflecção crítica através de uma planificação didáticas e propostas de atividades, ajustando o seu uso em ambiente de sala de aula e/ou no ensino da geografia enquadrado nas aprendizagens essenciais. As sessões online em tempo real são antecedidas do anúncio prévio dos objetivos, do tópico de discussão, do formato, sendo que todas as sessões versarão sobre os conteúdos previstos para esta ação. No final de cada sessão, os formandos terão oportunidade de apresentar os trabalhos realizados, com uma reflexão crítica sobre a sua aplicação nas aprendizagens essenciais para o ensino da Geografia para o 3º ciclo e secundário.
Avaliação
Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: - Participação na ação (qualidade dos contributos); - Observação direta feita pelo formador tendo como base a participação e desempenho dos formandos na realização dos trabalhos; - Relatório elaborado pelo formando a entregar ao formador após o término da formação, com reflecção crítica da aplicação dos SIG como apoio à aplicação das aprendizagens essenciais, através de uma planificação didáticas e propostas de atividades; - Mapa final sobre um determinado tema à escolha por parte do formando.
Bibliografia
Antunes, Luís. Google Earth na Sala de Aula, Areal Editores, 2013Longley, Paul, et Al. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica, Bookman, 2012Menke, K. Discover QGIS 3.x - Second Edition, Locate Press, 2022
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-09-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 28-09-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 06-10-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-10-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 19-10-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-10-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 02-11-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 09-11-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |
Ref. 2301 Inscrições abertas até 2026-09-09 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139393/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-09-10
Fim: 2026-11-26
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade
Formador
William Gaviao
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Improvisação teatral, o Teatro propriamente dito e suas inúmeras técnicas aplicadas em contexto escolar, quer no âmbito curricular quer em projetos, é potenciadora de sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico, a capacidade de resolver problemas, o autoconhecimento e, ao mesmo tempo, constitui fator de sensibilização para a cultura, instrumento de desenvolvimento humano. Esta oficina visa o desenvolvimento de competências que permitam ao docente a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações e leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.
Objetivos
- Desenvolver a utilização do Teatro A Improvisação teatral em contexto escolar. - Explorar estratégias de autoconhecimento e de desinibição. - Explorar e estimular a criatividade e domínio dos conteúdos propostos. - Desenvolver a expressão oral - voz - Explorar o corpo e espaço - ritmo e equilíbrio. - Explorar e desenvolver capacidades de respostas imediatas ante os desafios e problemas - Desenvolver o equilíbrio entre o emocional e o racional como capacidades afirmativas de intervir e agir em simultaneidade com respostas assertivas aos desafios propostos. - Estimular competências individuais nas práticas coletivas para respostas coletivas - o jogo doar e receber partilha de forças para bem comum do grupo e das individualidades. - Estabelecer pontes entre o Teatro A Improvisação e outras formas de arte inerentes ao universo teatral: a pintura, a dança, música e escultura. - Fomentar o gosto pela arte e fornecer ferramentas que capacitem o formando para a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.
Conteúdos
A. O teatro como desenvolvimento do espírito crítico, fomento da criatividade e capacidade de agir ante obstáculos e desafios. B. Estratégias de autoconhecimento e de desinibição. C. O desenvolvimento individual e interação com o coletivo. D. Os mecanismos do universo teatral e de técnicas específicas. E. O ato teatral, o ator, as personagens, ações e improviso. F. Técnicas teatrais e dinâmicas artísticas do improviso. G. A criação de um resultado final (no formato intimista ou como breve espetáculo) criado pelos alunos, como resultado de todo processo vivenciado. H. Apresentação pública ou em contexto intimista ou privado.
Metodologias
Presencial: As sessões terão um caracter predominantemente prático, suportadas por enquadramentos teóricos, em formato de textos e materiais multimédia acerca do universo teatral e das suas diversas práticas. Serão explorados jogos dramáticos, exercícios emocionais, físicos, de voz, de respiração, de concentração e de Improvisação. Será realizado um debate alargado sistemático, ao longo da oficina, a propósito de todos os trabalhos e ações teatrais desenvolvidas no contexto da escola e da sala de aula pelos formandos. Apresentação de trabalhos através da experimentação do teatro e sua aplicação, através de formatos adequados ao contexto da escola e da sala de aula, pelos formandos. Nas sessões práticas serão implementadas várias técnicas do universo teatral. Trabalho Autónomo: Essas técnicas serão depois testadas no contexto de cada formando no âmbito da criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro da escola e no contexto de sala de aula.
Avaliação
A avaliação dos formandos será efetuada ao longo de toda a oficina de formação, assumindo um caracter contínuo e formativo. Esta avaliação basear-se-á no interesse, desempenho e reflexão individual, observados no decurso da oficina e na elaboração do trabalho individual. A avaliação será qualitativa (Insuficiente, Suficiente, Bom, Muito Bom e Excelente), a que corresponderá a avaliação quantitativa. 1 a 4,9 para uma ponderação <50% para quem não assistiu a 2/3 da formação; 5 a 6,4 para uma ponderação entre 50% a 64% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação e elaborou um trabalho individual; 6,5 a 7,9 para uma ponderação de 65% a 79% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível bom. Elaboração de trabalho individual. 8 a 8,9 para uma ponderação de 80% a 89% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível muito bom. Elaboração de trabalho individual. 9 a 10 para uma ponderação de 90% a 100% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível excelente. Elaboração de trabalho individual.
Bibliografia
Nietzsche,Spolin, Viola,Spolin, Viola,Boal, Augusto,
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 9 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 11 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 12 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.
Objetivos
Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.
Metodologias
Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.
Modelo
Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf
Anexo(s)
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
Observações
Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 17-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 4 | 24-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 31-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Paula Cristina Sousa Serôdio Dias
Destinatários
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Ministério de Educação lançou em 2017 o Referencial para Educação para a Saúde definida como um processo contínuo que visa o desenvolvimento de competências das crianças e dos jovens, permitindo-lhes confrontarem-se positivamente consigo próprios, construir um projeto de vida e serem capazes de fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis. O referencial cobre áreas do desenvolvimento pessoal e social, saúde mental, prevenção da violência, sexualidade, comportamento alimentar, comportamentos aditivos e dependências (CAD) entre outras. O Programa Eu e os Outros é uma abordagem preventiva que aborda os CAD na sua interação com as restantes áreas do desenvolvimento. A sua formação capacita os docentes para a exploração dos conteúdos recomendados e proporciona uma base para a exploração das diferentes áreas incluídas no referido referencial.
Objetivos
Aprofundar conhecimentos teórico-práticos na área da Prevenção e da Promoção e Educação para a Saúde com especial destaque para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Desenvolver competências e treinar metodologias para a abordagem dos temas integrados no Referencial de Educação para a Saúde através do Programa Eu e os Outros; Capacitar para a integração dos conhecimentos adquiridos na formação numa intervenção a realizar junto de grupos de adolescentes e jovens, segundo um planeamento construído no decurso da mesma e com acompanhamento técnico e supervisão; Promover a integração de conteúdos de outras áreas de intervenção, nomeadamente a Educação para a Cidadania e a Promoção da Literacia em Saúde. Promover o domínio dos procedimentos avaliativos do Programa Eu e os Outros, aplicando-os à análise de resultados da intervenção efetuada.
