Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais

Academia Portugal Digital

No âmbito do plano de formação em execução pelo CFAE, financiado pelo PESSOAS 2030, no programa temático Demografia, qualificações e inclusão, solicita-se a colaboração dos docentes/formandos na realização do Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais, disponível na Plataforma Academia Portugal Digital.

O preenchimento deste questionário reveste-se de especial importância por duas razões fundamentais:

  • Para os próprios formandos, constitui uma oportunidade de autoavaliação das suas competências digitais, permitindo identificar pontos fortes e áreas de desenvolvimento, com impacto direto na prática pedagógica e no percurso de formação contínua;
  • Para o CFAE, o convite e a realização deste diagnóstico correspondem ao cumprimento de um dispositivo legal obrigatório, previsto no aviso de abertura da candidatura, imposto pela entidade financiadora, sendo condição necessária para a correta execução e monitorização do plano de formação aprovado.

A participação dos formandos neste processo é, por isso, essencial, contribuindo simultaneamente para o desenvolvimento profissional individual e para a conformidade do projeto com os requisitos regulamentares do financiamento europeu.

Agradecemos, desde já, a vossa colaboração e disponibilidade.

Para aceder à plataforma “Academia Portugal Digital”, siga o link

Academia Portugal Digital – Melhora as tuas competências

No final, a plataforma apresenta os resultados que devem ser enviados para o CFAE (cfae.guilherminasuggia2529@gmail.com) como comprovativo da realização.

                              

             

 

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DIVULGAÇÃO

340

Autoavaliação das escolas - da estratégia à operacionalização
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;Professores de Educação Especial;

Curso

 

25,0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

O Decreto-Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, ao definir a obrigatoriedade da autoavaliação das Escolas, tornou clara a importância da implicação e do envolvimento de todas as pessoas da comunidade educativa no processo de melhoria do serviço educativo e da organização da própria escola. São os processos ...
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Ref. 2871 Inscrições abertas até 3 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139371/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 4 de Novembro de 2026

Fim: 16 de Dezembro de 2026

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, ao definir a obrigatoriedade da autoavaliação das Escolas, tornou clara a importância da implicação e do envolvimento de todas as pessoas da comunidade educativa no processo de melhoria do serviço educativo e da organização da própria escola. São os processos de autoavaliação das escolas que permitem que a tomada de decisões informadas e contextualizadas, a partir da triangulação de um conjunto de dados. Ao mesmo tempo, esta prática é apontada por Bolívar (2019) como uma prática de liderança pedagógica comprometida com a melhoria do sucesso educativo dos seus alunos e alunas. É neste sentido que surge este curso de formação com o objetivo de apoiar as escolas a aprofundar os seus processos de monitorização interna, envolvendo todos os docentes e membros da comunidade mais alargada nesta reflexão. Assim, entende-se a autoavaliação das escolas como um processo “de natureza essencialmente formativa e conducente a uma melhoria global e sustentada de todos os dispositivos, estratégias e práticas que visem uma educação de qualidade, simultaneamente, em termos científicos, pedagógicos e democráticos” (Afonso, 2010, p. 358). Sustentado no trabalho colaborativo, numa atitude dialógica e reflexiva, reforça-se a autonomia da organização escolar.

Objetivos

- Aprofundar o conhecimento sobre os pressupostos e finalidades dos processos de autoavaliação; - Aprofundar o conhecimento sobre os métodos de recolha e análise dos dados; - Envolver os professores e promover o debate, sobre os processos de decisão e monitorização da ação; - Promover a capacidade reflexiva dos professores, tão necessária à promoção da coerência na decisão e ação curricular que desenvolvem nas escolas; - Promover a criação de mecanismos que facilitem a articulação dos diferentes instrumentos de gestão da escola e os processos/dispositivos de avaliação; - Vivenciar e refletir sobre as experiências de colaboração experienciadas que possam suportar a transição de uma cultura individualista para uma cultura de cooperação ao nível do trabalho docente; - Desenvolver um modelo de avaliação que permita a análise das práticas ao nível da dimensão da gestão organizacional e da dimensão pedagógica de forma integrada e contextualizada.

Conteúdos

Esta é uma ação de formação que totaliza 25 horas de formação de caráter teórico-prático, em regime misto (b-learning), encontrando-se organizada em função de quatro módulos de conteúdos. Módulo 1 (6h): Pressupostos e finalidades dos processos de autoavaliação - Enquadramento legal da avaliação das escolas; - Avaliação interna e avaliação externa das escolas; - Quadro de referência da avaliação externa das escolas Módulo 2 (6h): 5 Dimensões e Práticas para uma liderança eficaz - A escola como “organização aprendente” - A importância da autoavaliação - Articulação com o Projeto Educativo e os normativos legais em vigor; Módulo 3 (6h): Métodos de recolha e análise dos dados - Métodos de recolha de dados; - Métodos de análise e tratamento dos dados; - Triangulação metodológica; Módulo 4 (6h): Planeamento estratégico da ação - Plano de ação – definição de domínios; indicadores e metas. Avaliação do curso de formação (1h)

Metodologias

O planeamento dos conteúdos da ação, conforme mencionado anteriormente, totaliza 25 horas de formação de carácter teórico-prático em regime misto. O trabalho será desenvolvido a partir da cooperação e do enquadramento teórico em torno da construção de recursos e instrumentos contextualizados à realidade de cada uma das escolas. O debate e a reflexão sobre a implementação das estratégias construídas pelo grupo constituirão a modalidade presente com vista à discussão e realização das possíveis mudanças que possam ser adotadas. A formadora disponibilizará aos formandos, materiais complementares de aprofundamento teórico. Tais materiais serão um suporte à produção individual do relatório final, que constitui a componente do trabalho individual.

