




Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais
Academia Portugal Digital
No âmbito do plano de formação em execução pelo CFAE, financiado pelo PESSOAS 2030, no programa temático Demografia, qualificações e inclusão, solicita-se a colaboração dos docentes/formandos na realização do Questionário de Diagnóstico de Competências Digitais, disponível na Plataforma Academia Portugal Digital.
O preenchimento deste questionário reveste-se de especial importância por duas razões fundamentais:
- Para os próprios formandos, constitui uma oportunidade de autoavaliação das suas competências digitais, permitindo identificar pontos fortes e áreas de desenvolvimento, com impacto direto na prática pedagógica e no percurso de formação contínua;
- Para o CFAE, o convite e a realização deste diagnóstico correspondem ao cumprimento de um dispositivo legal obrigatório, previsto no aviso de abertura da candidatura, imposto pela entidade financiadora, sendo condição necessária para a correta execução e monitorização do plano de formação aprovado.
A participação dos formandos neste processo é, por isso, essencial, contribuindo simultaneamente para o desenvolvimento profissional individual e para a conformidade do projeto com os requisitos regulamentares do financiamento europeu.
Agradecemos, desde já, a vossa colaboração e disponibilidade.
Para aceder à plataforma “Academia Portugal Digital”, siga o link
Academia Portugal Digital – Melhora as tuas competências
No final, a plataforma apresenta os resultados que devem ser enviados para o CFAE (cfae.guilherminasuggia2529@gmail.com) como comprovativo da realização.

DIVULGAÇÃO
Ação x Reação: Técnicas de improvisação
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 100 e 110
A Improvisação teatral, o Teatro propriamente dito e suas inúmeras técnicas aplicadas em contexto escolar, quer no âmbito curricular quer em projetos, é potenciadora de sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico, a capacidade de resolver problemas, o autoconhecimento e, ao ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 2301 Inscrições abertas até 9 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139393/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 10 de Setembro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade
Formador
William Gaviao
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A Improvisação teatral, o Teatro propriamente dito e suas inúmeras técnicas aplicadas em contexto escolar, quer no âmbito curricular quer em projetos, é potenciadora de sociabilização estimulando a comunicação, a criatividade, o espírito crítico, a capacidade de resolver problemas, o autoconhecimento e, ao mesmo tempo, constitui fator de sensibilização para a cultura, instrumento de desenvolvimento humano. Esta oficina visa o desenvolvimento de competências que permitam ao docente a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações e leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.
Objetivos
- Desenvolver a utilização do Teatro A Improvisação teatral em contexto escolar. - Explorar estratégias de autoconhecimento e de desinibição. - Explorar e estimular a criatividade e domínio dos conteúdos propostos. - Desenvolver a expressão oral - voz - Explorar o corpo e espaço - ritmo e equilíbrio. - Explorar e desenvolver capacidades de respostas imediatas ante os desafios e problemas - Desenvolver o equilíbrio entre o emocional e o racional como capacidades afirmativas de intervir e agir em simultaneidade com respostas assertivas aos desafios propostos. - Estimular competências individuais nas práticas coletivas para respostas coletivas - o jogo doar e receber partilha de forças para bem comum do grupo e das individualidades. - Estabelecer pontes entre o Teatro A Improvisação e outras formas de arte inerentes ao universo teatral: a pintura, a dança, música e escultura. - Fomentar o gosto pela arte e fornecer ferramentas que capacitem o formando para a criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro das escolas e no contexto de sala de aula.
Conteúdos
A. O teatro como desenvolvimento do espírito crítico, fomento da criatividade e capacidade de agir ante obstáculos e desafios. B. Estratégias de autoconhecimento e de desinibição. C. O desenvolvimento individual e interação com o coletivo. D. Os mecanismos do universo teatral e de técnicas específicas. E. O ato teatral, o ator, as personagens, ações e improviso. F. Técnicas teatrais e dinâmicas artísticas do improviso. G. A criação de um resultado final (no formato intimista ou como breve espetáculo) criado pelos alunos, como resultado de todo processo vivenciado. H. Apresentação pública ou em contexto intimista ou privado.
Metodologias
Presencial: As sessões terão um caracter predominantemente prático, suportadas por enquadramentos teóricos, em formato de textos e materiais multimédia acerca do universo teatral e das suas diversas práticas. Serão explorados jogos dramáticos, exercícios emocionais, físicos, de voz, de respiração, de concentração e de Improvisação. Será realizado um debate alargado sistemático, ao longo da oficina, a propósito de todos os trabalhos e ações teatrais desenvolvidas no contexto da escola e da sala de aula pelos formandos. Apresentação de trabalhos através da experimentação do teatro e sua aplicação, através de formatos adequados ao contexto da escola e da sala de aula, pelos formandos. Nas sessões práticas serão implementadas várias técnicas do universo teatral. Trabalho Autónomo: Essas técnicas serão depois testadas no contexto de cada formando no âmbito da criação de oficinas teatrais, clubes de teatro, dramatizações, leituras dramatizadas dentro da escola e no contexto de sala de aula.