Conteúdos
Os conteúdos a abordar ao longo da formação dividem-se entre (1) a compreensão da base teórica que suporta o Programa Eu e os Outros e estratégias adotadas em função dos standards para uma prevenção eficaz, (2) o domínio das metodologias, (3) o domínio dos procedimentos e por fim, (4) o domínio dos temas abordados nas diferentes narrativas interativas que servem de base ao Programa. Dentro do primeiro ponto, serão explorados os modelos explicativos do comportamento aditivo e a sua aplicação à abordagem preventiva proporcionando aos formandos a adequada definição de objetivos para a sua intervenção. No segundo ponto pretende-se abordar as regras de utilização do Programa, bem como a atitude do aplicador, o domínio e a combinação de diferentes estratégias e dinâmicas de grupo e as competências de condução da reflexão a partir da ação proporcionada. O terceiro ponto será dedicado ao conhecimento das etapas de preparação e planeamento da intervenção, bem como o conhecimento dos instrumentos que lhe servem de suporte. Por fim, no quarto ponto explorar-se-á, de modo transversal, os múltiplos conteúdos integrados nas nove narrativas, proporcionando o conhecimento dos grandes temas abordados, analisando a sua importância para o processo de desenvolvimento pessoal e social, familiarizando o aplicador com o manual de suporte à aplicação, bem como com os referenciais bibliográficos sugeridos no referido manual para cada um dos grandes temas abordados. Entre estes grandes temas, destacamos, dentro dos comportamentos aditivos, as diferentes substâncias psicoativas e seus efeitos, motivações para o consumo, crenças e expectativas, riscos associados ao consumo, enquadramento legal e recursos disponíveis na rede de referenciação. Estes tópicos são alargados aos comportamentos aditivos sem substância, nomeadamente ao jogo online, à utilização abusiva da internet e redes sociais, entre outras. Destaca-se, igualmente, a abordagem aos comportamentos alimentares, ao exercício e saúde, à doença mental, à violência no namoro, à cidadania e voluntariado jovem, à prevenção rodoviária, à educação ambiental e à integração da pessoa com deficiência. Todos estes tópicos são abordados neste programa de formação de base, de forma superficial sendo remetido o seu aprofundamento para programas de formação de segundo nível, cada um deles centrado sobre uma única narrativa, programas estes que irão ser submetidos futuramente pelo SICAD à CCPFC para creditação.
Metodologias
Presencial: A metodologia do Programa de Formação Eu e os Outros integra técnicas e métodos diversificados, privilegiando a componente prática visando facilitar a aquisição de saberes, em particular as simulações pedagógicas. Recorrer-se-á aos métodos expositivo (exploração teórica), ativo (jogo pedagógico, discussão, debate de ideias) e interrogativo (formulação de perguntas). Serão distribuídos aos formandos, em formato digital, o programa de formação, as apresentações de suporte, o manual do programa, as narrativas interativas, materiais de apoio à exploração dos conteúdos e os instrumentos necessários à avaliação da intervenção. Serão integrados momentos de trabalho em pequeno grupo, sobretudo ao nível dos processos de exploração dos materiais de suporte à formação, preparação das simulações e planeamento de intervenções futuras. Serão respeitados todos os passos metodológicos previstos ao nível do ciclo de formação do diagnóstico à avaliação. Trabalho Autónomo: O formando deverá constituir um dossier pedagógico que integre a caracterização do grupo com quem irá intervir, a calendarização da intervenção, o planeamento global e sessão a sessão e a avaliação do processo de implementação. A implementação das sete sessões que compõe o programa bem como a aplicação dos questionários de avaliação de resultados fazem igualmente parte das responsabilidades do formando no seu trabalho em autonomia. Estes elementos deverão ser discutidos com o formador em contexto de supervisão e integrar como anexo o relatório final a entregar no términos da componente prática da formação.
Avaliação
A avaliação da formação terá em conta os seguintes critérios: Assiduidade a um mínimo de dois terços (2/3) das Sessões Presenciais (Módulo I); Implementar o Programa Eu e os Outros de acordo com os procedimentos definidos; Produzir o Relatório Final de Avaliação da implementação do Programa; A classificação final é obtida numa escala de 1 a 10 valores e resulta da aplicação da seguinte fórmula para uma média ponderada: Classificação Final = Avaliação Inicial (10%) + Avaliação Contínua (30%) + Avaliação Final (60%) Insuficiente - 1 a 4,9 Regular - 5 a 6,4 Bom - 6,5 a 7,9 Muito Bom - 8 a 8,9 Excelente - 9 a 10 Ponderação da AVALIAÇÃO FINAL: Relatório entregue dentro do prazo estipulado. (até 1 valor) Inclusão no relatório das seguintes fichas devidamente preenchidas: o De Sessão (até 2) o Caracterização do Grupo (até 1) o Planeamento da Intervenção com justificações para os desvios à sua implementação (até 1) o de Aplicação (até 1) Descrição dos procedimentos de aplicação do protocolo de avaliação (até 2,5) Reflexão final (até 1,5) Ao longo das sessões presenciais serão aplicados instrumentos para a avaliação de conhecimentos.
Bibliografia
Manual Eu e dos Outros (documento estruturante do projeto que contém as orientações específicas para aplicação do projeto preventivo e que integra 14 páginas de referências bibliográficas específicas para cada tema abordado ao longo do projeto formativo).Referencial de Educação para a Saúde, DGE/DGS 2017Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, DGE 2018
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 05-06-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 15-06-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 19-06-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 26-06-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 29-06-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 9 | 05-08-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Barbosa Alves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial.
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial.. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/Teatro Nacional S.João
Enquadramento
O cinema é, na sua essência, pedagógico. Nele ou com ele aprendemos a olhar o mundo a partir de diferentes perspetivas. Cada filme suscita novos entendimentos sobre o que nos é próximo ou distante, convocando sentidos heterogéneos que crescem e se renovam em cada pessoa. É essa potência educativa que tem motivado várias atividades e projetos nas ou a partir das escolas, onde os docentes constituem-se como agentes fundamentais para o estímulo de conhecimentos, emoções e experiências significativas nos mais jovens através do cinema. Faz parte do Plano de Formação das Escolas associadas e do próprio Centro explorar metodologias de ensino e aprendizagem alternativas, onde se insere a ação que ora se propõe.
Objetivos
Integrar o Cinema, e as técnicas que dele fazem parte, em ambientes educativos; Promover um trabalho de aprofundamento crítico e criativo em torno da expressão e experiência cinematográfica; E desenvolver estratégias teórico-práticas que fomentem um contacto imersivo com a sétima arte.
Conteúdos
1. Apresentações (7h) Metodologias e reflexões sobre educação para o cinema. Introdução à linguagem cinematográfica. Visionamento, análise e discussão de filme(s)/excertos de filmes. 2. Apresentação e discussão dos trabalhos de análise cinematográfica (6h) O processo de rodagem cinematográfica como exercício educativo. Rodagem cinematográfica: da ideia à pré-produção. Planificação de exercícios práticos. 3. Rodagem dos exercícios práticos (3h); 4. Fecho e visionamento do(s) resultado(s) da rodagem: análise e discussão (7h). Balanço de aprendizagens e perspetivação de atividades futuras. 5. Avaliação final (2h) Total: 25 horas
Metodologias
A ação de formação decorrerá em regime presencial, privilegiando uma abordagem teórico-prática que combinará: 1) momentos de exposição, por parte do formador, de teorias e obras cinematográficas e com base em recursos textuais, visuais ou sonoros; 2) análise e discussão dos conteúdos com vista ao desenvolvimento de conhecimentos e competências relevantes para o curso; 3) aplicação das aprendizagens em exercícios práticos de âmbito cinéfilo e/ou pedagógico. Da metodologia referida espera-se desenvolver nos formandos: a) domínio de conceitos e articulação crítica de conteúdos teóricos ligados ao cinema: b) capacidade de análise e aplicação desses conceitos a exercícios de découpage e reflexão crítica em torno de filmes ou excertos de filmes; c) capacidade de aplicação prática dos conteúdos teóricos em práticas de filmagem; d) motivação e competências para replicação dos métodos e exercícios realizados na formação em contextos escolares (sobretudo dentro da sala de aula).