Avaliação

- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. - A avaliação dos formandos será contínua e participada por todos os intervenientes e assentará na participação nas dinâmicas das sessões presenciais, bem como na elaboração de um trabalho individual/documento final de reflexão crítica individual sobre a experiência pessoal derivada da participação na Ação e implicações na prática letiva, de acordo com os critérios previamente estabelecidos ao nível do Centro de Formação, com a legislação em vigor e com as orientações do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua; - A avaliação dos formandos é quantitativa e expressa numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, conforme referencial constante da legislação em vigor e que a seguir se explicita: Excelente — de 9 a 10 valores; Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; Bom — de 6,5 a 7,9 valores; Regular — de 5 a 6,4 valores; Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Afonso, Janela, Almerindo (2010). Políticas educativas e autoavaliação da escola pública portuguesa: apontamentos de uma experiência. Estudos em Avaliação Educacional, vol. 21, n. 46, pp. 343-362.Amado, João (2014). Manual de Investigação Qualitativa em educação (2ª ed.). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.Bolívar-Botía, A. (2021).Bolívar, Antonio (2014). La autoevaluación en la construcción de capacidades de mejora de la escuela como comunidad de aprendizaje profesional. Revista Portuguesa de Investigação Educacional, vol. 14, pp. 9-40Bolivar, A. (2014). Melhorar os processos e os resultados educativos. O que nos ensina a investigação. Melhorar a Escola. Sucesso Escolar, Disciplina, Motivação, Direção de Escolas e Políticas Educativas. J. Machado and J. M. Alves. Porto, Universidade Católica Editora: 107-121. Stake, Robert E. (2006). Evaluación compreensiva y evaluación basada em estándardes. Barcelona: Editora Graó.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-11-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial
2 11-11-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:00 3:30 Presencial
3 18-11-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Online síncrona
4 25-11-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Online síncrona
5 02-12-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Online síncrona
6 09-12-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
7 16-12-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
259

Acidentes Rodoviários e Fatores de Risco de Acidentes Rodoviários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo e Secundário;

ACD

 

3,0 horas

 

e-learning

 

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Online

Área de Formação nos termos do art.5º do Decreto -Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
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Ref. 2201 Inscrições abertas até 16 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD2526/23

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 17 de Novembro de 2026

Fim: 17 de Novembro de 2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

Área de Formação nos termos do art.5º do Decreto -Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica

Objetivos

Identificar as componentes do trânsito; Reconhecer que os acidentes rodoviários são resultantes de várias causas; Reconhecer a importância dos principais indicadores de segurança rodoviária; Identificar os fatores de risco, características e consequências e comportamentos seguros a adotar; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;

Conteúdos

Trânsito rodoviário: componentes e objetivos; O acidente rodoviário como fenómeno multifatorial; Principais desafios da sinistralidade rodoviária; Fatores de risco de acidentes rodoviários: distração, álcool, velocidade, fadiga; Recursos educativos de apoio às atividades;


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME
325

Lideranças Intermédias na Escola: Coordenação, Trabalho Cooperativo e Gestão de Equipas
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento; Professores de Educação Especial;

Curso

 

15,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto, Porto

A crescente complexidade das organizações escolares e as exigências associadas à melhoria contínua da qualidade educativa tornam imprescindível o reforço das competências de liderança e de gestão intermédia no contexto dos agrupamentos de escolas. As lideranças intermédias assumem um papel estratégico na ...
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Ref. 2761 Inscrições abertas até 22 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142504/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 23 de Novembro de 2026

Fim: 7 de Dezembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto, Porto

Formador

Paula Cristina Borges Duarte Pais

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A crescente complexidade das organizações escolares e as exigências associadas à melhoria contínua da qualidade educativa tornam imprescindível o reforço das competências de liderança e de gestão intermédia no contexto dos agrupamentos de escolas. As lideranças intermédias assumem um papel estratégico na articulação entre a direção, os docentes e as estruturas pedagógicas, sendo decisivas na implementação eficaz do Projeto Educativo, na coordenação curricular e na promoção de práticas pedagógicas consistentes e inovadoras. No caso concreto do Agrupamento, identificou-se a necessidade de consolidar e aprofundar competências específicas dos coordenadores de departamento, de grupo disciplinar e dos diretores de turma, enquanto agentes-chave na dinamização de equipas educativas, na mediação de processos organizacionais e na promoção de uma cultura de colaboração e responsabilidade partilhada. A diversidade de funções e desafios inerentes a estes cargos exige uma formação estruturada, orientada para a reflexão crítica sobre práticas de liderança e para a aquisição de ferramentas operacionais ajustadas ao contexto escolar. A dinamização de uma ação de formação na modalidade de curso, com a duração de 15 horas, permitirá criar um espaço formativo consistente, favorável à partilha de experiências, à análise de situações reais e à construção de estratégias comuns de atuação. Esta abordagem promove alinhamento pedagógico com objetivos estratégicos, garantindo coerência e eficácia.