Avaliação
A avaliação dos formandos será efetuada ao longo de toda a oficina de formação, assumindo um caracter contínuo e formativo. Esta avaliação basear-se-á no interesse, desempenho e reflexão individual, observados no decurso da oficina e na elaboração do trabalho individual. A avaliação será qualitativa (Insuficiente, Suficiente, Bom, Muito Bom e Excelente), a que corresponderá a avaliação quantitativa. 1 a 4,9 para uma ponderação <50% para quem não assistiu a 2/3 da formação; 5 a 6,4 para uma ponderação entre 50% a 64% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação e elaborou um trabalho individual; 6,5 a 7,9 para uma ponderação de 65% a 79% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível bom. Elaboração de trabalho individual. 8 a 8,9 para uma ponderação de 80% a 89% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível muito bom. Elaboração de trabalho individual. 9 a 10 para uma ponderação de 90% a 100% para quem participou em pelo menos 2/3 da formação, mais desenvolvimento do trabalho presencial de nível excelente. Elaboração de trabalho individual.
Bibliografia
Nietzsche,Spolin, Viola,Spolin, Viola,Boal, Augusto,
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 9 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 11 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Presencial |
| 12 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Compreender para Jogar Melhor: o ensino dos jogos desportivos centrado na tática em Educação Física
DOCENTES DOS GRUPOS 260 e 620
Oficina
30,0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 260 e 620
No âmbito da Educação Física, a pertinência desta acção assenta em várias razões:
Superar uma abordagem do ensino dos jogos desportivos ainda dominada pela técnica
isolada e descontextualizada, oferecendo aos professores um modelo alternativo com forte
suporte empírico e crescente adopção ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 2391 Inscrições abertas até 18 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140158/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 19 de Setembro de 2026
Fim: 19 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Filipa de Vilhena
Formador
Rui Marcelino Maciel Oliveira
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
No âmbito da Educação Física, a pertinência desta acção assenta em várias razões: Superar uma abordagem do ensino dos jogos desportivos ainda dominada pela técnica isolada e descontextualizada, oferecendo aos professores um modelo alternativo com forte suporte empírico e crescente adopção internacional. Actualizar os conhecimentos dos professores relativamente ao modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), desenvolvido por Bunker e Thorpe na Universidade de Loughborough (1982), e cuja influência se reflecte em numerosas abordagens contemporâneas do ensino do jogo, como o Game Sense, o Play Practice e o modelo táctico. Desenvolver competências de planeamento e condução de situações de aprendizagem centradas no jogo condicionado, onde a compreensão tática precede e contextualiza a aprendizagem técnica, potenciando a transferência para o jogo formal. Promover práticas pedagógicas que valorizem o questionamento, a tomada de decisão e o pensamento táctico dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento da sua literacia desportiva e para uma participação desportiva mais autónoma e informada. Incentivar a reflexão crítica sobre a articulação entre jogo, tática e técnica no ensino dos jogos desportivos, e dotar os professores de ferramentas práticas e imediatamente aplicáveis às modalidades do programa nacional de Educação Física.
Objetivos
Compreender os fundamentos teóricos, a origem e a evolução do modelo Teaching Games for Understanding (TGfU), situando-o no quadro mais amplo das abordagens centradas no jogo e nos modelos pedagógicos para a Educação Física. Capacitar os professores para conceberem, adaptarem e implementarem o TGfU no ensino dos jogos desportivos, em diferentes categorias de jogo (invasão, campo e taco, rede e parede, alvo) e em diferentes ciclos de ensino. Desenvolver competências de design de jogos condicionados, capazes de criar os problemas táticos adequados ao nível dos alunos e de promover a transferência para o jogo formal. Fomentar a utilização do questionamento estruturado como estratégia pedagógica central, habilitando os professores a orientar a reflexão dos alunos sobre o quê, quando e porquê agir em jogo. Estimular a autonomia tática, a tomada de decisão informada e a literacia desportiva dos alunos, promovendo aprendizagens significativas e duradouras que ultrapassem os limites da aula de Educação Física.