Avaliação
Dos Formandos: Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa, pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação; Referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das actividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalho final ou relatório crítico individual. Escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa. Do Formador(a), em função de: A adequação às prioridades da formação definidas (na Escola ou no CFAE); o modo de funcionamento da ação; os resultados atingidos; e os impactos que se possam registar, na sua aplicabilidade, Da Formação, quanto: Aos objetivos definidos para a formação; à relevância, da formação, para a melhoria do ensino; à relevância, da formação, para os resultados escolares e para o desenvolvimento profissional dos docentes/técnicos; se aplicável, à melhoria organizacional da Escola. Será usada aplicação específica, no final das sessões presenciais.
Bibliografia
Marner, T. (2010). A Realização Cinematográfica, Edições 70Alves, L.A.; García García, F.; Alves, P. (2014). Aprender del cine: narrativa y didáctica, ICONO14/CITCEMAlves, P.; García García, F. (2017). Oficios del cine: manual para prácticas cinematográficas, ICONO14/CITCEMInsert (2022). 20 vídeo-tutoriais e Caderno Pedagógico
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 15-07-2026 (Quarta-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 15-07-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 16-07-2026 (Quinta-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 16-07-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 17-07-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Rosa Sandra Santos Paiva
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A promoção do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR) é hoje um desafio central na educação. Estudos internacionais (OECD; CAE, 2023) evidenciam baixos níveis de desempenho crítico e comunicativo, reforçando a necessidade de desenvolver o PCCR desde o ensino básico. O pensamento crítico requer abordagens instrucionais explícitas e metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em problemas (PBL), apoiadas por instrumentos de avaliação adequados (Zapalska et al., 2018; Yu & Zin, 2023). O pensamento reflexivo implica autoanálise e tomada de decisão (Chen et al., 2019), enquanto o criativo, essencial na Sociedade 5.0, continua subvalorizado (Helaluddin et al., 2023). Com a Educação 4.0, a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) exige redefinir práticas pedagógicas e avaliativas (Thurzo et al., 2023), centrando o ensino no desenvolvimento do PCCR (Zhai, 2023). Quando usada eticamente, a IAGen — como o ChatGPT — pode potenciar o pensamento crítico e criativo (Kartal, 2024), desde que professores e alunos sejam capacitados para o seu uso responsável (García-Peñalvo, 2023). Esta oficina visa apoiar os docentes na integração pedagógica da IAGen, promovendo práticas inovadoras e colaborativas alinhadas com o Plano de Formação do AE Eugénio de Andrade e do CFAE Guilhermina Suggia.
Objetivos
A ação visa aperfeiçoar as práticas pedagógicas dos docentes no ensino explícito do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR), integrando a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) através do Modelo CRAIL2. Pretende-se incentivar metodologias ativas — sala de aula invertida, resolução de problemas e trabalho colaborativo — que promovam o desenvolvimento efetivo do PCCR. Valoriza-se a planificação de estratégias baseadas em problemas reais e na interação ética e formativa com o ChatGPT. Destaca-se o papel do pensamento reflexivo na metacognição e autoavaliação dos alunos. Os formandos irão conceber materiais pedagógicos inovadores e instrumentos de avaliação criterial que integrem a IAGen, reforçando a literacia digital, a autonomia e a confiança profissional no uso pedagógico da IA.
Conteúdos
M1 – Modelo CRAIL2 e Capacidades de Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Apresentação dos fundamentos teóricos e operacionais do Modelo CRAIL2 e das suas seis etapas. Análise comparativa entre o modelo original e o CRAIL2, com identificação das estratégias de melhoria incorporadas. Exploração dos três perfis de utilização do ChatGPT e da sua integração pedagógica nas diferentes fases do modelo. Definição de um problema real e interdisciplinar, aberto a múltiplas soluções e adequado ao desenvolvimento do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR). Produtos: problema real definido. Reflexão individual: aplicabilidade do CRAIL2 ao contexto profissional. M2 – Capacidades de Interação com a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Exploração das quatro capacidades de interação com a IAGen: interpretação, formulação de prompts, análise crítica e reformulação criativa. Aplicação destas capacidades ao problema definido em M1, delimitando contextos e cenários que estimulem pensamento crítico e múltiplas interpretações. Criação de materiais pedagógicos visuais e textuais com recurso ao ChatGPT, orientados para o desenvolvimento das quatro capacidades e do PCCR. Produtos: versão reformulada do problema, conjunto de prompts e materiais criados/testados. Reflexão individual: contributo da IAGen no processo de cocriação pedagógica. M3 – Autoavaliação, Avaliação Formativa e Dinâmicas de Trabalho Colaborativo (8h: 4h presenciais + 2h síncronas + 2h assíncronas) Exploração do pensamento reflexivo como suporte à autoavaliação e à metacognição nas etapas do CRAIL2. Planeamento de dinâmicas de trabalho de pares e cooperativo, com definição de papéis e responsabilidades. Criação de guiões e materiais visuais de apoio à colaboração. Seleção e adaptação de técnicas de avaliação formativa (Mesa Redonda, Folha Giratória, “Olhar para trás”, “Variações K-W-L”), articulando-as com o uso ético e criterioso do ChatGPT. Estruturação do Portefólio CRAIL2, com categorias e evidências formativas. Produtos: workshop de pensamento reflexivo, materiais de suporte e estrutura-base do portefólio. Reflexão individual: sobre o processo de criação e o papel da IAGen na mediação cognitiva. M4 – Planificação Integrada e Grelhas de Avaliação Criterial (8h: 2h presenciais + 2h síncronas + 4h assíncronas) Integração de todas as aprendizagens na planificação das atividades do CRAIL2, articulando metodologias ativas e recursos de IAGen. Construção de grelhas de avaliação criterial para as seis etapas do modelo e para a interação com o ChatGPT. Validação e afinação das planificações, definindo momentos, papéis e perfis de utilização da IA em cada etapa. Produtos: planificação final e conjunto validado de grelhas de avaliação. Reflexão final: sobre o impacto da integração da IAGen na prática pedagógica e no desenvolvimento do PCCR.
Metodologias
As sessões presenciais e síncronas destinam-se à exploração, experimentação e construção colaborativa de metodologias ativas, materiais pedagógicos e instrumentos de avaliação alinhados com o Modelo CRAIL2. imersão prática, a análise de casos e o uso orientado do ChatGPT nos seus três perfis. atividades de cocriação e discussão reflexiva, elaborando problemas reais, prompts, guiões de apoio e grelhas de avaliação criterial. O trabalho autónomo centra-se na construção e consolidação dos produtos pedagógicos a aplicar após a oficina. Os docentes: reformulam problemas reais e elaboram prompts e materiais de suporte à interação dos alunos com o ChatGPT; produzem materiais textuais e visuais para o trabalho de pares e de grupo; desenvolvem workshops e instrumentos de avaliação formativa e autoavaliação reflexiva; estruturam a planificação CRAIL2 completa, com as respetivas grelhas de avaliação.