Objetivos

• Refletir sobre o papel estratégico das lideranças intermédias na melhoria das práticas pedagógicas e organizacionais, reforçando a sua importância na cultura de qualidade do agrupamento. • Promover o trabalho colaborativo como ferramenta essencial para a inovação e a coesão das equipas educativas. • Explorar e aplicar ferramentas práticas para uma coordenação eficaz dos departamentos curriculares, garantindo alinhamento com os objetivos do projeto educativo. • Desenvolver competências-chave em: o Comunicação assertiva para fortalecer relações e processos; o Gestão de equipas com foco na motivação e acompanhamento; o Tomada de decisão baseada em dados e estratégias pedagógicas.

Conteúdos

Enquadramento das Lideranças Intermédias no Contexto Escolar (2 horas) • Conceito e tipologias de liderança em contexto educativo. • O papel estratégico das lideranças intermédias na organização escolar. • Responsabilidades, desafios e limites da função de coordenação. • Articulação entre liderança intermédia, direção e estruturas pedagógicas. 2. Liderança Pedagógica e Cultura Organizacional (3 horas) • Liderança pedagógica orientada para a melhoria das aprendizagens. • Construção de uma cultura de qualidade, colaboração e responsabilidade partilhada (CONFIANÇA). • Alinhamento das práticas de coordenação com o Projeto Educativo e os documentos estruturantes do Agrupamento. • Promoção da inovação pedagógica e da reflexão sobre práticas. 3. Estratégias de Aprendizagem Cooperativa nas Organizações Escolares (3 horas) • Princípios e estratégias de AC em contextos educativos. • Estratégias para a dinamização de equipas docentes e grupos disciplinares. • Gestão de conflitos e negociação em contextos de coordenação. • Partilha de boas práticas e construção de comunidades de aprendizagem profissional. 4. Comunicação Assertiva e Relações Interpessoais (2 horas) • Comunicação eficaz e assertiva em funções de liderança intermédia. • Escuta ativa, feedback construtivo e comunicação em reuniões pedagógicas. • Comunicação em contextos de mudança e tomada de decisão. • Relação com diferentes interlocutores: docentes, direção, alunos e famílias. 5. Gestão, Motivação e Acompanhamento de Equipas (3 horas) • Estratégias de motivação e envolvimento dos docentes. • Acompanhamento pedagógico, supervisão/intervisão colaborativa e apoio à prática docente. • Gestão do tempo, prioridades e processos de coordenação. • Liderança ética e desenvolvimento profissional contínuo. 6. Tomada de Decisão e Planeamento Estratégico (2 horas) • Tomada de decisão informada: utilização de dados pedagógicos e organizacionais. • Planeamento, monitorização e avaliação de ações no âmbito da coordenação. • Definição de metas, indicadores e estratégias de melhoria. • Aplicação prática a situações reais do Agrupamento.

Metodologias

A ação decorrerá maioritariamente online, com metodologias ativas e participativas, incluindo sessões teóricas, teórico-práticas e práticas, complementadas por momentos de reflexão teórica. As sessões teóricas abordarão conceitos de liderança intermédia, liderança pedagógica e gestão de equipas, garantindo uma base comum. As teórico-práticas envolverão análise de situações reais, estudo de casos, trabalho colaborativo e debates orientados. As práticas centrar-se-ão na aplicação de ferramentas de comunicação, gestão de equipas, tomada de decisão e planeamento estratégico, com simulações, role-play e construção de instrumentos de coordenação pedagógica. Serão promovidos seminários para partilha de experiências, reflexão crítica e socialização de propostas. Estas metodologias visam promover a participação ativa, a transferência das aprendizagens para a prática e a melhoria das dinâmicas de liderança.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%).

Bibliografia

Burke, R., & Cooper, C. (2016). The Fulfilling Workplace: The Organization’s Role in Achieving Individual and Organizational Health, Gower book.Cunha, M., Rego, A., Cunha, R., & Cardoso, C. (2019). Manual de Comportamento Organizacional e Gestão, 8ª ed., Editora RH Lda, LisboaFlores, M. A. (2022). Investigando os efeitos das lideranças escolares nos resultados dos alunosFullan, M. (2003). Liderar numa Cultura de Mudança. Porto: Edições Asa.Leithwood, H. & Hopkins, D. (2008). Seven strong claims about successful school leadership. School Leadership and Management, 28(1), 27-42.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-11-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
2 26-11-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
3 30-11-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
4 03-12-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial
5 07-12-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

325
260

Educação Rodoviária e Mobilidade Sustentável
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo e Secundário;

ACD

 

3,0 horas

 

e-learning

 

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Online

Área de formação nos termos do art.5º do Decreto-Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
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Ref. 2211 Inscrições abertas até 23 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD2526/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 24 de Novembro de 2026

Fim: 24 de Novembro de 2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos

Destinatários

Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia

Enquadramento

Área de formação nos termos do art.5º do Decreto-Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica

Objetivos

Identificar os pilares da mobilidade sustentável; Reconhecer a importância de proteger o ambiente, e o impacto a nível social e económico; Identificar fatores de risco e comportamentos dos utentes vulneráveis; Reconhecer a importância das várias formas de ecomobilidade; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;

Conteúdos

Sinistralidade rodoviária juvenil e características de risco associadas aos jovens; Princípios-chave da educação para a Segurança Rodoviária e Mobilidade; Pilares da mobilidade sustentável - proteção ambiental, dimensão social e económica; Qualidade de vida e da segurança rodoviária; Micromobilidade: mobilidade ativa, mobilidade integrada, mobilidade partilhada; Recursos educativos de apoio às atividades;


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME
287

Escalada e Manobras de Cordas
Professores dos Grupos 260 e 620

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 260 e 620

Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes ...
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Ref. 1243 Inscrições abertas até 5 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Janeiro de 2027