Conteúdos
1. Modelos Pedagógicos para o Ensino dos Jogos Desportivos (5 horas presenciais + 5 horas de trabalho autónomo) Definição e conceito de modelos pedagógicos aplicados ao ensino dos jogos. Limitações das abordagens técnicas tradicionais no ensino dos jogos desportivos. Características e princípios orientadores das abordagens centradas no jogo: TGfU, Game Sense, Play Practice e modelo táctico. Análise crítica e comparada dos diferentes modelos: fundamentos, estrutura, evidência e aplicabilidade em contexto escolar. Relação entre os modelos pedagógicos centrados no jogo e os objectivos educativos do programa de Educação Física. 2. Teaching Games for Understanding TGfU (10 horas presenciais + 10 horas de trabalho autónomo) Origem e evolução do TGfU: Bunker e Thorpe (1982) e os desenvolvimentos subsequentes à escala internacional. O modelo original de seis componentes: jogo → apreciação do jogo → consciência táctica → tomada de decisão → execução técnica → desempenho. Classificação dos jogos em categorias: jogos de invasão, de campo e taco, de rede e parede, e de alvo implicações pedagógicas de cada categoria. Design de jogos condicionados: princípios de modificação (representação e exagero), progressão táctica e ajuste às características e ao nível dos alunos. O questionamento como ferramenta pedagógica central: tipos de questões, timing, estrutura e exemplos práticos por categoria de jogo e por nível de ensino. Avaliação da compreensão táctica e do desempenho em jogo: GPAI (Game Performance Assessment Instrument), critérios de observação e instrumentos de registo. Exemplos práticos de aplicação do TGfU em modalidades do programa nacional de Educação Física, por categoria de jogo e por ciclo de ensino.
Metodologias
Presencial: Exposição dialogada: o formador apresenta os conceitos e princípios do TGfU, incentivando a participação activa dos professores e promovendo a reflexão sobre a sua aplicabilidade na prática docente. Dinâmicas em grupo: os professores são organizados em grupos para conceberem e experimentarem jogos condicionados, promovendo a troca de experiências e o aprofundamento do design de situações de aprendizagem. Estudo de casos: são analisadas situações de ensino reais, onde os professores identificam as opções pedagógicas do modelo TGfU e discutem alternativas de intervenção. Demonstração e vivência prática: o formador propõe situações de jogo condicionado que os formandos vivenciam na primeira pessoa, reflectindo sobre a experiência do aluno e sobre a eficácia da sequência pedagógica. Utilização de recursos multimédia: vídeos de aulas, apresentações e exemplos práticos são utilizados para ilustrar os conceitos apresentados e estimular a reflexão e a participação dos formandos. Trabalho Autónomo: No trabalho autónomo, os professores são incentivados a conceberem e a aplicarem sequências de ensino baseadas no TGfU nas suas turmas, documentando o processo e recolhendo evidências para discussão nas sessões seguintes.
Avaliação
A avaliação dos formandos resultará da média ponderada de três parâmetros: Planificação de Unidade Didáctica baseada no TGfU, incluindo a selecção e classificação dos jogos, a progressão táctica, o design dos jogos condicionados, o plano de questionamento e os instrumentos de avaliação da compreensão em jogo (60%) Reflexão individual acerca dos conteúdos abordados nos vários blocos temáticos, a entregar até ao prazo máximo de uma semana após o término da acção (25%) Participação e apresentação, avaliando a qualidade do envolvimento nas sessões presenciais, nas actividades práticas, nas discussões colectivas e na apresentação oral da planificação desenvolvida (15%) Na última sessão, será solicitado aos formandos o preenchimento de uma ficha de avaliação, com vista a avaliar a qualidade da ação de formação (em relação aos objetivos, metodologias, recursos utilizados, organização da ação, cumprimentos do cronograma, entre outros), e a atividade dos formadores (em relação às suas competências, capacidades comunicativas, disponibilidade, conhecimentos técnicos, entre outros).