Avaliação
Participação e envolvimento ativo nas sessões presenciais e online, colaboração com o grupo e cumprimento de tarefas (25%). Produção de materiais pedagógicos (problema real, prompts, materiais de suporte, planificação CRAIL2, grelhas de avaliação) que evidenciem a integração do Modelo CRAIL2 e da Inteligência Artificial Generativa (50%). Reflexões modulares e autoavaliação final que expressem pensamento crítico, reflexivo e metacognitivo sobre o percurso formativo (25%). Será considerado ainda o interesse demonstrado, a pontualidade e a qualidade do trabalho individual final, integrado no Portefólio CRAIL2. A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio
Modelo
A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio
Bibliografia
Helaluddin, Mannahali, M., Purwati, D., Alamsyah, & Wijaya, H. (2023). An Investigation into the Effect of Problem-Based Learning on Learners’ Writing Performance, Critical and Creative Thinking CapabilitieCapabilities. Journal of Language and Education, 9(2), 101–117. https://doi.org/10.17323/jle.2023.14704 Paiva, R.S., Costa, A.P., Lourenço, F. T., Pino-Juste, M. & Reis, L. P. (2025) (submitted). The integration of Generative Artificial Intelligence and Critical and Creative Thinking in a Learning Model. Springer Nature. Van den Berg, G., & du Plessis, E. (2023). ChatGPT and Generative AI: Possibilities for Its Contribution to Lesson Planning, Critical Thinking and Openness in Teacher Education. Education Sciences, 13(10). https://doi.org/10.3390/educsci13100998 Zhai, X. (2023). ChatGPT User Experience: Implications for Education. ELSEVIER, 1-18. https://orcid.org/0000-0003-4519-1931 Urban, M., Dechterenko, F., Lukavsky, J., Hrabalová, V., Svacha, F., Brom, C., & Urban, K. (2023). ChatGPT Improves Creative Problem-Solving Performance in University Students: An Experimental Study. https://doi.org/10.31234/osf.io/9z2tc
Anexo(s)
Complemento à Ação de Formação - CRAIL
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 01-05-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 16:30 | 1:00 | Online síncrona |
| 3 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-05-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Online assíncrona |
| 7 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 23-05-2026 (Sábado) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 16:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 11 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Online assíncrona |
Formador
Paula Cristina Sousa Serôdio Dias
Destinatários
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Ministério de Educação lançou em 2017 o Referencial para Educação para a Saúde definida como um processo contínuo que visa o desenvolvimento de competências das crianças e dos jovens, permitindo-lhes confrontarem-se positivamente consigo próprios, construir um projeto de vida e serem capazes de fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis. O referencial cobre áreas do desenvolvimento pessoal e social, saúde mental, prevenção da violência, sexualidade, comportamento alimentar, comportamentos aditivos e dependências (CAD) entre outras. O Programa Eu e os Outros é uma abordagem preventiva que aborda os CAD na sua interação com as restantes áreas do desenvolvimento. A sua formação capacita os docentes para a exploração dos conteúdos recomendados e proporciona uma base para a exploração das diferentes áreas incluídas no referido referencial.
Objetivos
Aprofundar conhecimentos teórico-práticos na área da Prevenção e da Promoção e Educação para a Saúde com especial destaque para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Desenvolver competências e treinar metodologias para a abordagem dos temas integrados no Referencial de Educação para a Saúde através do Programa Eu e os Outros; Capacitar para a integração dos conhecimentos adquiridos na formação numa intervenção a realizar junto de grupos de adolescentes e jovens, segundo um planeamento construído no decurso da mesma e com acompanhamento técnico e supervisão; Promover a integração de conteúdos de outras áreas de intervenção, nomeadamente a Educação para a Cidadania e a Promoção da Literacia em Saúde. Promover o domínio dos procedimentos avaliativos do Programa Eu e os Outros, aplicando-os à análise de resultados da intervenção efetuada.
Conteúdos
Os conteúdos a abordar ao longo da formação dividem-se entre (1) a compreensão da base teórica que suporta o Programa Eu e os Outros e estratégias adotadas em função dos standards para uma prevenção eficaz, (2) o domínio das metodologias, (3) o domínio dos procedimentos e por fim, (4) o domínio dos temas abordados nas diferentes narrativas interativas que servem de base ao Programa. Dentro do primeiro ponto, serão explorados os modelos explicativos do comportamento aditivo e a sua aplicação à abordagem preventiva proporcionando aos formandos a adequada definição de objetivos para a sua intervenção. No segundo ponto pretende-se abordar as regras de utilização do Programa, bem como a atitude do aplicador, o domínio e a combinação de diferentes estratégias e dinâmicas de grupo e as competências de condução da reflexão a partir da ação proporcionada. O terceiro ponto será dedicado ao conhecimento das etapas de preparação e planeamento da intervenção, bem como o conhecimento dos instrumentos que lhe servem de suporte. Por fim, no quarto ponto explorar-se-á, de modo transversal, os múltiplos conteúdos integrados nas nove narrativas, proporcionando o conhecimento dos grandes temas abordados, analisando a sua importância para o processo de desenvolvimento pessoal e social, familiarizando o aplicador com o manual de suporte à aplicação, bem como com os referenciais bibliográficos sugeridos no referido manual para cada um dos grandes temas abordados. Entre estes grandes temas, destacamos, dentro dos comportamentos aditivos, as diferentes substâncias psicoativas e seus efeitos, motivações para o consumo, crenças e expectativas, riscos associados ao consumo, enquadramento legal e recursos disponíveis na rede de referenciação. Estes tópicos são alargados aos comportamentos aditivos sem substância, nomeadamente ao jogo online, à utilização abusiva da internet e redes sociais, entre outras. Destaca-se, igualmente, a abordagem aos comportamentos alimentares, ao exercício e saúde, à doença mental, à violência no namoro, à cidadania e voluntariado jovem, à prevenção rodoviária, à educação ambiental e à integração da pessoa com deficiência. Todos estes tópicos são abordados neste programa de formação de base, de forma superficial sendo remetido o seu aprofundamento para programas de formação de segundo nível, cada um deles centrado sobre uma única narrativa, programas estes que irão ser submetidos futuramente pelo SICAD à CCPFC para creditação.
Metodologias
Presencial: A metodologia do Programa de Formação Eu e os Outros integra técnicas e métodos diversificados, privilegiando a componente prática visando facilitar a aquisição de saberes, em particular as simulações pedagógicas. Recorrer-se-á aos métodos expositivo (exploração teórica), ativo (jogo pedagógico, discussão, debate de ideias) e interrogativo (formulação de perguntas). Serão distribuídos aos formandos, em formato digital, o programa de formação, as apresentações de suporte, o manual do programa, as narrativas interativas, materiais de apoio à exploração dos conteúdos e os instrumentos necessários à avaliação da intervenção. Serão integrados momentos de trabalho em pequeno grupo, sobretudo ao nível dos processos de exploração dos materiais de suporte à formação, preparação das simulações e planeamento de intervenções futuras. Serão respeitados todos os passos metodológicos previstos ao nível do ciclo de formação do diagnóstico à avaliação. Trabalho Autónomo: O formando deverá constituir um dossier pedagógico que integre a caracterização do grupo com quem irá intervir, a calendarização da intervenção, o planeamento global e sessão a sessão e a avaliação do processo de implementação. A implementação das sete sessões que compõe o programa bem como a aplicação dos questionários de avaliação de resultados fazem igualmente parte das responsabilidades do formando no seu trabalho em autonomia. Estes elementos deverão ser discutidos com o formador em contexto de supervisão e integrar como anexo o relatório final a entregar no términos da componente prática da formação.