Fim: 27 de Janeiro de 2027

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Existem diversas razões justificativas para a formação em escalada e manobra de cordas, que referenciamos: Segurança: A escalada e a manobra de cordas são atividades relativamente perigosas se realizadas sem o conhecimento adequado. A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes aprendam as técnicas e os procedimentos de segurança necessários para minimizar riscos. Melhoria do desempenho: A formação em escalada e manobra de cordas permite que os praticantes desenvolvam habilidades específicas, tais como a capacidade de escalada técnica, a habilidade de manusear e fixar cordas, e a capacidade de utilizar equipamentos de proteção. Acesso a novas atividades: A escalada e a manobra de cordas são atividades que podem ser realizadas numa ampla variedade de ambientes, como rochas, montanhas, árvores e edifícios. A formação em escalada e manobra de cordas pode abrir novas possibilidades de atividades ao ar livre para os praticantes. Trabalho em equipa: A escalada e a manobra de cordas geralmente requerem trabalho em equipe, o que pode ajudar a desenvolver habilidades de comunicação, liderança e cooperação. Redução do impacto ambiental: A formação em escalada e manobra de cordas inclui tópicos relacionados com a preservação ambiental e a redução do impacto humano nos ambientes naturais. Consequentemente, ajuda a minimizar o impacto ambiental da atividade de escalada e a promover uma abordagem mais responsável e sustentável para a sua prática. Em resumo, a formação em escalada e manobra de cordas é uma atividade importante para aqueles que desejam praticar escalada de forma segura e eficaz, bem como para aqueles que procuram desenvolver habilidades específicas e explorar novas atividades ao ar livre.

Objetivos

1. Caracterizar a modalidade quanto à sua origem e desenvolvimento 2. Identificar e interpretar contextos de prática desportiva e de relações entre os seus intervenientes 3. Interpretar a legislação e regulamentação específica da modalidade 4. Caracterizar e distinguir materiais e equipamentos desportivos da modalidade de acordo com o tipo de prática, formal e informal 5. Certificar-se do cumprimento das condições de segurança necessárias à realização de uma atividade desportiva, de acordo com a complexidade dos elementos envolvidos 6. Assegurar a montagem e desmontagem de aparelhos 7. Aplicar, de acordo com a metodologia recomendada, sistemas de observação e análise da prática da modalidade 8. Identificar e vivenciar os aspetos críticos de realização da modalidade na perspetiva dos praticantes 9. Reconhecer e analisar as exigências técnicas, físicas e psicológicas predominantes da modalidade 10. Descer com segurança, em “rapel", com bloqueador “Grigri ou Druid” 11. Montar aparelho de corda (Tirolesa; Ponte de Cordas Paralelas; Rapel), utilizando corretamente as técnicas de ancoragem e amarração

Conteúdos

1. Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade 2. Prática da modalidade 3. Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade 4. Materiais e equipamentos específicos da modalidade

Metodologias

A formação em escalada e manobra de cordas envolve uma série de técnicas e habilidades que devem ser aprendidas e praticadas com segurança e eficiência. 1. Fundamentos: É importante que o formando tenha uma compreensão básica dos equipamentos, nós e sistemas utilizados na escalada e manobra de cordas, implicando exercícios simples que envolvem a utilização de elementos básicos. 2. Progressão gradativa: À medida que o formando ganha confiança e habilidade, transita para técnicas mais avançadas, como a colocação de proteções, ancoragens, rapel e técnicas de resgate. A formação progride gradativamente, respeitando o ritmo de cada formando e garantindo que todas as etapas são assimiladas. 3. Prática em ambiente controlado: Nesta fase os exercícios são realizados num ambiente controlado, com a supervisão do formador e com a utilização de equipamentos de segurança adequados. Ambientes artificiais, como paredes de escalada indoor, são utilizadas para a prática das técnicas básicas. 4. Prática em ambiente real: Depois de o formando ter adquirido habilidades básicas, é importante que ele pratique em ambiente real, ou seja, numa rocha ou parede natural.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Desempenho nas sessões presenciais conjuntas (70%) Trabalhos produzidos (20%) Relatório individual (10%)

Bibliografia

Chumbinho, R. (1996). A implantação de estruturas artificiais de escalada em meio escolar. Horizonte, XII(72), 228–232.Cunha, N. (2016). Ensino de Escalada: Técnicas de segurança e progressão. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Provas Públicas para o Título de Especialista.Hoffmann, M. (1996). Manual de Escalada (3a). Ediciones Desnivel.Varela, A., & Vasconcelos, O. (2009). Escalada Desportiva: atenção, concentração e memória visual ao longo de uma época desportiva. Universidade do Porto. Faculdade de Desporto

Anexo(s)

01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf

01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-01-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 09-01-2027 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
3 12-01-2027 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
4 16-01-2027 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
5 16-01-2027 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
6 20-01-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
7 23-01-2027 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
8 27-01-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

287
301

Currículo, aprendizagem e inclusão – O contributo do Projeto AROÍ para o sucesso de alunos migrantes
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo e Secundário; Professores de Educação Especial;

Oficina

 

50,0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

A crescente diversidade linguística e cultural nas escolas portuguesas, consequência direta dos fluxos migratórios contemporâneos, exige uma resposta pedagógica inclusiva e equitativa por parte de todos os docentes, independentemente do grupo disciplinar a que pertencem. Esta realidade torna-se ...
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Ref. 2551 Inscrições abertas até 10 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141385/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 12 de Janeiro de 2027