Bibliografia
Bunker, D., & Thorpe, R. (1982). A model for the teaching of games in secondary schools. Bulletin of Physical Education, 18(1), 58.Griffin, L. L., & Butler, J. I. (Eds.). (2005). Teaching Games for Understanding: Theory, Research, and Practice. Human Kinetics.Kirk, D., & MacPhail, A. (2002). Teaching games for understanding and situated learning: Rethinking the Bunker- Thorpe model. Journal of Teaching in Physical Education, 21(2), 177192. https://doi.org/10.1123/jtpe.21.2.177Light, R. L. (2013). Game Sense: Pedagogy for Performance, Participation and Enjoyment. Routledge.Metzler, M., & Colquitt, G. (2021). Instructional Models for Physical Education (4th ed.). Routledge.;Mitchell, S. A., Oslin, J. L., & Griffin, L. L. (2013). Teaching Sport Concepts and Skills: A Tactical Games Approach (3rd ed.). Human Kinetics.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-09-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 19-12-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Implicações do regime geral da prevenção da corrupção no trabalho de diretores, subdiretores, adjuntos, presidentes do conselho geral e coordenadores
ONLINE
ACD
6,0 horas
e-learning
Diretores, subdiretores, adjuntos de AE/ENA, presidentes do conselho geral, coordenadores de departamento, coordenadores de disciplina e coordenadores de diretores de turma
No exercício de funções públicas, o respeito pelas normas legais em vigor, que balizam as relações laborais, é cada vez mais uma exigência num Estado de Direito. Neste sentido, assume
especial relevância a formação contínua ministrada pelos Centros de Formação para o pessoal docente, potenciando a ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 2681 Inscrições abertas até 27 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AFCD2627/12
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 28 de Setembro de 2026
Fim: 29 de Setembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Diretores, subdiretores, adjuntos de AE/ENA, presidentes do conselho geral, coordenadores de departamento, coordenadores de disciplina e coordenadores de diretores de turma
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Diretores, subdiretores, adjuntos de AE/ENA, presidentes do conselho geral, coordenadores de departamento, coordenadores de disciplina e coordenadores de diretores de turma. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
No exercício de funções públicas, o respeito pelas normas legais em vigor, que balizam as relações laborais, é cada vez mais uma exigência num Estado de Direito. Neste sentido, assume especial relevância a formação contínua ministrada pelos Centros de Formação para o pessoal docente, potenciando a qualificação dos recursos humanos e o cumprimento de obrigações funcionais, prevenindo desconformidades legais e melhorando a qualidade global do serviço público prestado aos cidadãos. O conhecimento, por parte dos profissionais da educação, do Regime Geral da Prevenção da Corrupção, potencia uma maior exigência de conformidade legal no seu trabalho, bem como na prevenção da prática de crimes no exercício de funções públicas, além de tornar as organizações mais eficientes. Por outro lado, a conformidade legal amplia a eficiência dos trabalhadores e aumenta a confiança dos cidadãos nas instituições públicas.
Objetivos
Com a presente ação de formação de curta duração pretende-se proporcionar aos diretores, subdiretores, adjuntos, presidentes do conselho geral e coordenadores, uma abordagem das implicações do novo Regime Geral da Prevenção da Corrupção no âmbito das suas obrigações legais. O conhecimento dos deveres profissionais promove o seu cumprimento e o conhecimento de tipos legais dos crimes que poderão ser cometidos no exercício de funções públicas irá contribuir para a prevenção da sua prática, bem como para a sua denúncia.
Conteúdos
Promover a capacitação de pessoal docente para responder às exigências das suas atribuições, no quadro legal da prevenção da corrupção. ● Prevenir a prática de crimes e de infrações disciplinares no exercício de funções públicas. ● Identificar factos passíveis de constituírem crimes cometidos no exercício de funções públicas. ● Desenvolver capacidades reflexivas e críticas que conduzam à adoção de práticas legais na interação com diferentes públicos. ● Dinamizar uma cultura de responsabilidade disciplinar, civil e criminal, a fim de melhorar o desempenho profissional. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Storytelling digital na educação
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Na saída da Escolaridade Obrigatória os alunos apresentam dificuldades:
- em expressar ideias, projetos e emoções numa apresentação oral
- na organização e compreensão do que potencia a eficácia na apresentação oral
- na utilização e criação de conteúdos digitais que permitam contar ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 2361 Inscrições abertas até 5 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140227/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 6 de Outubro de 2026
Fim: 17 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online
Formador
Marisa Pedrosa Tavares da Silva
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Na saída da Escolaridade Obrigatória os alunos apresentam dificuldades: - em expressar ideias, projetos e emoções numa apresentação oral - na organização e compreensão do que potencia a eficácia na apresentação oral - na utilização e criação de conteúdos digitais que permitam contar histórias; Consideramos, por isso, importante dotar os docentes de técnicas e materiais que lhes permitam dinamizar momentos de Storytelling organizados que potenciem a capacidade de contar e narrar histórias, projetos e intenções de comunicação, quer em suporte de papel, quer no universo digital.
Objetivos
- Compreender a importância da oralidade enquanto elemento de comunicação e intervenção social. - Compreender a importância da oralidade e narração de histórias no sucesso dos alunos em todas as áreas académicas. - Motivar para a confiança na capacidade de exposição oral com eficácia, de forma assertiva e digital - Motivar para a estruturação prévia de uma narração em Storytelling nas diversas apps de Storitelling (scribe, artsetps, google spotligh stories, metaverse) - Contribuir para a expressão da criatividade dos alunos - Explorar as aplicações de Storytelling que permitam exportar para outros contextos fora da sala de aula e da biblioteca escolar, a oralidade, a criatividade e a afirmação social.
Conteúdos
- O início do princípio das histórias. - A estrutura macro e micro da história. - A importância dos elementos de comunicação (postura, vestuário ) na maior eficácia a passar a mensagem em Storytelling. - A construção de uma história útil usando a estrutura macro, a jornada do herói de Joseph Campbell usando apps digitais. - A construção de uma micronarrativa usando as apps digitais. - Utilização dos filtros básicos das histórias, emoções: medo, ansiedade, mistério e suspense. - Utilização de técnicas de Storytelling que tornem os textos mais poderosos e de forma a que possam causar impacto no ouvinte. Exercícios de aplicação dos conceitos de Storytelling.