Avaliação
A avaliação da formação terá em conta os seguintes critérios: Assiduidade a um mínimo de dois terços (2/3) das Sessões Presenciais (Módulo I); Implementar o Programa Eu e os Outros de acordo com os procedimentos definidos; Produzir o Relatório Final de Avaliação da implementação do Programa; A classificação final é obtida numa escala de 1 a 10 valores e resulta da aplicação da seguinte fórmula para uma média ponderada: Classificação Final = Avaliação Inicial (10%) + Avaliação Contínua (30%) + Avaliação Final (60%) Insuficiente - 1 a 4,9 Regular - 5 a 6,4 Bom - 6,5 a 7,9 Muito Bom - 8 a 8,9 Excelente - 9 a 10 Ponderação da AVALIAÇÃO FINAL: Relatório entregue dentro do prazo estipulado. (até 1 valor) Inclusão no relatório das seguintes fichas devidamente preenchidas: o De Sessão (até 2) o Caracterização do Grupo (até 1) o Planeamento da Intervenção com justificações para os desvios à sua implementação (até 1) o de Aplicação (até 1) Descrição dos procedimentos de aplicação do protocolo de avaliação (até 2,5) Reflexão final (até 1,5) Ao longo das sessões presenciais serão aplicados instrumentos para a avaliação de conhecimentos.
Bibliografia
Manual Eu e dos Outros (documento estruturante do projeto que contém as orientações específicas para aplicação do projeto preventivo e que integra 14 páginas de referências bibliográficas específicas para cada tema abordado ao longo do projeto formativo).Referencial de Educação para a Saúde, DGE/DGS 2017Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, DGE 2018
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Daniela Filipa Ferreira Pinto
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Universidade Aberta / FPCEUP/UTAD/ Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco /Agrupamento de Escolas de Ribeirão/ CFAE Guilhermina Suggia
Objetivos
Apresentar o modelo de observação de pares validado pelo projeto WAY; Demonstrar a relação entre a aplicação do Modelo e a promoção da autorregulação das aprendizagens.
Conteúdos
Justificação teórica do modelo WAY; Modelo de funcionamento; Resultados obtidos; Aplicação noutros contextos – discussão.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Eduardo Miguel Esteves de Castro
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
A metodologia de tutoria tem por objetivo potenciar e orientar os objetivos dos tutorandos tendo em conta todas as competências adquiridas e que podem ser potencialmente desenvolvidas (Azevedo e Nascimento, 2007). A tutoria prevê treino, facilitação e aconselhamento, constituindo-se em si como uma rede de apoio social para o tutorando (Clutterbuck, 1991). Em contexto escolar, as tutorias assumem um papel preponderante na desconstrução de preconceitos e barreiras relativamente a dificuldades assumidas como definitivas pelos alunos. O Ministério da Educação, através do Despacho Normativo 4-A/2016/16 junho aponta para a necessidade dos alunos serem acompanhados por um professor-tutor no sentido de minimizar situações-problema, tais como, dificuldades de integração, atitudes e comportamentos disruptivos e necessidades educativas especiais. Enquadrado nos objetivos do Despacho Normativo 4-A/2016/16 junho, este curso de formação terá como propósito responder à urgência de capacitar professores-tutores, de norte a sul do país e ilhas, identificados pelo Ministério da Educação, para que a sua prática possa atenuar a distância entre as necessidades de aprendizagem dos tutorandos, os seus objetivos e sonhos, e os conhecimentos que a escola lhes pode facultar.
Objetivos
Aprofundar conhecimento acerca da metodologia de tutoria e os propósitos da mesma em contexto escolar; Aprofundar conhecimento nos modelos motivacionais e de autorregulação da aprendizagem - Explorar o desenvolvimento de estratégias autorreguladoras de aprendizagem e promoção de competências organizadoras do raciocínio e de resolução de problemas com os alunos; - Capacitar os professores-tutores para a identificação e intervenção em situações educativas problemáticas (e.g., baixos níveis de envolvimento escolar, dificuldades em definir objetivos futuros) - Refletir sobre as dificuldades escolares, sociais e desenvolvimentais dos alunos através da exploração e orientação para a resolução de problemas; - Explorar narrativas como ferramenta educativa e de regulação comportamental; - Explorar e desenvolver recursos de apoio e avaliação da prática. Refletir acerca do papel do professor-tutor; Explorar e desenvolver competências de intervenção direta do professor-tutor com os alunos-alvo; Integrar os professores-tutores numa comunidade de partilha de experiências e recursos para a prática da tutoria em contexto escolar.
Conteúdos
Módulo 1. Contextualização da Ação (2,5h assíncronas + 1h síncrona) 1.1. Desconstrução de significados e mitos acerca do papel do professor-tutor - Mitos e questões acerca do papel do professor-tutor; - Apresentação do cronograma do curso; - Avaliação de conhecimentos pré-formação; - Apresentação da tarefa final: Relatório de reflexão individual. 1.2. Apresentação e familiarização com as ferramentas online Moodle®, Adobe Connect®, Padlet® e Tricider®: - Registo e construção de perfil; - Apresentação das funcionalidades da ferramentas; Módulo 2. Introdução à metodologia de Tutoria (2h assíncronas + 1h síncrona) 2.1 Tutoria - Explorar o conceito de tutoria: perspectiva histórica; - Explorar as diferenças entre coaching, mentoring e tutoria; - Os Programas de Tutoria: Porquê?; - Explorar as atribuições do professor-tutor na legislação em vigor; 2.2 Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Apresentação e reflexão acerca dos objetivos do processo de tutoria; Módulo 3. Os tipos de conhecimento e a sua relação com a aprendizagem (2h assíncronas + 1h síncrona) 3.1 Tipos de conhecimento - Apresentação dos Tipos e fases de conhecimento; - Interação entre o conhecimento e a aprendizagem; 3.2 Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Apresentação e reflexão acerca do ciclo do processo de ajuda; Módulo 4. Motivação e aprendizagem: (con)sequêncialidades (2h assíncronas + 1h síncrona) 4.1 Motivação - Aprofundar o conceito de motivação no contexto da aprendizagem e as abordagens cognitivas da motivação; - Aprofundar o papel dos objetivos e o que orienta os alunos para os diferentes objetivos; 4.2 Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Apresentação e reflexão acerca da fase de facilitação do ciclo do processo de ajuda; Módulo 5. Modelos de autorregulação da aprendizagem (2h assíncronas + 1h síncrona) 5.1 Modelos de autorregulação da aprendizagem - Aprofundar o modelo das fases da aprendizagem autorregulada segundo Zimmerman (2000; 2002); - Aprofundar o modelo PLEA (Rosário, 2004); 5.2 Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Apresentação e reflexão acerca da fase de transição/insight do ciclo do processo de ajuda; Módulo 6. Estratégias de autorregulação da aprendizagem em contexto de tutoria (2h assíncronas + 1h síncrona) 6.1 Estratégias de autorregulação da aprendizagem - Explorar as estratégias de autorregulação da aprendizagem e sua aplicação em contexto de tutoria; - Explorar plano sequencial para a promoção do desenvolvimento da autorregulação da aprendizagem; 6.2 Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Apresentação e reflexão acerca da fase de ação do ciclo do processo de ajuda; Módulo 7. Envolvimento Escolar e Possible Selves (2h trabalho autónomo + 1h síncrona) 7.1 Envolvimento Escolar e Possible Selves - Aprofundar o conceito de envolvimento escolar e as suas dimensões em interligação com as competências de autorregulação; - Aprofundar o conceito de possible selves e a sua influência no envolvimento escolar, na definição de objetivos e no sucesso académico; 7.2 Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Apresentação e reflexão acerca do treino de competências de atendimento; Módulo 8. Avaliação (2,5h assíncronas + 1h síncrona) 8.1 Avaliação do curso de formação - Avaliação de conhecimentos pós-formação e da qualidade da formaçaõ; - Reflexão acerca dos conteúdos e implicações no contexto de tutoria e das competências do tutor; 8.2 Relatório reflexão individual
Metodologias
Exposição dos conteúdos valorizando, sobretudo, o trabalho autónomo e cooperativo dos formandos. Diagnóstico e reflexão em grupo (sessões síncronas) dos conteúdos trabalhados e implicações na sua prática de professores-tutores. Recurso a plataformas digitais: Moodle® - Plataforma de interface e de organização do Curso e de apoio ao trabalho autónomo. * Fórum Notícias: divulgação de informação relevante para o funcionamento do curso por parte dos formadores; * Fórum Dúvidas: esclarecimento de dúvidas gerais acerca do funcionamento do curso de formação; * Fórum por Módulo: esclarecimento de dúvidas relativas a um módulo específico. Adobe Connect® - Plataforma de conferência digital para as sessões síncronas. Padlet® - Portfolio de aprendizagem - Plataforma para submissão de trabalhos propostos e autopropostos (trabalhos que o formando considere que acrescenta conteúdo da sua formação pessoal e dos colegas); Tricider®: - Plataforma para diiscussão de ideias online. O curso será desenvolvido ao longo de 8 semanas ininterruptamente. Cada módulo terá associada uma sessão síncrona com os formandos. Após cada sessão síncrona é iniciado o módulo seguinte.