Fim: 13 de Abril de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, Porto

Formador

António Monteiro Silva

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

A crescente diversidade linguística e cultural nas escolas portuguesas, consequência direta dos fluxos migratórios contemporâneos, exige uma resposta pedagógica inclusiva e equitativa por parte de todos os docentes, independentemente do grupo disciplinar a que pertencem. Esta realidade torna-se particularmente desafiante quando os alunos migrantes, oriundos de países fora da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), chegam às escolas sem ou com muito reduzidos conhecimentos da língua portuguesa. Neste contexto, justifica-se plenamente a acreditação de uma oficina de formação destinada a todos os grupos disciplinares, com o objetivo de desenvolver competências nos docentes que lhes permitam adaptar práticas pedagógicas às necessidades específicas destes alunos. Esta formação deverá centrar-se na promoção da aprendizagem linguística em articulação com os conteúdos curriculares, numa lógica de integração, e não de segregação ou remediação. A presente proposta formativa tem como base o Projeto AROÍ, iniciativa de referência no domínio da educação intercultural e da didática inclusiva. O Projeto AROÍ promove abordagens metodológicas centradas na mediação linguística e cultural, no desenvolvimento de estratégias de comunicação multilingue e na construção de ambientes de aprendizagem sensíveis à diversidade linguística. A acreditação desta oficina responde, portanto, a necessidades prementes identificadas nas escolas, alinhando-se com os princípios orientadores da equidade, da inclusão e da educação para todos, consagrados na legislação educativa nacional e nas orientações internacionais.

Objetivos

A formação visa: • Sensibilizar os docentes para os desafios enfrentados pelos alunos migrantes no processo de integração escolar e social; • Proporcionar ferramentas para o ensino de conteúdos curriculares em contextos multilingues, promovendo a aprendizagem da língua portuguesa como língua de escolarização; • Estimular práticas pedagógicas colaborativas, inclusivas e culturalmente responsivas; • Desenvolver competências para a criação de materiais didáticos acessíveis e adaptados; • Valorizar a interculturalidade como dimensão pedagógica transversal ao currículo. Ao abranger todos os grupos disciplinares, esta oficina de formação reconhece o papel de todos os docentes enquanto agentes de integração, superando a ideia de que a aprendizagem da língua portuguesa é responsabilidade exclusiva dos professores de Português. O trabalho colaborativo entre disciplinas é essencial para criar percursos de aprendizagem coerentes e integradores para todos os alunos, especialmente para aqueles que enfrentam barreiras linguísticas e culturais.

Conteúdos

Módulo 0. Apresentação – 2 horas • Apresentação da formação, do formador e dos formandos. • Partilha de experiências com a integração dos alunos migrantes. • Definição de necessidades na prática letiva. Módulo 1. Enquadramento teórico e legal – 3 horas • Diversidade linguística e cultural no contexto educativo português. • Políticas de acolhimento e inclusão de alunos migrantes. • Enquadramento legal e normativo: Lei de Bases do Sistema Educativo, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Decreto-Lei n.º 54/2018. • Apresentação do Projeto AROÍ: fundamentos, objetivos e práticas. Módulo 2. Didática inclusiva e diferenciada em contextos multilingues – 10 horas • Estratégias e metodologias para o ensino de conteúdos a alunos com desconhecimento do português. • Construção de atividades acessíveis e significativas em diferentes disciplinas. • Recursos didáticos e tecnológicos de apoio à aprendizagem de alunos não falantes de português. • Avaliação formativa e diferenciada: critérios e práticas justas e equitativas. Módulo 3. Trabalho colaborativo e interdisciplinar – 4 horas • Papel de todos os docentes na promoção da inclusão linguística e cultural. • Planificação colaborativa e articulação curricular em equipa. • Partilha de práticas e construção de materiais interdisciplinares. Módulo 4. Oficina prática – 4 horas • Análise de casos e desafios reais trazidos pelos participantes. • Elaboração de planos de aula e materiais adaptados a contextos multilingues. • Simulação de estratégias de ensino e comunicação com alunos não lusófonos. • Reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas. Módulo 5. Reflexão e avaliação da ação – 2 horas

Metodologias

Presencial: 25 horas - A ação articulará momentos expositivos com dinâmicas ativas centradas na partilha de experiências e na resolução colaborativa de problemas pedagógicos. Serão privilegiadas metodologias participativas, como o trabalho de grupo, a análise de casos, a simulação de situações reais de sala de aula e a elaboração de recursos didáticos adaptados a alunos migrantes com desconhecimento da língua portuguesa. Haverá também momentos de reflexão crítica individual e coletiva sobre práticas inclusivas. A componente prática promoverá a aplicação dos conteúdos à realidade profissional dos formandos, num ambiente de colaboração entre docentes de diferentes grupos disciplinares. Trabalho Autónomo: Durante as 25 horas de trabalho autónomo, os formandos desenvolverão atividades que promovam a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos e a reflexão sobre as suas práticas pedagógicas. Em concreto, deverão: Realizar leituras orientadas de documentos de referência (legislação, recursos do Projeto AROÍ, artigos científicos e relatos de práticas inclusivas). Diagnosticar necessidades concretas da sua realidade profissional, identificando os principais desafios no acolhimento e acompanhamento de alunos migrantes com desconhecimento da língua portuguesa. Planificar uma atividade ou sequência didática adaptada ao seu grupo/turma, integrando estratégias de mediação linguística e de ensino acessível. Experimentar em contexto real (ou simulado) a atividade planificada e recolher evidências da sua implementação (registos, reflexões, feedback). Elaborar um relatório final crítico-reflexivo, que documente o percurso realizado, as dificuldades sentidas e os efeitos observados (ou esperados) na aprendizagem e inclusão dos alunos.