Metodologias
A metodologia consistirá, na apresentação de vídeos, tutoriais, ficheiros podcast, PowerPoint, sobre o Storytelling e a importância de contar histórias, de forma eficaz e presente. Fornecimento de materiais que permitam que os formandos construam histórias em suporte de papel e digitalmente de forma a poderem replicá-los presencialmente e on-line. Nas sessões assíncronas pretende-se que os formandos, partindo da experimentação de diversos materiais, contem várias histórias utilizando as técnicas de Storytelling que possam ser utilizados nas suas aulas e na biblioteca escolar.
Avaliação
Os instrumentos de avaliação a utilizar, relativamente à Participação, esta será avaliada tendo em conta a qualidade dos materiais criados para leitura e exploração de uma obra adequada ao nível de ensino em que os docentes exercem a sua atividade. Estes materiais serão divulgados num ebook que ficará acessível ao público em geral. O Trabalho Individual incorporará as produções feitas, bem como as reflexões sobre o percurso formativo, o impacto da ação na atividade profissional. Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente de 9 a 10 valores; * Muito Bom de 8 a 8,9 valores; * Bom de 6,5 a 7,9 valores; * Regular de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.
Bibliografia
- Garcia de Oro, Gabriel, Storytelling, a Magia da Palavra, .- McSill, James, 50 Lições de Storytelling factos, ficção e fantasia, Topbooks- Ramos, Pedro, Livro Conta-me (Mais) Estórias Storytelling na Gestão de Pessoas na Lusofonia, Editora RH
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Animação de leitura digital
Professores dos grupos 100 e 110
Curso
25,0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110
De acordo com as orientações emanadas no documento Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, em que se pretende que o jovem, seja um cidadão munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 2331 Inscrições abertas até 6 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140278/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 7 de Outubro de 2026
Fim: 25 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: None
Formador
Marisa Pedrosa Tavares da Silva
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 100 e 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
De acordo com as orientações emanadas no documento Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, em que se pretende que o jovem, seja um cidadão munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões fundamentadas no seu dia a dia, capaz de pensar crítica e autonomamente, criativo, com competência de trabalho colaborativo e com capacidade de comunicação, apto a continuar a aprendizagem ao longo da vida, como fator decisivo do seu desenvolvimento pessoal e da sua intervenção social, considera-se fundamental que a escola seja capaz de criar e estimular a emergência de bons leitores, críticos e sensíveis a uma sociedade inclusiva. Considera-se, neste contexto, importante dotar os docentes de um conjunto de ferramentas, permitindo-lhes dinamizar projetos de leitura interdisciplinares; conhecer o género de obras que podem ser trabalhadas nas diversas faixas etárias. conhecer plataformas de recursos para projetos de animação de leitura.
Objetivos
- Compreender a importância da escola na formação de leitores. - Compreender a importância da leitura no sucesso dos alunos em todas as áreas académicas e na compreensão do mundo. - Motivar para a leitura de diversos géneros literários. - Motivar para a leitura em diversos suportes. - Contribuir para a expressão da criatividade dos alunos. - Dotar os formandos de estratégias que possam motivar os alunos para a leitura digital.
Conteúdos
- A leitura na sociedade de informação. - O papel da escola na formação de leitores. - Como formar leitores utilizando apps. - Que tipo de obras utilizar em cada faixa etária. - Técnicas e materiais que podem ser utilizados na leitura de uma obra literária digital. - Exploração de aplicativos de leitura digital: Site do PNL, Histórias infantis para ler, Bamboleio, Storymax, Playkids Stories, Pequenos Grandes Contos - Leitura e exploração de algumas obras literárias digitais. - Criação de um projeto de dinamização de uma obra literária digital (em grupo). - Apresentação dos projetos.
Metodologias
- A metodologia consistirá na apresentação teórica de alguns conceitos sobre a leitura na sociedade atual, o papel da escola na formação dos leitores e na apresentação e exploração de técnicas e materiais que podem ser utilizados em sala de aula em suporte digital. Na componente prática serão apresentados e explorados alguns aplicativos para leitura digital, analisadas propostas de leitura de obras específicas e os formandos desenvolverão um projeto para dinamizar a leitura digital de uma obra selecionada pelos mesmos.
Avaliação
A participação dos formandos será avaliada pela qualidade e pertinência das interações quer nas sessões presenciais, quer em fóruns nas sessões a distância. Os formandos terão de desenvolver um projeto para dinamizar a leitura digital de uma obra selecionada pelos mesmos, que será integrado no Trabalho Individual. Em conformidade com o Despacho nº459/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: * Excelente de 9 a 10 valores; * Muito Bom de 8 a 8,9 valores; * Bom de 6,5 a 7,9 valores; * Regular de 5 a 6,4 valores; * Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Os critérios de avaliação adotados pelo CFEPO. Não são certificados formandos cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 459/2015.
Bibliografia
AGUILAR-AMAT, A. & PARCERISAS, F. (2004) El plácer de la lectura. Madrid: Síntesis. AZEVEDO, F. (2007). Formar leitores: das teorias às práticas. Lisboa: Lidel BASTOS, G. (1999). Literatura infantil e juvenil. Lisboa: Aberta BETTELHEIM, B. (2008). Psicanálise dos contos de fadas. Lisboa: Bertrand. CADÓRIO, L. (2001). O gosto pela leitura. Lisboa: Livros Horizonte.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 6 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
| 8 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Práticas de desenvolvimento curricular apoiadas por tecnologias e recursos digitais
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 1275 Inscrições abertas até 8 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130950/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 9 de Outubro de 2026
Fim: 13 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Agrupamento de Escolas António Nobre
Formador
Maria da Conceição de Queiroz Aguiar Teles de Menezes
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.
Objetivos
Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: -Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. -Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. -Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integrar as tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.
Metodologias
Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, de forma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho Autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas.
Modelo
Em qualquer das modalidades submetidas, a acreditação pelo CCPFC e a avaliação dos/as formandos/as obedecem aos seguintes requisitos: a) para que o seu trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais e/ou online, pelo que o registo rigoroso de presenças deve ser sempre acautelado. No caso de colóquios, congressos, simpósios, jornadas e iniciativas congéneres devem ser estabelecidos mecanismos que garantam o controlo efectivo das presenças nas diversas sessões; b) a assiduidade não pode ser considerada um parâmetro da avaliação; c) a avaliação tem de contemplar pelo menos a realização de um teste ou de um trabalho individual, sob forma escrita; em casos justificados em que não seja adequada a forma escrita, deverá ser garantida a sua apresentação presencial; d) deve também ser rigorosamente observado o estipulado nos n.ºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2.ª Série, N.º 87, de 6 de Maio; e) nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfDireção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdfFullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em: https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA. Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf
Anexo(s)
01_decisoes_excelente_muitobom_cp_2025.pdf
01_avaliacao_decisoescp2019poch1_2025.pdf
Observações
Nos termos do nº5 do artigo 3ºdo Despachonº779/2019 de 18 janeiro(com redação alterada por normativos posteriores), a presente ação poderá ser consideradana dimensão científico pedagógica dos docentes referidos supra
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 4 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 13-11-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Expressão dramática: ferramentas para a comunicação e práticas pedagógicas
ONLINE
Curso
13,0 horas
e-learning
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
A pertinência desta formação é transversal à docência de qualquer área, na medida em que promove a consciência, a problematização e a eficácia da comunicação.
O teatro é uma desculpa estratégia poderosa para confrontar saberes interdisciplinares num ambiente lúdico e sem julgamento, onde o trabalho de ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 2471 Inscrições abertas até 4 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140126/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 13,0 horas
Início: 5 de Novembro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A pertinência desta formação é transversal à docência de qualquer área, na medida em que promove a consciência, a problematização e a eficácia da comunicação. O teatro é uma desculpa estratégia poderosa para confrontar saberes interdisciplinares num ambiente lúdico e sem julgamento, onde o trabalho de equipa beneficia inequivocamente a capacitação de cada um. A desmistificação de algumas ferramentas e conceitos associados à expressão dramática, nomeadamente de talento, expansividade ou timidez, por exemplo, e o encontro com algumas metodologias de trabalho prático, abrem espaço à criatividade, empatia e confiança no contexto de trabalho de qualquer formador educador.
Objetivos
Desmistificar e organizar conceitos teatrais e confrontá-los com outras áreas de trabalho que envolvem comunicação; Desenvolver competências de comunicação consciente; Promover a cooperação, a empatia e a criatividade; Integrar conhecimentos adquiridos para enriquecer práticas pedagógicas.
Conteúdos
1. Introdução ferramentas e léxico do universo teatral 2h síncronas + 1h assíncrona a) Glossário de Teatro familiarização com o processo e verbetes, desmistificação de mitos e dúvidas. b) Exemplos 2. Comunicar com o corpo todo: 2h síncronas + 1h assíncrona a) Consciência do corpo, e da oralidade como parte do corpo; b) Ferramentas vocais, de leitura e oralidade. 3. Dramaturgia e comunicação contextualização e práticas: 2h síncronas + 1h assíncrona a) Exercícios práticos para trabalhar um texto ou cena: intenções (exemplos de abordagens diferentes), partindo de material textual e não textual; b) Caracterização e contextualização do conceito de dramaturgia; c) Ferramentas para preparar o trabalho proposto: criatividade, ponto de vista, memorização, encenação. 4. Da ideia à cena concretização de uma proposta hipotética: 4h síncronas a) preparação e criação de uma proposta trabalho individual; b) partilha das ideias propostas, confronto com diferentes estilos, abordagens, universos; c) Balanço final: confrontação da 1 a com a última sessão: como tirar partido destas sessões nas diferentes práticas pedagógicas.
Metodologias
Apresentações expositivas de imagens e textos nas horas síncronas, com recurso a Power Point e sempre intercaladas com o diálogo e análise. Atividades práticas e de experimentação e jogo, recorrendo às ferramentas físicas de cada formando vocais, de expressão e leitura, em que a visualização, escuta e partilha devem estar devidamente garantidas.
Avaliação
Os formandos são avaliados de acordo com as regras previstas no regulamento interno do cfae maiatrofa bem como a legislação vigente aplicável. Os formandos são informados no início da ação, que para a sua avaliação são tidos em conta os seguintes parâmetros/critérios: - participação nas sessões (disponibilidade e participação; execução e contributo individual): 60% - relatório/trabalho de reflexão individual.40%
Bibliografia
Artaud, A. (s.d.). O Teatro e o seu Duplo. Lisboa: Minotauro.Bloom, K. (2018). The Laban Workbook for Actors: A Practical Training Guide, London: Bloomsbury Methuen Drama.Brook, P. (2008). O Espaço Vazio. Lisboa: Orfeu Negro.Danan, J. (2010). O que é a Dramaturgia? Évora: Editora LicorneLehmann, H.T. (2017) Teatro Pós-Dramático. Lisboa: Orfeu Negro.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Inovação Pedagógica e Inteligência Artificial
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
A crescente relevância da Inteligência Artificial (IA) em todos os domínios estende-se também ao da educação. Neste contexto, é inevitável a transformação dos processos de aprendizagem e a redefinição das práticas de avaliação.
Atentos aos grandes desafios e implicações que este fenómeno representa, ...
Ler mais
Ler menos
Ref. 1792 Inscrições abertas até 6 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133295/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 7 de Novembro de 2026
Fim: 28 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas António Nobre
Formador
José Maria Dias Pires
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Guilhermina Suggia
Enquadramento
A crescente relevância da Inteligência Artificial (IA) em todos os domínios estende-se também ao da educação. Neste contexto, é inevitável a transformação dos processos de aprendizagem e a redefinição das práticas de avaliação. Atentos aos grandes desafios e implicações que este fenómeno representa, organismos como a UNESCO ou a União Europeia, assim como escolas e universidades, nacionais e estrangeiras, têm refletido e estabelecido orientações para a integração das ferramentas de IA nos processos de educação e formação. As escolas podem posicionar-se na vanguarda das transformações em curso, incorporando práticas de inovação e capacitando a sua comunidade para os desafios do presente e do futuro.
Objetivos
Objetivos 1. Proporcionar formação prática em ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial, com vista à sua integração nos processos de aprendizagem e investigação; 2. Estimular a troca de conhecimentos e experiências, criando uma comunidade de docentes interessados em conhecer e aplicar ferramentas e plataformas de Inteligência Artificial; 3. Promover a criação de projetos colaborativos para desenvolver propostas inovadoras de aprendizagem utilizando a Inteligência Artificial; 4. Desenvolver projetos de investigação que avaliem o impacto da Inteligência Artificial na aprendizagem.
Conteúdos
Os conteúdos de aprendizagem da formação no âmbito da Inteligência artificial serão ajustados aos conhecimentos prévios, às necessidades dos participantes, experiências que forem sendo desenvolvidas ao longo do ano, às motivações que grupo for revelando e às evoluções tecnológicas que forem surgindo. Ainda assim, há um conjunto de temas que estão previstos como aprendizagens essenciais, que incluem os seguintes: 1. Conceitos fundamentais - inteligência artificial, inteligência artificial generativa, grandes modelos de linguagem, linguagem natural, prompt, alucinações, entre outros 2. A inteligência artificial ao serviço da aprendizagem para a elaboração de planificações, recursos educativos, instrumentos de avaliação, entre outros 3. Riscos e oportunidade na utilização da inteligência artificial na educação. 4. Exemplos de utilização da inteligência artificial nas escolas (na sala de aula e nas tarefas administrativas). 5. Exploração de um conjunto extenso e diversificado de ferramentas de inteligência artificial para: a produção de textos, apresentações, imagens, vídeos, música, investigação científica 6. Dinâmicas de uma comunidade de prática de inovação pedagógica e inteligência artificial na educação; 7. Preparação de uma proposta de documento de referencia para a integração da inteligência artificial na escola.