Avaliação
Na avaliação dos formandos será atribuída uma classificação numa escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC n.º 3/2007. A ponderação a aplicar em cada concretização prevista para cada parâmetro de avaliação estipulado: ● A realização/entrega dos trabalhos previstos para cada módulo. ● A elaboração de um relatório de reflexão de acordo com o modelo apresentado e devolvido através da plataforma Moodle® em local próprio para o efeito. Ponderação: ● Participação nas sessões classificação de 1-5 (50%): Participação nas atividades de discussão/reflexão da sessão síncrona; ● Trabalho desenvolvido para aplicação dos conteúdos - classificação de 1-5 (50%), esta percentagem terá em conta os seguintes elementos: * Padlet® individual que revele trabalho autónomo (10%); * Tarefas propostas (15%); * Quiz (10%); * Relatório de reflexão individual (15%).
Bibliografia
Azevedo, N., e Nascimento, A. (2007). Modelo de tutoria: construção dialógica de sentido(s). Revista Interacções, 3(7), 97-115.Clutterbuck, D. (1991). Everyone needs a mentor. London: Institute of Personnel and Development.Despacho Normativo 4-A/2016, de 16 junhoHamilton, M. A., e Hamilton, S. F. (2005). Work and service-learning. In D. L. Dubois e M. K.Karcher (Eds.), Handbook of youth mentoring (pp. 348-363). Thousand Oaks, CA: Sage.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 11 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 12 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 13 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 14 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.
Metodologias
Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 09-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 23-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 30-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Paula Cristina Sousa Serôdio Dias
Liliana Marisa Gomes Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, da Educação Especial e das Tecnologias Educativas
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, da Educação Especial e das Tecnologias Educativas. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
Os comportamentos aditivos com e sem substância, apresentam-se como uma problemática transversal a todos os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas. A prevenção de comportamentos aditivos pode ser considerada como um conjunto de intervenções, cientificamente sustentadas, destinadas a promover o desenvolvimento saudável dos indivíduos e a adequação dos contextos ambientais em que eles se movem, para que respondam às suas necessidades e favoreçam o aparecimento de estilos de vida saudáveis. Neste sentido, é fundamental formar os docentes dado serem agentes preventivos por excelência em função do vínculo afetivo e educativo com os seus alunos, para que possam desenvolver, através do processo educativo, as competências sociais, afetivas, relacionais e outras competências de vida que potenciem a adoção de estilos de vida saudáveis. Tendo em conta o interesse da formação que se propõe, quer o Centro de Formação, quer as suas Escolas associadas inscrevem, nos seus Planos de Formação, este tipo de ações promotoras da Educação para a Saúde, pelo que também responde às necessidade e problemas identificados por estas instituições.
Objetivos
Sensibilizar os docentes para a problemática e suas consequências. Capacitar os docentes com informação e estratégias de atuação. Valorizar a Escola como meio de promoção e proteção das crianças e jovens. Identificar, a relevância do papel do agente educativo na deteção, prevenção e intervenção no âmbito dos comportamentos de risco de crianças e jovens em contexto escolar.
Conteúdos
Módulo I: Prevenção dos Comportamentos Aditivos e Dependências (6h) Conceitos básicos de prevenção Fatores de risco e de proteção Comportamentos aditivos com e sem substância Substâncias psicoativas e padrões de consumos Gestão saudável das práticas digitais Módulo II - Boas Praticas em Contexto Escolar (4h) Estratégias de prevenção ambiental Papel do docente na prevenção de comportamentos de risco Desenvolvimento de competências pessoais e sociais Desenho de projeto de intervenção em meio escolar Módulo III: Referenciação em CAD (2h) Como abordar e motivar os jovens? Como e para onde referenciar? Discussão de casos Modulo IV: Construção de um Guião de Prevenção Ambiental (12h) Avaliação - (1h) Total: 25 horas
Metodologias
Tratamento enquadrador e conceptual da temática Trabalho de grupo, de pares e individual de pesquisa, análise e elaboração de conclusões em cada módulo; Metodologias ativas de aprofundamento das temáticas, em termos de partilha de experiências, de estudo de caso concreto, de projetos de intervenção e de construção de instrumentos adequados a essa intervenção; Testagem diagnóstica e testagem posterior para avaliação de desenvolvimento do processo; Construção, divulgação e implementação do Guião, como produto exemplar de suporte da intervenção junto dos jovens.
Avaliação
Dos Formandos: Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa, pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação; Referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das atividades das sessões e da formação global; Escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa. Do Formador(a), em função de: A adequação às prioridades da formação definidas (na Escola ou no CFAE); o modo de funcionamento da ação; os resultados atingidos; e os impactos que se possam registar, na sua aplicabilidade, Da Formação, quanto: Aos objetivos definidos para a formação; à relevância, da formação, para a melhoria do ensino; à relevância, da formação, para os resultados escolares e para o desenvolvimento profissional dos docentes/técnicos; se aplicável, à melhoria organizacional da Escola. Será usada aplicação específica, no final das sessões presenciais.
Bibliografia
European Monitoring Centre for Drugs and Drug Addiction. (2018) Technical Report Environmental substance use prevention interventions in Europe. Lisbon: EMCDDA.Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (2017). Linhas de Orientação Técnica para a intervenção em Comportamentos Aditivos e Dependências sem Substância. A perturbação do Jogo. Lisboa. SICAD.Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (2015). Os Jovens e o Álcool e a lei. Consumos, atitudes e legislação. Lisboa: SICAD.Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (2013). Rede de Referenciação /Articulação no Âmbito dos Comportamentos Aditivos e Dependências. Lisboa: SICAD.Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (2013). Linhas Gerais de Orientação à Intervenção Preventiva nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências. Lisboa: SICAD.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 4 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 7 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 8 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Roberto Manuel Ferreira Marques Rodrigues
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores de Tecnologias Especiais.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
É fundamental a atualização constante dos professores nas áreas tecnológica e pedagógica, sobretudo na utilização de recursos inovadores como a inteligência artificial generativa (IAG) - por exemplo, o ChatGPT. Estas tecnologias emergentes são revolucionárias para o setor educativo, abrindo portas para um ensino mais personalizado e a automatização de tarefas habituais. A presente ação formativa responde à exigência de manter os educadores a par das evoluções tecnológicas e pedagógicas características da atualidade. A integração destas ferramentas nas aprendizagens não apenas atualiza as metodologias de ensino, mas também prepara os alunos para um futuro marcado pela digitalização e crescente inovação tecnológica. Esta formação representa um esforço proativo para promover adaptação dos docentes às dinâmicas de ensino e aprendizagem na realidade atual, visando assegurar a concretização de aprendizagens profundas e significativas e o desenvolvimento profissional dos docentes. Com esta iniciativa, os professores terão a oportunidade de expandir seus conhecimentos, desenvolver competências e implementar eficazmente a inteligência artificial generativa (e não só) nas suas práticas educativas, promovendo metodologias aptas a enfrentar os desafios atuais e futuros. Os Planos de Formação das Escolas associadas, e do próprio Centro, também priorizam esta matéria, ligada às novas tecnologias, novos gadgets e novas aplicações, como sendo fundamentais para todos os docentes.