Avaliação

Os formandos são avaliados de acordo com as regras previstas no regulamento interno do centro de formação bem como a legislação vigente aplicável. Os formandos serão informados que a para sua avaliação serão tidos em conta os seguintes parâmetros/critérios: - Participação nas sessões presenciais – em que será tido em conta a realização das tarefas nas sessões presenciais; - Participação nas sessões online; - Relatório/trabalho de reflexão individual – onde deverá constar memória descritiva do trabalho do formando nas sessões presenciais e o produto do trabalho autónomo apresentado.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017).Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Inclusão de alunos migrantes em contexto educativo, Direção Geral da Educação, janeiro de 2024Resolução do Conselho de Ministros n.º 140/2024, de 17 de outubro


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-01-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Presencial
2 19-01-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
3 26-01-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Presencial
4 02-02-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
5 16-02-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Presencial
6 23-02-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
7 02-03-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Presencial
8 09-03-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
9 16-03-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
10 06-04-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
11 13-04-2027 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Presencial

INSCREVER-ME

301
289

ORIENTAÇÃO - Nível I
Professores dos Grupos 260, 620

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 260, 620

Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e ...
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Ref. 1503 Inscrições abertas até 13 de Abril de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132956/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 14 de Abril de 2027

Fim: 28 de Abril de 2027

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Professores dos Grupos 260, 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Proporcionar e promover a formação dos docentes de Educação Física e do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas específicas das Atividades de Exploração da Natureza, previstas nas aprendizagens essenciais da disciplina de Educação Física; Apresentar metodologias de ensino da Orientação, com início na escola e passagem para a Serra; Proporcionar formação em modalidades alternativas que podem ser lecionadas nos cursos profissionais, no módulo de “Atividades de Exploração da Natureza”; Incentivar à prática da modalidade desportiva de Exploração da Natureza no Geoparque de Arouca, rentabilizando os recursos naturais da região; Desenvolver o sentido de responsabilidade e autonomia nos alunos. Desenvolver um reportório motor apelativo e indutor da prática de exercício físico.

Objetivos

Dotar os docentes de conhecimentos técnicos que lhes permitam contruir pistas de orientação na escola; Apresentar metodologias de ensino de Orientação direcionadas ao contexto escolar e com aplicação em Atividades de Exploração da Natureza; Fomentar, através da prática desportiva, o respeito pela natureza e pelo ambiente; Divulgar locais para a prática das modalidades e logística de organização; Contribuir para a aquisição e manutenção de hábitos de vida saudáveis.

Conteúdos

1. Enquadramento da ação; 1 hora 2.Orientação; 3 horas 2.1. Objetivos da Orientação; 2.2. Equipamento, materiais e sua utilização; 2.3. Mapa – Titulo, data, escala e equidistância, legenda, cores, símbolos e curvas de nível; 2.4. Bússola – Descrição, informação e utilização. Regra 1, 2 e 3; 3.Corrida de Orientação; 2 horas 3.1. Objetivos da Corrida de Orientação; 3.2. Principais regras da modalidade. Quadros competitivos; 3.3. Postos de controlo. Balizas de orientação e alternativas. Alicate picotador e alternativas. Cartão de controlo e alternativa; 4.No terreno 4.1. Orientação na escola (pista de orientação) – comparação do mapa com o terreno; 2h 4.2. Orientação urbana – comparação do mapa com o terreno e introdução da bússola; 2h 4.3. Orientação na Serra – utilização da bússola; 6h 4.4. Corrida de Orientação (Serra da Freita); 6h 5. Avaliação. 3h

Metodologias

A ação terá uma forte componente prática ( 22 horas), ancorada num conjunto, necessáriamente breve (3 horas) de sessões em sala.

Avaliação

Os formandos serão avaliados pelo formador, com base na recolha de elementos de avaliação contínua e por uma reflexão individual, sobre a aplicabilidade das aprendizagens, em contexto de trabalho com os alunos. No final, os formandos serão classificados, na escala de 1 a 10, de acordo com a legislação em vigor.

Bibliografia

CRUZ, Sebastião. BRÁS, José. MIRA, Jorge. Manual de Educação Física – 1º ciclo do ensino básico. 4ª edição, Oeiras: Gabinete Coordenador do Desporto Escolar no âmbito do PRODEFDE. ISBN 972-97667-0-3Manual de Leitura de Cartas. 4ª edição, Lisboa: Instituto Geográfico do Exército, maio 2000. ISBN 972-765-785-0CARCELLER, Santiago, GARCÍA-YÉBENES, José, Créditos Variables de actividades en la Naturaleza (La orientación y la escalada). 1ª edição, Barcelona: Editorial Paidotribo. SBN 84-8019-343-3BOSWELL, John, Manual de sobrevivência. 2ª edição: Publicações europa-América, 1980. ISBN 972-1-02772-3MUGARRA, Ana, Sin Dejar Huella. 1ª edição, Madrid: Ediciones Desnivel, fevereiro 2000. ISBN 84-89969-54-X

Anexo(s)

