Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais

Academia Portugal Digital

No âmbito do plano de formação em execução pelo CFAE, financiado pelo PESSOAS 2030, no programa temático Demografia, qualificações e inclusão, solicita-se a colaboração dos docentes/formandos na realização do Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais, disponível na Plataforma Academia Portugal Digital.

O preenchimento deste questionário reveste-se de especial importância por duas razões fundamentais:

  • Para os próprios formandos, constitui uma oportunidade de autoavaliação das suas competências digitais, permitindo identificar pontos fortes e áreas de desenvolvimento, com impacto direto na prática pedagógica e no percurso de formação contínua;
  • Para o CFAE, o convite e a realização deste diagnóstico correspondem ao cumprimento de um dispositivo legal obrigatório, previsto no aviso de abertura da candidatura, imposto pela entidade financiadora, sendo condição necessária para a correta execução e monitorização do plano de formação aprovado.

A participação dos formandos neste processo é, por isso, essencial, contribuindo simultaneamente para o desenvolvimento profissional individual e para a conformidade do projeto com os requisitos regulamentares do financiamento europeu.

Agradecemos, desde já, a vossa colaboração e disponibilidade.

Para aceder à plataforma “Academia Portugal Digital”, siga o link

Academia Portugal Digital – Melhora as tuas competências

No final, a plataforma apresenta os resultados que devem ser enviados para o CFAE (cfae.guilherminasuggia2529@gmail.com) como comprovativo da realização.

                                       

 

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DIVULGAÇÃO

221

CRAIL2-Integração da Inteligência Artificial Generativa no Desenvolvimento do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo:resolução de problemas reais
NOVO CRONOGRAMA DISPONÍVEL

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

AE Eugénio de Andrade

A promoção do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR) é hoje um desafio central na educação. Estudos internacionais (OECD; CAE, 2023) evidenciam baixos níveis de desempenho crítico e comunicativo, reforçando a necessidade de desenvolver o PCCR desde o ensino básico. O pensamento crítico requer abordagens instrucionais explícitas e metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em problemas (PBL), apoiadas por instrumentos de avaliação adequados (Zapalska et al., 2018; Yu & Zin, 2023). O pensamento reflexivo implica autoanálise e tomada de decisão (Chen et al., 2019), enquanto o criat
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Ref. 195T1 Inscrições abertas até 27-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138084/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 29-04-2026

Fim: 03-06-2026

Regime: b-learning

Local: AE Eugénio de Andrade

Formador

Rosa Sandra Santos Paiva

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A promoção do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR) é hoje um desafio central na educação. Estudos internacionais (OECD; CAE, 2023) evidenciam baixos níveis de desempenho crítico e comunicativo, reforçando a necessidade de desenvolver o PCCR desde o ensino básico. O pensamento crítico requer abordagens instrucionais explícitas e metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em problemas (PBL), apoiadas por instrumentos de avaliação adequados (Zapalska et al., 2018; Yu & Zin, 2023). O pensamento reflexivo implica autoanálise e tomada de decisão (Chen et al., 2019), enquanto o criativo, essencial na Sociedade 5.0, continua subvalorizado (Helaluddin et al., 2023). Com a Educação 4.0, a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) exige redefinir práticas pedagógicas e avaliativas (Thurzo et al., 2023), centrando o ensino no desenvolvimento do PCCR (Zhai, 2023). Quando usada eticamente, a IAGen — como o ChatGPT — pode potenciar o pensamento crítico e criativo (Kartal, 2024), desde que professores e alunos sejam capacitados para o seu uso responsável (García-Peñalvo, 2023). Esta oficina visa apoiar os docentes na integração pedagógica da IAGen, promovendo práticas inovadoras e colaborativas alinhadas com o Plano de Formação do AE Eugénio de Andrade e do CFAE Guilhermina Suggia.

Objetivos

A ação visa aperfeiçoar as práticas pedagógicas dos docentes no ensino explícito do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR), integrando a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) através do Modelo CRAIL2. Pretende-se incentivar metodologias ativas — sala de aula invertida, resolução de problemas e trabalho colaborativo — que promovam o desenvolvimento efetivo do PCCR. Valoriza-se a planificação de estratégias baseadas em problemas reais e na interação ética e formativa com o ChatGPT. Destaca-se o papel do pensamento reflexivo na metacognição e autoavaliação dos alunos. Os formandos irão conceber materiais pedagógicos inovadores e instrumentos de avaliação criterial que integrem a IAGen, reforçando a literacia digital, a autonomia e a confiança profissional no uso pedagógico da IA.

Conteúdos

M1 – Modelo CRAIL2 e Capacidades de Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Apresentação dos fundamentos teóricos e operacionais do Modelo CRAIL2 e das suas seis etapas. Análise comparativa entre o modelo original e o CRAIL2, com identificação das estratégias de melhoria incorporadas. Exploração dos três perfis de utilização do ChatGPT e da sua integração pedagógica nas diferentes fases do modelo. Definição de um problema real e interdisciplinar, aberto a múltiplas soluções e adequado ao desenvolvimento do Pensamento Crítico, Criativo e Reflexivo (PCCR). Produtos: problema real definido. Reflexão individual: aplicabilidade do CRAIL2 ao contexto profissional. M2 – Capacidades de Interação com a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) (4h: 2h presencial + 1h síncrona + 1h assíncrona) Exploração das quatro capacidades de interação com a IAGen: interpretação, formulação de prompts, análise crítica e reformulação criativa. Aplicação destas capacidades ao problema definido em M1, delimitando contextos e cenários que estimulem pensamento crítico e múltiplas interpretações. Criação de materiais pedagógicos visuais e textuais com recurso ao ChatGPT, orientados para o desenvolvimento das quatro capacidades e do PCCR. Produtos: versão reformulada do problema, conjunto de prompts e materiais criados/testados. Reflexão individual: contributo da IAGen no processo de cocriação pedagógica. M3 – Autoavaliação, Avaliação Formativa e Dinâmicas de Trabalho Colaborativo (8h: 4h presenciais + 2h síncronas + 2h assíncronas) Exploração do pensamento reflexivo como suporte à autoavaliação e à metacognição nas etapas do CRAIL2. Planeamento de dinâmicas de trabalho de pares e cooperativo, com definição de papéis e responsabilidades. Criação de guiões e materiais visuais de apoio à colaboração. Seleção e adaptação de técnicas de avaliação formativa (Mesa Redonda, Folha Giratória, “Olhar para trás”, “Variações K-W-L”), articulando-as com o uso ético e criterioso do ChatGPT. Estruturação do Portefólio CRAIL2, com categorias e evidências formativas. Produtos: workshop de pensamento reflexivo, materiais de suporte e estrutura-base do portefólio. Reflexão individual: sobre o processo de criação e o papel da IAGen na mediação cognitiva. M4 – Planificação Integrada e Grelhas de Avaliação Criterial (8h: 2h presenciais + 2h síncronas + 4h assíncronas) Integração de todas as aprendizagens na planificação das atividades do CRAIL2, articulando metodologias ativas e recursos de IAGen. Construção de grelhas de avaliação criterial para as seis etapas do modelo e para a interação com o ChatGPT. Validação e afinação das planificações, definindo momentos, papéis e perfis de utilização da IA em cada etapa. Produtos: planificação final e conjunto validado de grelhas de avaliação. Reflexão final: sobre o impacto da integração da IAGen na prática pedagógica e no desenvolvimento do PCCR.

Metodologias

As sessões presenciais e síncronas destinam-se à exploração, experimentação e construção colaborativa de metodologias ativas, materiais pedagógicos e instrumentos de avaliação alinhados com o Modelo CRAIL2. imersão prática, a análise de casos e o uso orientado do ChatGPT nos seus três perfis. atividades de cocriação e discussão reflexiva, elaborando problemas reais, prompts, guiões de apoio e grelhas de avaliação criterial. O trabalho autónomo centra-se na construção e consolidação dos produtos pedagógicos a aplicar após a oficina. Os docentes: reformulam problemas reais e elaboram prompts e materiais de suporte à interação dos alunos com o ChatGPT; produzem materiais textuais e visuais para o trabalho de pares e de grupo; desenvolvem workshops e instrumentos de avaliação formativa e autoavaliação reflexiva; estruturam a planificação CRAIL2 completa, com as respetivas grelhas de avaliação.

Avaliação

Participação e envolvimento ativo nas sessões presenciais e online, colaboração com o grupo e cumprimento de tarefas (25%). Produção de materiais pedagógicos (problema real, prompts, materiais de suporte, planificação CRAIL2, grelhas de avaliação) que evidenciem a integração do Modelo CRAIL2 e da Inteligência Artificial Generativa (50%). Reflexões modulares e autoavaliação final que expressem pensamento crítico, reflexivo e metacognitivo sobre o percurso formativo (25%). Será considerado ainda o interesse demonstrado, a pontualidade e a qualidade do trabalho individual final, integrado no Portefólio CRAIL2. A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio

Modelo

A avaliação será expressa numa escala de 1 a 10 valores, com a correspondente menção qualitativa: Excelente (9–10), Muito Bom (8–8,9), Bom (6,5–7,9), Regular (5–6,4) e Insuficiente (1–4,9), nos termos do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio

Bibliografia

Helaluddin, Mannahali, M., Purwati, D., Alamsyah, & Wijaya, H. (2023). An Investigation into the Effect of Problem-Based Learning on Learners’ Writing Performance, Critical and Creative Thinking CapabilitieCapabilities. Journal of Language and Education, 9(2), 101–117. https://doi.org/10.17323/jle.2023.14704 Paiva, R.S., Costa, A.P., Lourenço, F. T., Pino-Juste, M. & Reis, L. P. (2025) (submitted). The integration of Generative Artificial Intelligence and Critical and Creative Thinking in a Learning Model. Springer Nature. Van den Berg, G., & du Plessis, E. (2023). ChatGPT and Generative AI: Possibilities for Its Contribution to Lesson Planning, Critical Thinking and Openness in Teacher Education. Education Sciences, 13(10). https://doi.org/10.3390/educsci13100998 Zhai, X. (2023). ChatGPT User Experience: Implications for Education. ELSEVIER, 1-18. https://orcid.org/0000-0003-4519-1931 Urban, M., Dechterenko, F., Lukavsky, J., Hrabalová, V., Svacha, F., Brom, C., & Urban, K. (2023). ChatGPT Improves Creative Problem-Solving Performance in University Students: An Experimental Study. https://doi.org/10.31234/osf.io/9z2tc

Anexo(s)

Complemento à Ação de Formação - CRAIL


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-04-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Presencial
2 01-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 16:30 1:00 Online síncrona
3 06-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
4 08-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona
5 13-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
6 15-05-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Online assíncrona
7 20-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial
8 23-05-2026 (Sábado) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona
9 27-05-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Presencial
10 29-05-2026 (Sexta-feira) 15:30 - 16:30 1:00 Online assíncrona
11 03-06-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 17:30 2:00 Online assíncrona

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221
204

Práticas de desenvolvimento curricular apoiadas por tecnologias e recursos digitais

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Agrupamento de Escolas António Nobre
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para ...
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Ref. 1274 Inscrições abertas até 07-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 08-05-2026

Fim: 05-06-2026

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-05-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
2 15-05-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
3 20-05-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
4 22-05-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial
5 05-06-2026 (Sexta-feira) 14:00 - 19:00 5:00 Presencial

INSCREVER-ME

204
206

Educação artística – Danças Tradicionais do Mundo
NOVO CRONOGRAMA DISPONÍVEL

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Hoje em dia, toda gente concordará que o movimento físico e a dança em particular, aumenta a eficiência e desempenho da aprendizagem dos alunos. Ver ( https://www.rocketshipschools.org/your-classroom-needs-more-dance-parties/ ). A dança tradicional do Mundo é o meio de escolha preferencial, pois ...
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Ref. 181T1 Inscrições abertas até 08-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138307/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 09-05-2026

Fim: 13-06-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Mirjam Francesca Dekker Viana

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Hoje em dia, toda gente concordará que o movimento físico e a dança em particular, aumenta a eficiência e desempenho da aprendizagem dos alunos. Ver ( https://www.rocketshipschools.org/your-classroom-needs-more-dance-parties/ ). A dança tradicional do Mundo é o meio de escolha preferencial, pois consegue incluir em si grande acessibilidade, flexibilidade e possui uma riqueza infinita em material de movimento em muitos níveis. Para além disso pode ligar-se facilmente com outras disciplinas como por exemplo música e canto, Português, matemática, estudo do meio, geografia, etc, e pode ajudar a inegrar alunos especiais, com dificuldades, várias e até migrantes. Podemos tomar esta área (a dança) como eixo de confluência de todas as áreas predominantemente expressivas unindo em si diversos valores. Pretende-se valorizar a dança, como meio didático em pleno, devendo ser tratada com uma tripla dimensão: primeiro como base expressiva de emoções e sentimentos, segundo, como desenvolvimento da consciência corporal e por último como veículo de comunicação ou recurso de diálogo e conhecimento do mundo. A dança faz parte do currículo escolar e esta formação visa ser uma inspiração, apoio e fonte de informação para os professores que queiram colocá-la em prática. Esta formação terá como apoio um manual (opcional) de caráter lúdico e didático, permitindo aos formandos um maior conhecimento de fundo desta temática

Objetivos

Pretende-se com esta formação fazer com que a dança una em si diversos objetivos: ● Fomentar o gosto pela dança; ● Oferecer ferramentas pedagógicas aos participantes/formandos para que possam melhorar e enriquecer os seus métodos pedagógico/didáticos, nomeadamente: a) Adquirir de conhecimentos para melhores resultados pedagógicos; b) Superar inibições do formando para levar a dança à sala de aula; ● Usar a dança como veículo para trabalhar: a expressão e criatividade, desenvolvimento corporal e musical, desenvolvimento de orientação no espaço e no tempo, desenvolvimento pessoal/mental, sociabilização; ● Propiciar abordagens interdisciplinares; ● valorizar a dança como forma cultural, despertando interesse pelos povos e suas culturas e dessa forma facilitar a interculturalidade e o diálogo cultural que é cada vez mais mais evidente e necessário nas escolas.

Conteúdos

25 horas divididas por 5 módulos: ● 2 horas - Apresentação do grupo e introdução aos módulos de formação. ● 13 horas - Prática através de exercícios de dança: Desenvolvimento de forma (postura); Formação de estrutura em tempo e espaço; Treinar o corpo no sentido de ritmo/compasso; possibilitar a autoexpressão. ● 3 horas - Métodos de ensino/aprendizagem; Estrutura de uma aula. ● 2 horas - Métodos de adaptação de dança a diferentes grupos etários/Trabalho de grupo. ● 5 horas - Avaliação Final

Metodologias

Utilizar-se-á o método teórico/prático, recorrendo a estratégias pedagógicas de aprendizagem cooperativa e permanente interação com os formandos. Na componente teórica e conceptual utilizar-se-á o método expositivo e de descoberta guiada e, em simultâneo, promover-se-á a discussão dos conteúdos e atividades com base em situações reais apresentadas pelo formador e/ou formandos. Apresentar-se-ão vídeos e outros recursos de âmbito académico (recurso a um manual de dança da formadora) relevantes para os conteúdos da formação.

Avaliação

Na avaliação dos formandos utilizar-se-á a avaliação quantitativa, cuja escala compreende o intervalo de 1 a 10 valores, a que corresponde uma menção qualitativa e a respectiva creditação, de acordo com a legislação em vigor. A avaliação basear-se-á na apreciação da participação dos formandos, nos trabalhos desenvolvidos em contexto de formação e na apreciação de uma reflexão crítica final, a qual obedecerá a critérios previamente definidos. A participação nas atividades em contexto de formação serão percentuadas em 60% e a reflexão crítica realizada em 40%. Da ponderação de todos estes factores resultará a avaliação quantitativa dos formandos

Bibliografia

Dekker, Mirjam - “Danças (En)Cantadas e outras não…” - EDitora Tradison - ISBN -978-972-8644-48-2


Observações

É proveniente dos Países Baixos e vive em Portugal desde 1995. Formou-se em 1987 na Academia de Dança de Roterdão, Países Baixos, como professora especializada em dança jazz e contemporânea (Bacharelato). No mesmo ano terminou o curso de monitora de Danças do Mundo. Foi bailarina de várias companhias profissionais de dança tradicional e participou em inúmeros festivais, cursos e workshops por toda a Europa. Nos primeiros anos em Portugal dedicou-se a lecionar aeróbica, dança Jazz e contemporânea em ginásios e escolas de dança em Barcelos e Esposende. Há mais de quinze anos que orienta oficinas no festival “Andanças”. Foi monitora de dança tradicional com vários grupos na Espanha. No dia a dia dança com adultos (aulas regulares em Braga e no Porto) e crianças de todas as idades (projectos escolares em Barcelos, Braga e Guimarães), organiza cursos e formações de dança para professores e educadores e é coreógrafa de dança tradicional mas também de dança histórica (baile oitocentista no âmbito da recriação histórica do cerco de Almeida, baile setecentista na Braga Barroca e dança “romana” na Braga Romana), contemporânea e Jazz (escolas de dança de Barcelos e Esposende) e de Marchas Populares (Fão). Na dança tradicional é especializada nas danças da Europa de leste e dos Balcãs com a sua riqueza em passos, estilos e ambientes. Em 2015 editou o livro “Danças (En)cantadas e outras não…” que contêm CD, DVD e descrições de 26 danças tradicionais de todo o mundo para crianças. É coordenadora do projecto “Dancemos no Mundo” desde 2017, do qual também é iniciadora.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
2 16-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
3 30-05-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
4 06-06-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial
5 13-06-2026 (Sábado) 13:30 - 18:30 5:00 Presencial

INSCREVER-ME

206
240

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Inglês nos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário
NOVO CRONOGRAMA DISPONÍVEL

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330

Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 140T1 Inscrições abertas até 26-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130960/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 27-05-2026

Fim: 15-06-2026

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

Filomena Morais

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciais de inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: Stenhouse Publishers.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-05-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial
2 29-05-2026 (Sexta-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
3 01-06-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
4 05-06-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 08-06-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
6 12-06-2026 (Sexta-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
7 15-06-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial

INSCREVER-ME

240
205

Práticas de desenvolvimento curricular apoiadas por tecnologias e recursos digitais

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Agrupamento de Escolas António Nobre
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para ...
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Ref. 1275 Inscrições abertas até 02-07-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 03-07-2026

Fim: 31-07-2026

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas António Nobre

Formador

Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.

Modelo

Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf


Observações

Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 11:00 1:00 Presencial
2 10-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 11:00 1:00 Presencial
3 17-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 11:00 1:00 Presencial
4 24-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 11:00 1:00 Presencial
5 31-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 11:00 1:00 Presencial

INSCREVER-ME

205