Objetivos
Capacitar os formandos na compreensão e aplicação de Inteligência Artificial Generativa (IAG) para o desenvolvimento de práticas educativas. Conceber contextos de aprendizagem que incorporem a IAG de forma a enriquecer o processo de aprendizagem. Atualizar técnicas didáticas que integrem as potencialidades da IAG, preparando os alunos para desafios futuros. Implementar estratégias didáticas com foco em IAG para melhorar a retenção de conhecimentos e competências e o interesse dos alunos. Oferecer formação prática sobre instrumentos de IAG, focando a sua aplicação no contexto educativo.
Conteúdos
Módulo 1: Adaptação de recursos didáticos (7h) Adaptar e personalizar materiais didáticos existentes, utilizando a IAG para suportar diferentes necessidades de aprendizagem. Metodologias e estratégias de interação com a IAG para adaptar materiais didáticos, com enfoque nas didáticas específicas, adaptação de instrumentos, linguagem, complexidade e formatos variados. Criação de materiais com graus de complexidade variável, adaptação da tipologia de itens, indo ao encontro do perfil individual de cada aluno. Produção de documentos promotores de autorreflexão, feedback e feedforward. Módulo 2: Utilização da IAG, envolvendo os alunos na conceção de materiais didáticos (6h) Estratégias de envolvimento dos alunos nos processos de adaptação de materiais didáticos, promovendo a metacognição e a autorregulação. Criação de quizzes e de outros jogos educativos com o apoio da IAG, estimulando nos alunos o espírito crítico, a validação da informação gerada pelo algoritmo e a sua integração no processo de aprendizagem. Conceber protocolos e rotinas de feedback e feedward com a intervenção da IAG mediada pelo pelos alunos e professores. Conceber, com a intervenção dos alunos, processos de avaliação e de validação dos conteúdos produzidos com o apoio da IAG. Refletir sobre os processos éticos e as implicações do uso da IAG na educação, desenvolvendo nos alunos um sentido crítico e ético sobre esta tecnologia. Módulo 3: Apoio na criação e desenvolvimento de projetos de carácter pedagógico e didáctico (6 h) Utilização da IAG no desenvolvimento de projetos pedagógicos. Conceção de rubricas e de outros mecanismos de observação e avaliação de aprendizagens com suporte da IAG. Apoio da IAG na conceção de planos de aula, na planificação de atividades didáticas e na preparação de materiais conexos. Módulo 4: Apoio em tarefas administrativas e participação em actividades. Avaliação (6 h) Apoio da IAG para a elaboração e verificação de documentos administrativos atas, relatórios; sínteses de informação; conversão de notas em textos estruturados. Apoio da IAG do desenvolvimento de propostas de concursos educativos e de projetos escolares. Automatização de procedimentos. Apoio da IAG no planeamento e logística associados à organização de visitas de estudo Avaliação com recurso a aplicações e instrumentos com apoio da AIG
Avaliação
Regime presencial - mínimo 2/3 de presenças; Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), pelo menos com um trabalho/teste individual escrito ou, se oral, com apresentação pessoal; Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios e instrumentos, para além da auto-avaliação: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das actividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalho final ou relatório crítico individual. A avaliação será quantitativa, numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.
Bibliografia
Bozkurt, A. (2023). Generative AI, synthetic contents, open educational resources (OER), and open educational practices (OEP): A new front in the openness landscape. Open Praxis, 15(3), 178184. https://doi.org/10.55982/openpraxis.15.3.579Holmes, W., Bialik, M., & Fadel, C. (2019). Artificial intelligence in education: Promises and implications for teaching and learning. Centre for Curriculum Redesign.Ojeda-Ramirez, S., Rismanchian, S., & Doroudi, S. (2023). Learning About AI to Learn About Learning: Artificial Intelligence as a Tool for Metacognitive Reflection [Preprint]. EdArXiv. https://osf.io/64ekvVries, M. de (Ed.). (2018). Handbook of technology education. Springer.Zhang, P., & Tur, G. (2023). A systematic review of ChatGPT use in K‐12 education. European Journal of Education, ejed.12599. https://doi.org/10.1111/ejed.12599
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:30 | 4:30 | Presencial |
| 6 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 18:30 | 4:30 | Presencial |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260, 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e passagem para a Serra; Proporcionar formação em modalidades alternativas que podem ser lecionadas nos cursos profissionais, no módulo de Atividades de Exploração da Natureza; Incentivar à prática da modalidade desportiva de Exploração da Natureza no Geoparque de Arouca, rentabilizando os recursos naturais da região; Desenvolver o sentido de responsabilidade e autonomia nos alunos. Desenvolver um reportório motor apelativo e indutor da prática de exercício físico.
Objetivos
Dotar os docentes de conhecimentos técnicos que lhes permitam contruir pistas de orientação na escola; Apresentar metodologias de ensino de Orientação direcionadas ao contexto escolar e com aplicação em Atividades de Exploração da Natureza; Fomentar, através da prática desportiva, o respeito pela natureza e pelo ambiente; Divulgar locais para a prática das modalidades e logística de organização; Contribuir para a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudáveis.
Conteúdos
1. Enquadramento da ação; 1 hora 2.Orientação; 3 horas 2.1. Objetivos da Orientação; 2.2. Equipamento, materiais e sua utilização; 2.3. Mapa Titulo, data, escala e equidistância, legenda, cores, símbolos e curvas de nível; 2.4. Bússola Descrição, informação e utilização. Regra 1, 2 e 3; 3.Corrida de Orientação; 2 horas 3.1. Objetivos da Corrida de Orientação; 3.2. Principais regras da modalidade. Quadros competitivos; 3.3. Postos de controlo. Balizas de orientação e alternativas. Alicate picotador e alternativas. Cartão de controlo e alternativa; 4.No terreno 4.1. Orientação na escola (pista de orientação) comparação do mapa com o terreno; 2h 4.2. Orientação urbana comparação do mapa com o terreno e introdução da bússola; 2h 4.3. Orientação na Serra utilização da bússola; 6h 4.4. Corrida de Orientação (Serra da Freita); 6h 5. Avaliação. 3h
Metodologias
A ação terá uma forte componente prática ( 22 horas), ancorada num conjunto, necessáriamente breve (3 horas) de sessões em sala.
Avaliação
Os formandos serão avaliados pelo formador, com base na recolha de elementos de avaliação contínua e por uma reflexão individual, sobre a aplicabilidade das aprendizagens, em contexto de trabalho com os alunos. No final, os formandos serão classificados, na escala de 1 a 10, de acordo com a legislação em vigor.
Bibliografia
CRUZ, Sebastião. BRÁS, José. MIRA, Jorge. Manual de Educação Física 1º ciclo do ensino básico. 4ª edição, Oeiras: Gabinete Coordenador do Desporto Escolar no âmbito do PRODEFDE. ISBN 972-97667-0-3Manual de Leitura de Cartas. 4ª edição, Lisboa: Instituto Geográfico do Exército, maio 2000. ISBN 972-765-785-0CARCELLER, Santiago, GARCÍA-YÉBENES, José, Créditos Variables de actividades en la Naturaleza (La orientación y la escalada). 1ª edição, Barcelona: Editorial Paidotribo. SBN 84-8019-343-3BOSWELL, John, Manual de sobrevivência. 2ª edição: Publicações europa-América, 1980. ISBN 972-1-02772-3MUGARRA, Ana, Sin Dejar Huella. 1ª edição, Madrid: Ediciones Desnivel, fevereiro 2000. ISBN 84-89969-54-X
Anexo(s)
Avaliação - Decisões da Comissão Pedagógica
Decisão do Conselho de Diretores
Cronograma - Orientação Nível I
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 16:00 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-03-2026 (Sábado) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
| 6 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.