Metodologias
Presencial: A oficina terá a duração de 25h presenciais. Nestas serão explorados, de forma participada, os diversos conceitos e conteúdos relacionados com a inovação pedagógica e a inteligência artificial sendo co-construídas estratégias de integração pedagógica. Entre a segunda e a décima sessões a oficina contará com a apresentação e discussão, sobre experiências práticas de implementação e utilização de ferramentas de inteligência artificial. Nas sessões serão explorados conteúdos teórico-práticos sendo fornecidas orientações de implementação de sequências de aprendizagem e projetos em torno da inovação pedagógica e da integração da inteligência artificial na aprendizagem. (20 horas presenciais) 2. Uma componente de trabalho autónomo dos formandos, individualmente ou em grupo. 3. A oficina terminará com a apresentação e discussão, na última sessão presencial conjunta, do proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola. (5 horas presenciais) Trabalho Autónomo: Implementação de sequências de aprendizagem / projetos / utilização de ferramentas de inteligência artificial / métodos / estratégias / na sala de aula e construção de materiais pedagógicos; Preparação da proposta de documento de referência para a integração da inteligência artificial na escola; Elaboração de um portfólio reflexivo: auto-avaliação do trabalho realizado e sua importância no desenvolvimento dos alunos e na melhoria das aprendizagens. (25 horas autónomas)
Avaliação
Cada formando elaborará um portfólio reflexivo sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na melhoria do trabalho docente, motivação dos alunos, no reforço das aprendizagens e no desenvolvimento global. Avaliação final do formando: - Participação em pelos menos 2/3 das sessões - Ponderações: 50% participação nas sessões e 50% para os trabalhos desenvolvidos e portfólio reflexivo do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - A classificação final e as horas de formação para a progressão na carreira docente constarão no certificado final a emitir pelo Centro de Formação.
Bibliografia
João Costa e João Couvaneiro, Conhecimentos vs Competências. Uma dicotomia disparatada na educação, prefácio de António Sampaio da Nóvoa, Lisbon, Guerra & Paz, 2019.Cukurova, M., Kralj, L., Hertz, B. & Saltidou, E. (2024). Professional Development for Teachers in the Age of AI. European Schoolnet. Brussels, Belgium.Junjiraporn Thongprasit & Panita Wannapiroon, Framework of Artificial Intelligence Learning Platform for Education, International Education Studies; Vol. 15, No. 1; 2022.Fauzi, Laros Tuhuteru, Ferdinandus Sampe, Abu Muna Almaududi Ausat, Heliza Rahmania Hatta, Analysing the Role of ChatGPT in Improving Student Productivity in Higher Education, Journal on Education Volume 05, No. 04, Mei-Agustus 2023, pp. 14886-14891.OECD (2021), AI and the Future of Skills, Volume 1: Capabilities and Assessments, Educational Research and Innovation, OECD Publishing.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 14-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 21-11-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 28-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Acidentes Rodoviários e Fatores de Risco de Acidentes Rodoviários
ONLINE
ACD
6,0 horas
e-learning
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Área de Formação nos termos do art.5º do Decreto -Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
Ler mais
Ler menos
Ref. 2201 Inscrições abertas até 16 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AFCD2526/23
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 17 de Novembro de 2026
Fim: 17 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online
Formador
Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
Área de Formação nos termos do art.5º do Decreto -Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
Objetivos
Identificar as componentes do trânsito; Reconhecer que os acidentes rodoviários são resultantes de várias causas; Reconhecer a importância dos principais indicadores de segurança rodoviária; Identificar os fatores de risco, características e consequências e comportamentos seguros a adotar; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;
Conteúdos
Trânsito rodoviário: componentes e objetivos; O acidente rodoviário como fenómeno multifatorial; Principais desafios da sinistralidade rodoviária; Fatores de risco de acidentes rodoviários: distração, álcool, velocidade, fadiga; Recursos educativos de apoio às atividades;
INSCREVER-ME
Ref. 2211 Inscrições abertas até 23 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AFCD2526/24
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 24 de Novembro de 2026
Fim: 24 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online
Formador
Patrícia Isabel Silva Dias Venâncios dos Santos
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP)/ Centro de Formação Guilhermina Suggia
Enquadramento
Área de formação nos termos do art.5º do Decreto-Lei nº22/2014, de 11 de fevereiro - Formação Ética e Deontológica
Objetivos
Identificar os pilares da mobilidade sustentável; Reconhecer a importância de proteger o ambiente, e o impacto a nível social e económico; Identificar fatores de risco e comportamentos dos utentes vulneráveis; Reconhecer a importância das várias formas de ecomobilidade; Conhecer os recursos pedagógicos digitais de apoio a atividades;
Conteúdos
Sinistralidade rodoviária juvenil e características de risco associadas aos jovens; Princípios-chave da educação para a Segurança Rodoviária e Mobilidade; Pilares da mobilidade sustentável - proteção ambiental, dimensão social e económica; Qualidade de vida e da segurança rodoviária; Micromobilidade: mobilidade ativa, mobilidade integrada, mobilidade partilhada; Recursos educativos de apoio às atividades;
INSCREVER-ME