Avaliação - Decisões da Comissão Pedagógica

Decisão do Conselho de Diretores


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-04-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 15-04-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
3 17-04-2027 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
4 17-04-2027 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 21-04-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 24-04-2027 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
7 24-04-2027 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
8 28-04-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

289
291

Práticas de Trabalho Cooperativo
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38

Local a definir

Numa sociedade cada vez mais desafiadora e exigente o ambiente de Cada vez mais, o trabalho do corpo docente tem-se vindo a caracterizar por uma prática mais egocêntrica, imbuída no preenchimento de mapas e plataformas digitais. A ausência do trabalho presencial trás consequências na dimensão ...
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Ref. 2442 Inscrições abertas até 1 de Junho de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139189/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 2 de Junho de 2027

Fim: 8 de Junho de 2027

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

Numa sociedade cada vez mais desafiadora e exigente o ambiente de Cada vez mais, o trabalho do corpo docente tem-se vindo a caracterizar por uma prática mais egocêntrica, imbuída no preenchimento de mapas e plataformas digitais. A ausência do trabalho presencial trás consequências na dimensão humanista, social e relacionar que se pretende para uma escola “viva”. Neste contexto a escola hipoteca o seu papel de agente construtor da sociedade, num tempo cada vez mais desafiador e exigente. Este empobrecimento do papel dos professores pode ser mitigado através do desenho, promoção e operacionalização de práticas de trabalho interdisciplinar e cooperativo, inspiradas na metodologia da aprendizagem cooperativa. Neste contexto, o Pedestrianismo, atividade físico/desportiva, “a arte andar a pé”, acessível a todos, na particularidade de percursos pedestres temáticos, apresenta-se como uma boa fórmula a aplicar, proporcionando momentos de escuta ativa, discussão construtiva, de partilha e prática, alicerçada numa matriz interdisciplinar. Concomitantemente, a experienciação das dinâmicas do planeamento, da concretização e da avaliação de um percurso pedestre temático é uma oportunidade impar, para promover, ensinar e treinar a cooperação entre docentes, levando-os, muitas vezes por modelagem, a abordarem da aprendizagem cooperativa com os seus alunos.

Objetivos

- Promover a comunicação interdisciplinar; - Promover o trabalho em grupo cooperativo. - Desenvolver e treinar técnicas de ensino cooperativo; - Proporcionar conhecimentos de pedestrianismo e orientação; - Proporcionar um bom ambiente social; - Fomentar os valores de cidadania; - Promover a saúde física, mental e social.

Conteúdos

1. Considerações de base. (4h) 1.1. Apresentação. 1.2. Fundamentação e objetivos da ação de formação. 1.3. Calendarização, questões de organização e avaliação. 1.4. Considerações sobre a aprendizagem cooperativa. 1.4.1. Conceptualização. 1.4.2. Fundamentos teóricos. 1.4.3. Tipos e caraterísticas dos grupos. 1.4.4. Algumas técnicas com destaque para a técnica “Jigsaw”. 1.5. Considerações sobre o pedestrianismo. 1.5.1. Caracterização. 1.5.2. Caraterísticas dos percursos pedestres. 1.5.3. Orientação com mapa, planta ou croqui. 1.5.4. Aspetos a considerar na planificação de um percurso. 1.6. Considerações sobre o trabalho interdisciplinar e cooperativo. 1.6.1. Importância e vantagens. 2. Formação de grupos de aprendizagem cooperativa e definição de funções. (1h) 3. Trabalho em grupo de aprendizagem cooperativa. (10h) 4. Realização de percursos pedestres (10h) 4.1. Percurso I 4.2. Percurso II 4.3. Percurso III 4.4. Percurso IV

Metodologias

A metodologia a adotar visa promover a participação de todos os docentes na organização e aplicação do trabalho em cooperação. Pretende-se criar um ambiente no qual cada formando participe ativamente no processo. O principal objetivo é o de promover oportunidades de práticas e experiências de trabalho cooperativo privilegiando a interdisciplinaridade. Numa fase inicial pretende-se que os formandos adquiram os conhecimentos teóricos que fundamentem a prática. Num segundo momento proceder-se-á à constituição de grupos de aprendizagem cooperativa, seguido do desenvolvimento do planeamento e operacionalização dos percursos pedestres. Os trabalhos culminarão com a partilha de experiências e avaliação reflexiva.

Avaliação

Avaliação será individual e contínua tendo em consideração os seguintes parâmetros: Pontualidade; Empenho e interesse demonstrados; Desempenho no trabalho em grupos cooperativos. Produção de uma síntese / reflexão sobre a ação de formação.

Bibliografia

OLIVEIRA, E. (2007). Caderno Técnico de Percursos Pedestres. Clube Celtas do Minho.Lopes, J.P. & Silva, H. S. (2022). A aprendizagem cooperativa. Um guia prática para o professor. (2ªed). Pactor.Muñiz, J. C. I., García, L. F. G. & Fernández-Río, J. (Coords.). (2017). Aprendizaje cooperativo. Teoría y práctica en las diferentes áres y matérias del currículim. Pirâmide.Weigert, C., Villani, A., & Freitas, D. (2005). A interdisciplinaridade e o trabalho coletivo: análise de um planejamento interdisciplinar. Ciência & Educação, V. 11 (n. 1), 145-164. www.fc.unesp.br/#!/ciedu


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-06-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 03-06-2027 (Quinta-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
3 04-06-2027 (Sexta-feira) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 04-06-2027 (Sexta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 05-06-2027 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
6 05-06-2027 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
7 07-06-2027 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
8 08-06-2027 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial

INSCREVER-ME

291
290

Práticas de Trabalho Cooperativo
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38

Local a definir

Numa sociedade cada vez mais desafiadora e exigente o ambiente de Cada vez mais, o trabalho do corpo docente tem-se vindo a caracterizar por uma prática mais egocêntrica, imbuída no preenchimento de mapas e plataformas digitais. A ausência do trabalho presencial trás consequências na dimensão ...
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Ref. 2441 Inscrições abertas até 8 de Junho de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139189/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 9 de Junho de 2027

Fim: 16 de Junho de 2027

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Victor Manuel Marques de Sousa

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores dos grupos de M01 a M38. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia

Enquadramento

Numa sociedade cada vez mais desafiadora e exigente o ambiente de Cada vez mais, o trabalho do corpo docente tem-se vindo a caracterizar por uma prática mais egocêntrica, imbuída no preenchimento de mapas e plataformas digitais. A ausência do trabalho presencial trás consequências na dimensão humanista, social e relacionar que se pretende para uma escola “viva”. Neste contexto a escola hipoteca o seu papel de agente construtor da sociedade, num tempo cada vez mais desafiador e exigente. Este empobrecimento do papel dos professores pode ser mitigado através do desenho, promoção e operacionalização de práticas de trabalho interdisciplinar e cooperativo, inspiradas na metodologia da aprendizagem cooperativa. Neste contexto, o Pedestrianismo, atividade físico/desportiva, “a arte andar a pé”, acessível a todos, na particularidade de percursos pedestres temáticos, apresenta-se como uma boa fórmula a aplicar, proporcionando momentos de escuta ativa, discussão construtiva, de partilha e prática, alicerçada numa matriz interdisciplinar. Concomitantemente, a experienciação das dinâmicas do planeamento, da concretização e da avaliação de um percurso pedestre temático é uma oportunidade impar, para promover, ensinar e treinar a cooperação entre docentes, levando-os, muitas vezes por modelagem, a abordarem da aprendizagem cooperativa com os seus alunos.

Objetivos

- Promover a comunicação interdisciplinar; - Promover o trabalho em grupo cooperativo. - Desenvolver e treinar técnicas de ensino cooperativo; - Proporcionar conhecimentos de pedestrianismo e orientação; - Proporcionar um bom ambiente social; - Fomentar os valores de cidadania; - Promover a saúde física, mental e social.

Conteúdos

1. Considerações de base. (4h) 1.1. Apresentação. 1.2. Fundamentação e objetivos da ação de formação. 1.3. Calendarização, questões de organização e avaliação. 1.4. Considerações sobre a aprendizagem cooperativa. 1.4.1. Conceptualização. 1.4.2. Fundamentos teóricos. 1.4.3. Tipos e caraterísticas dos grupos. 1.4.4. Algumas técnicas com destaque para a técnica “Jigsaw”. 1.5. Considerações sobre o pedestrianismo. 1.5.1. Caracterização. 1.5.2. Caraterísticas dos percursos pedestres. 1.5.3. Orientação com mapa, planta ou croqui. 1.5.4. Aspetos a considerar na planificação de um percurso. 1.6. Considerações sobre o trabalho interdisciplinar e cooperativo. 1.6.1. Importância e vantagens. 2. Formação de grupos de aprendizagem cooperativa e definição de funções. (1h) 3. Trabalho em grupo de aprendizagem cooperativa. (10h) 4. Realização de percursos pedestres (10h) 4.1. Percurso I 4.2. Percurso II 4.3. Percurso III 4.4. Percurso IV

Metodologias

A metodologia a adotar visa promover a participação de todos os docentes na organização e aplicação do trabalho em cooperação. Pretende-se criar um ambiente no qual cada formando participe ativamente no processo. O principal objetivo é o de promover oportunidades de práticas e experiências de trabalho cooperativo privilegiando a interdisciplinaridade. Numa fase inicial pretende-se que os formandos adquiram os conhecimentos teóricos que fundamentem a prática. Num segundo momento proceder-se-á à constituição de grupos de aprendizagem cooperativa, seguido do desenvolvimento do planeamento e operacionalização dos percursos pedestres. Os trabalhos culminarão com a partilha de experiências e avaliação reflexiva.

Avaliação

Avaliação será individual e contínua tendo em consideração os seguintes parâmetros: Pontualidade; Empenho e interesse demonstrados; Desempenho no trabalho em grupos cooperativos. Produção de uma síntese / reflexão sobre a ação de formação.

Bibliografia

OLIVEIRA, E. (2007). Caderno Técnico de Percursos Pedestres. Clube Celtas do Minho.Lopes, J.P. & Silva, H. S. (2022). A aprendizagem cooperativa. Um guia prática para o professor. (2ªed). Pactor.Muñiz, J. C. I., García, L. F. G. & Fernández-Río, J. (Coords.). (2017). Aprendizaje cooperativo. Teoría y práctica en las diferentes áres y matérias del currículim. Pirâmide.Weigert, C., Villani, A., & Freitas, D. (2005). A interdisciplinaridade e o trabalho coletivo: análise de um planejamento interdisciplinar. Ciência & Educação, V. 11 (n. 1), 145-164. www.fc.unesp.br/#!/ciedu


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-06-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 10-06-2027 (Quinta-feira) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
3 10-06-2027 (Quinta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
4 11-06-2027 (Sexta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
5 11-06-2027 (Sexta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
6 12-06-2027 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
7 12-06-2027 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
8 16-06-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

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