Objetivos
Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.
Metodologias
Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.
Modelo
Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf
Anexo(s)
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
Observações
Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-02-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 06-03-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 4 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 27-03-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.
Metodologias
Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 14-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 21-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 28-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Pedro Sobrado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Teatro Nacional São João
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-02-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.
Objetivos
1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em rapel", com bloqueador Grigri ou Druid 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração
Conteúdos
1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade
Metodologias
A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)
Bibliografia
Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto
Anexo(s)
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
CRONOGRAMA - Escala e Manobra de Cordas - TURMA 1
Observações
Professores do 2º , 3º ciclo e secundário
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 14-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 21-02-2026 (Sábado) | 10:00 - 18:00 | 8:00 | Presencial |
| 7 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Victor Manuel Marques de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.
Objetivos
1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em rapel", com bloqueador Grigri ou Druid 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração
Conteúdos
1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade
Metodologias
A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)
Bibliografia
Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto
Anexo(s)
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
Observações
Formador Dr. Victor Sousa
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-02-2026 (Sábado) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 14-02-2026 (Sábado) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 28-02-2026 (Sábado) | 10:00 - 18:00 | 8:00 | Presencial |
Formador
Maria Joana de Melo Ferreira Félix
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores do Ensino Especial e Professores das Tecnologias Especiais. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia/TNSJ
Enquadramento
A escola, como comunidade de aprendizagem, deve promover o acesso à apropriação das diferentes linguagens e expressões artísticas, contribuindo para o desenvolvimento das inteligências múltiplas e diversos modos de expressão pessoal e compreensão do mundo. As artes e, particularmente, o Teatro, permitem encontrar outros códigos que complementam aqueles que tornámos centrais na nossa sociedade. Racionalizámos em demasia a educação/instrução, não promovendo suficientemente a formação dos afetos, a relação com o corpo, a valorização da autonomia, a capacitação para assumir os desafios e os falhanços, o prazer de aprender, de interpretar e intervir no mundo. É preciso educar e formar para as diversas linguagens, inteligências e modos de comunicar. Nem todos se enquadram na predominante, a da racionalidade lógico-verbal. Esses sentem-se excluídos e poderão encontrar no Clube de Teatro o seu meio e o seu elemento, um caminho para a sua realização pessoal e participação no bem comum e, simultaneamente, desenvolver as competências enunciadas no PASEO. Dessa forma, poderá, ainda, desenvolver-se o sentido de pertença de cada um à comunidade que a escola pretende ser. Esta ação integra-se no plano de formação CFAE Guilhermina Suggia, e do Teatro Nacional S. João em parceria com o Plano Nacional das Artes.
Objetivos
- Assumir o Clube de Teatro na escola enquanto laboratório de inovação pedagógica; - Garantir espaço para a escuta e voz dos alunos, - Criar situações que promovam a sensibilidade de se colocar no lugar do outro (empatia e compaixão); - Potenciar processos de experimentação e fruição artística, tendo em vista o desenvolvimento de diversas áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória: consciência e domínio do corpo; linguagens e textos; comunicação; pensamento crítico e criativo; resolução de problemas; saber técnico; relacionamento interpessoal; autonomia e desenvolvimento pessoal e sensibilidade estética e artística; - Empoderar os docentes para a criação e dinamização de clubes de teatro nas suas escolas, de modo enquadrado na política educativa vigente; -Desenvolver competências técnicas facilitadoras de um conjunto de metodologias e exercícios que lhes permitam ter a confiança necessária para trabalhar com os alunos neste âmbito.
Conteúdos
Sessões presenciais: 21 de outubro - 6 horas, 04 e 11 de novembro - 6 horas, 18 de novembro - 7 horas Total 25h. 1asessão (6 horas): Vou ao teatro ver o mundo: o Teatro na construção da pessoa. Nesta sessão será feita uma contextualização teórica do Teatro à luz da legislação vigente para a Educação, abordando o seu potencial transformador e desenvolvedor das dez áreas de competência do Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, o seu contributo para a visão da Escola como um polo cultural, e o seu papel para a abordagem transdisciplinar do currículo, na assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo. Experimentar-se-ão, ainda, práticas artísticas de potencial aplicação na docência, indutoras de uma abordagem multinível. 2ª sessão (6 horas): A voz dos alunos: o Clube de Teatro como laboratório de inovação pedagógica Nesta sessão serão experimentadas as estratégias que permitirão aos docentes obter ferramentas para a implementação da inovação pedagógica, com uma tónica nas metodologias de trabalho de projeto, em exercícios que incentivam a participação e a vinculação, em estratégias inclusivas, que promovem a igualdade e a não discriminação, cuja diversidade, flexibilidade, inovação e personalização respondem à heterogeneidade dos alunos, dando-lhes voz, e eliminando obstáculos e estereótipos no acesso ao currículo e às aprendizagens. 3ª sessão (6 horas): Práticas artísticas na Escola: o Teatro como meio de empoderamento. Nesta sessão explorar-se-ão as formas como as práticas artísticas podem empoderar docentes e alunos, quer a um nível das competências de expressão e comunicação, quer ao nível do estímulo do pensamento crítico e criativo e da sensibilidade estética e artística. Trabalhar-se-ão conceitos como: Respiração; Partilha; Escuta ativa; Colaboração; Ritual; Corpo; Voz; Comunicação; Foco; Atenção; Dramaturgia; Performance; Instalação; Resposta Criativa. 4a Sessão (7 horas): E agora? Perspetivas para o futuro. Nesta sessão preparar-se-á um trabalho para avaliação e a respetiva apresentação. Far-se-á também uma reflexão sobre a operacionalização destas estratégias na escola, e os mecanismos legais em que elas se inserem. No final, haverá lugar à avaliação da formação.
Metodologias
Contextualização teórica com suporte visual; Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo; Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building; Experimentação prática; Trabalho de projeto com apresentação final.
Avaliação
Formativa e continua, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados. -Metodologias ativas, tais como trabalho de grupo. -Elaboração de um documento final de reflexão individual sobre a experiência pessoal derivada da participação na ação e implicações na sua prática. -Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final. A avaliação obedecerá aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações emanadas do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua. A avaliação será de carácter quantitativo, na escala de 1 a 10 valores.
Bibliografia
BROOK, Peter (2008). O Espaço Vazio; Lisboa: Orfeu NegroSPOLIN, Viola. (2007). Jogos teatrais na sala de aula: um manual para o professor. Tradução de Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.SPOLIN, Viola. (2001). Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin. Tradução: Ingrid Koudela. São Paulo: Perspectiva.BOAL, Augusto. (2001). Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.PAVIS, P. (2005). Dicionário de Teatro. Tradução para língua portuguesa sob a direcção de J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-01-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-01-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 24-01-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 24-01-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-02-2026 (Sábado) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 21-02-2026 (Sábado) | 14:30 - 18:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 28-02-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 28-02-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.
Metodologias
Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 10-01-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 17-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 17-01-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 24-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 24-01-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 31-01-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.
Objetivos
Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.
Metodologias
Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.
Modelo
Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf
Anexo(s)
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
Observações
Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra
Formadora Drª Conceição Menezes
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-11-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 14-11-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 21-11-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 4 | 28-11-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 05-12-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |